Capítulo 45 - Serena Campbell

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O passeio de lancha está sendo maravilhoso, Benjamin atencioso, me mimando muito. Paramos em uma ilha, o lugar é lindo perfeito.

— Que, lugar lindo! Ele, me olha sorrindo.

— Não, mais que você. Eu, olho-lhe e fico um pouco sem jeito.

— Esse, lugar é o meu refúgio, sempre vinha para cá, quando queria me isolar.

— Quando, fazia isso? Pergunto curiosa.

— Antes, de você chegar na minha, vida. Eu, olho surpresa para, ele.

— Essa, ilha é particular?

— Sim.

— E de quem é? Pergunto, ele dá uma olhada em volta, depois volta a me olhar e diz:

— Pode ser sua, se quiser.

— Está, brincando! É, sua?

— Sim.

Andamos até uma cachoeira e ele diz.

— Tira o vestido, vamos nadar um pouco. Eu, olho um instante para ele e respondo.

— Quero, que o sol me aqueça primeiro, saímos muito cedo, ainda está com um pouco de frio.

— Senta aqui perto de mim, posso te aquecer, quero sentir o seu cheiro.

Então eu me sento, e após conversamos um pouco, ele me beija novamente, eu acabei deixando o momento rolar, eu também quero muito estar perto dele.

Então eu me sento, e após conversamos um pouco, ele me beija novamente, eu acabei deixando o momento rolar, eu também quero muito estar perto dele

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— Eu te amo muito, a quero de volta, chega desse castigo, já aprendi a lição, vamos nos casar novamente, e será do jeito que você quiser.

— Benjamin, eu tenho medo, eu não tenho certeza, que você realmente consegue superar esse ciúmes.

— Eu sempre vou ter ciúmes, pode até ser que em alguns momentos, eu me exceda, mas não vou a machucar por isso, nunca mais, por favor me dá uma oportunidade. Ele volta a me beijar, e parece que estou em um sonho.

— Casa comigo, vamos cuidar de nossos filhos como um casal, eu não quero mais ficar longe de você

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— Casa comigo, vamos cuidar de nossos filhos como um casal, eu não quero mais ficar longe de você.

— Vamos, viver esse momento Benjamin, hoje eu quero muito estar com, você.

— Então, vem comigo.

Ele me segura pela mão, e depois me ajuda a tirar o meu vestido e assim ele me leva até a cachoeira, mesmo com medo de que tudo volte a ser como antes, porque eu também tenho me esforçado para não me jogar nos braços, dele.

Ele me segura pela mão, e depois me ajuda a tirar o meu vestido e assim ele me leva até a cachoeira, mesmo com medo de que tudo volte a ser como antes, porque eu também tenho me esforçado para não me jogar nos braços, dele

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O amor e o poder. O retornoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora