Gente pelo amor de deus, vi uma caralhada de comentários dizendo sobre como a história era só sexo e tesão absurdo... Gente, essa história é uma história +18 >ERÓTICA< vai ter sexo fetiche e tesão pra caralho mesmo meus amores, SEM CENSURA AQUI! Se não gosta e não se sente confortável com esse tipo de conteúdo, eu sinto muito, mas essa história então não é pra você. E não tem muito o que eu fazer não vius... Estou apenas adaptando uma história para vocês fanfasiarem com o nosso querido principezinho Keisuke Baji.
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Keisuke estava deitado em cima de Ailyn, pressionando-a sobre a cama, os braços esguios dela apertados em volta do pescoço dele, as pernas lindas enroladas em sua cintura. Poderia ficar com ela desse jeito para sempre, nunca deixá-la ir embora... Ah, não! Ele saiu rapidamente de cima dela, praticamente pulando para fora da cama.
— Kei? O que aconteceu?
— Não acredito que esqueci. — Ele agarrou os travesseiros e os enfiou embaixo dos joelhos dela, com Ailyn olhando para ele como se tivesse ficado louco. Ela tentou se sentar, tentou alcançá-lo de novo.
— O que está fazendo? - Ele colocou as mãos sobre os ombros dela e gentilmente acomodou-a de volta na cama.
— Estava amassando você. Poderia ter machucadovocê, poderia ter machucado o bebê.
Pela manhã, ele notara que a barriga dela tinha uma leve protuberância. Não suficientemente grande para que alguém pudesse notar a mudança se não soubessem que ela estava grávida. No entanto, ele sabia, e ter conhecimento disso já havia lhe causado uma transformação. Nunca se sentira assim antes, tão protetor, tão satisfeito... E tão orgulhoso. A risada de Ailyn cortou a linha de raciocínio dele.
— Não acredito que você ache que um pouquinho de sexo vai fazer mal! - Keisuke não podia acreditar que ela estava rindo dele. Ou que tivesse reduzido a praticamente nada o que acontecera entre eles. O que tinha acontecido com a garota quieta e de maneiras delicadas que conhecia há tanto tempo?
— Não chamaria exatamente o que fizemos de "um pouquinho de sexo". - Mais uma vez, os lábios dela se abriram numa risada, mas, quando viu que ele continuava sério, ela afirmou:
— Estou bem, Keisuke.
Ailyn realmente não entendia: era o filho dele que estava ali. Ele planejara colocá-la de quatro e penetrá-la por trás, assim não teria como olhá-lo com aqueles olhos grandes e cheios de esperança, e ele não colocaria todo o seu peso em cima dela. Mas não conseguira fazer isso, pois precisava olhar para ela. Tinha que ver aquela expressão de pura satisfação no rosto dela, quando a penetrara, dessa vez sem nada entre eles.
Keisuke não deveria querer ouvi-la dizer novamente que o amava... Mas queria. Mais do que jamais quisera outra coisa na vida. Pior ainda, olhar para ela embaixo dele, tão vulnerável, tão entregue, tão meiga, fizera coisas malucas passarem por sua cabeça. E por seu coração. Ele obrigara-se a cobrir os lábios dela com os seus antes que os dois dissessem algo de que se arrependeriam mais tarde. E, ao final, ele havia perdido o controle, possuindo-a sem se importar com a vida que ela carregava dentro de si.