Confiram os capítulos anteriores!
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- Me deixa iiiiirrrr! - Ela pede.
- Eu estou te falando... Descansa um minuto, porra. Se não daqui dois minutos vamos estar cansados de mais.
- Ah tá bom, Josh, conta outra vai. Você pode estar caindo de sono, mas se eu encostar em você, passa.
Riu.
- Que abusada.
- Posso pegar meu sorvete agora?
- O sorvete era pra mim, e não. Só mais um pouquinho. - A abraço mais forte.
Estamos jogados no sofá faz dez minutos. Me dei liberdade de enfiar a cara no meio dos peitos cobertos pelo moletom e fazer como um travesseiro pessoal.
Sinceramente, isso é o que "casa" significa. Ela é minha casa.
- É sério Josh.
- Porque está tão apressada pra foder? Temos tempo, e agora eu quero carinho.
- Vai se foder, garoto. Eu quero comer, e o sorvete vai virar água se não comer agora.
- Você sabe que o sorvete vai dar em transa.
- Não se me deixar comer!
- Tá, é justo. - A solto revirando os olhos.
Any se levanta apressada, e anda que nem uma criança até sua cozinha.
- Também te amo! - Encaro ela do sofá.
- Se meu sorvete estiver que nem água, eu te bato.
- Se tiver que nem água, a gente bebe.
- Idiota. - Ela responde, voltando para a sala com o pote nas mãos e uma colher enfiada. - Você tem sorte que está frio e não amoleceu tanto.
- Todo esse ódio pelo amor da sua vida, por um sorvete? - Debocho.
- É sorvete de morango. É importante.
Riu.
- "É só uma fruta". - A imito com uma voz fina.
- Ha ha ha, senhor Josh.
Sorriu mais uma vez enquanto ela me empurrava pro lado, e sentava no meio das minhas pernas como uma criança.
De um jeito que suas coxas encostavam no meu pau ainda duro. Estou tampado por uma coberta que achei jogado no sofá, do tanto que está frio, mas ainda assim, a situação lá de baixo é evidente.
- Quer? - Ela pergunta.
- Está muito gelado? Estou pelado e com frio.
- Não meu bem, fica tranquilo, o sorvete está quentinho.
- Ha Ha Ha. - Reviro os olhos.
A observo de forma provocativa, levar cada colherada aos lábios. A conheço o suficiente para dizer que era de propósito.
- Para... - A peço falsamente.
Sua mão livre encosta no começo da coberta que tampava minha barriga, e a puxa um tanto para baixo.
Any sobe o rosto para mim e me manda um pequeno sorriso malicioso.
- Não grita. - Ela diz.
A colher com um pouco do doce gelado, de repente encosta na minha pele e minhas mãos automaticamente apertam as cobertas.
- Porra, i-isso tá muito gelado.
- Shhhhh...
Ela deixa o potinho de lado, e fica de quatro entre minhas pernas, com a cara perto de mais do meu tronco.
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Begging | Beauany.
Hayran Kurgu#ANY!¡: " - Não sou obrigada á te dizer nada! E mais uma vez aquela noite, ela estava virando as costas. - Vai se foder, Any! - Eu grito longe. - É, eu que me foda, Josh! - Ela grita de volta. Agarro meus cabelos molhados de chuva, enquanto ela fica...
