* BABICTOR *
Bárbara Passos major da polícia militar, mãe do Bryan de 7 anos.
Coringa dono do morro da Rocinha, o traficante mais procurado do Rio de Janeiro.
Bárbara prende Gabe que é sub da Rocinha, Coringa se vê obrigado de afetar ela de alguma m...
Não vou dizer que foi fácil pq não foi, muito pelo contrário.
Eu só consegui não me ver tão perdida dps que o Bryan fez onze anos.
Eu vivi muito bem na ilha, fui muito feliz, mas isso não muda o fato de mim ter sido enganada.
Saber que eu vive mais de 3 anos ao lado de homem que mentiu e me enganou, me destruíu.
Coringa tentou fazer contato algumas vezes mas eu nunca quis ver muito menos falar com ele.
Bryan perguntava muito dele, mas acabou entendendo que o pai dele fez merda e me enganou, do jeito dele, mas entendeu.
Ontem fiz a festa de aniversário da Maya, ela fez 2 anos, eu comprei uma casa aqui o Leblon, estou morando nela a 6 meses.
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Estou vivendo com o dinheiro que eu juntei antes de ir para ilha.
Mesmo afastada da polícia e eu ainda recebia, então fiquei recebendo por 3 anos e 6 meses meu salário.
Estou ajudando a Lara com a carreira dela, sou sua empresaria, estou aqui no meu escritório organizando a agenda de shows dela enquanto Maya dorme e o Bryan está na escola.
B - entra. - disse após baterem na porta.
Lur - a senhora tem visita.
B - quem Lurdes?
Lur - eu nunca vi ela antes, é uma senhora loira, muito bonita. - olhei para ela tentando buscar alguém com essa característica na minha mente.
Me levantei.
B - fica olhando a Maya pra mim tá? - ela assentiu, beijei a testa dela, sai da sala e comecei a descer as escadas.
Me surpreendi ao chegar no meio da escada e ver a Angélica em pé ao lado a porta.
Terminei de descer as escadas sem perder o contato visual com ela.
B - boa tarde.
A - boa tarde. - disse tímida.
B - no que eu posso te ajudar?
A - por favor não me trate como uma desconhecida Bárbara. - disse com sua voz suave. - convivemos dentro da mesma casa por mais de três anos, temos ou tínhamos muita intimidade.
B - desculpa.
A - não, eu que te peço desculpas, eu que te devo desculpas.
B - vamos nos sentar por favor. - ela assentiu e nos sentamos no sofá, uma de frente para outra.
A - Bárbara eu te juro que eu não sabia.
B - e mesmo se soubesse a senhora não teria me contado.
A - mas eu não sabia isso que importa.
B - tem razão.
A - me perdoa? - peguei nas mãos dela.
B - claro Angélica. - ela sorriu e me abraçou.
Eu sempre soube que se ela não sabia eu ouvi a gravação do depoimento dela, só que para polícia foram os fatos e as provas todas contra ela.