III Happy anniversary.

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JOSH BEAUCHAMP.
FLASHBACK. - CINCO ANOS ATRÁS.

- Josh! - Ela ri.

Chacoalho mais sua cintura enquanto Any implorava para uma trégua. A fazer cócegas chega á ser prazeroso.

- Quer que eu pare? - Riu.

- Siiiiiimmmmm!

- Então me dá um beijo.

- Não. - Ela diz emburrada.

- Ah é?!

A agarro e triplico as cócegas. Ela fica linda até me empurrando.

- Tá bom! Tá bom! Um beijinho!

Sorriu e puxo seu pescoço de leve para mim. Mordo sua boca e suas mãozinhas seguram minhas costas, continuando assim por longos minutos nada cansativos. Era uma delícia sentir seu desespero por mais

- Feliz? - Ela sussurra pra mim.

- Huhum. Muito.

- Minha barriga tá incomodando.

Era a coisa mais fofa e sexy á se dizer. Literalmente, minha frase favorita do dia.

- Como quer que te ajude? Faço qualquer coisa. Presente do nosso aniversário. - Mordo os lábios.

É. Any criou um aniversário nosso. Aparentemente é o mesmo dia que conversamos pela primeira vez, todos os meses. Este era o quarto? Quinto?

- Quero algo diferente, não sei. - Ela diz.

- Algo diferente? - Digo surpreso. - O que isso significa?

- Se vire, quero algo diferente.

- Any, Any, Any, você está muito abusada.

Any, Any, Any, você está me excitando.

A encaro um pouco, e imagino o que de diferente ela iria querer.

- Está com fome? - A pergunto.

Seu rosto avermelha.

- Céus, você... - Digo indignado. - Não nesse sentido. Me surpreende que você tenha entendido o segundo sentido. Quero dizer o primeiro sentido, por deus...

- Sim, estou com fome. - Ela sorri. - Nos dois sentidos.

Porra...

- O-oh... O-okay.

Tenho uma ideia? - Vamos para a cozinha. - Eu digo.

Minha garota encara meu rosto, confusa, porém concorda.

- O que vamos fazer?

- Algo diferente.

A ponho sentada no balcão enquanto pegava os morangos na geladeira.

- Vamos comer morangos?

- Vamos sim, linda.

Os morangos estavam vermelhos e maduros. Gelados pra caralho.

Pego um com um sorriso no rosto, e o pau enrijecendo.

- Tira a blusa. - A peço.

Suas bochechas queimam por mim. As mãozinhas pareciam tremer de vergonha quando a camiseta minha que ela usava, cai no chão, ela estava exposta.

Mordo os lábios.

- Porra...

Inevitavelmente, com minha mão livre, seguro sua cintura nua e pequena. A pele dela parecia pedir por uma marca minha.

Begging | Beauany.Onde histórias criam vida. Descubra agora