Eu ia postar ontem, juro, mas não tinha revisado. Acabou que eu fui revisar e acrescentei algumas coisas de última hora, mudei outras e hoje deu certo 🤗 Então enjoy!?
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Magnus abriu os olhos e se deparou com Alec o encarando. Sorriu. - O que foi? - Acariciou os cabelos negros. Alec fechou os olhos por um momento com um sorriso. - Acho que devíamos marcar um jantar para comunicar a Josephine sobre nós. - Não prefere falar para ela na hora do chá? - Magnus sorriu. - E se por acaso ela não gostar da notícia? - Alec levantou um pouco a cabeça para olhar o amante. - Não quero estragar esse momento para ela. - Baby ela te adora. - Magnus acariciou a bochecha um tanto rubra do enfermeiro. - Ela adora o Alec enfermeiro, seu amigo; não o Alexander mentiroso e traidor que deita e rola com o filho dela. - Alec sentou e Magnus suspirou. - Nós combinamos de você não surtar com isso antes do tempo. - É, só que isso é meio impossível. - Alec levantou em busca de sua cueca. Magnus o observou e se sentou encostando na cabeceira, os lençóis cobriam sua intimidade. - Eu falo com Ibu, Alexander, você não precisa se preocupar. - Não - Alec parou em meio ao processo de se vestir. - Não fala nada. Eu converso com ela. Magnus o observou quase com pesar antes de murmurar: - Tudo bem. - Você não tem que trabalhar? - Alec engatinhou na cama até o estilista. - Eu ainda estou decidindo sobre isso. - Magnus segurou a mandíbula de Alec com uma mão e o puxou para um beijo. O enfermeiro alcançou o celular do amante na mesa de cabeceira sem que ele visse e pressionou um número da discagem rápida. - Jem - Alec chamou. Magnus se afastou para olhá-lo. - Por favor chama o seu chefe para trabalhar porque eu não aguento mais ele aqui. Magnus tomou o aparelho do enfermeiro. - James - Alertou. - Não se atreva. - Magnus desligou em seguida. Ele atirou o garoto na cama e ficou por cima dele. - Quer se livrar de mim, baby? - As coxas torneadas apertaram os quadris do jovem enfermeiro e Magnus envolveu o pescoço pálido com uma mão. - E-Eu não disse isso. - Alec gaguejou, sua expressão ficando séria. - Jura? - Exerceu um pouco mais de pressão. - Porque me parece que você tem pressa em se ver livre de mim. E isso está me parecendo só uma coisa... Alec revirou os olhos em deleite e Magnus quase gozou com o semblante de satisfação dele. - O quê? - Ele balbuciou com dificuldade. - Diz para mim. - Que você quer outro aqui, no meu lugar, com você. - Magnus colocou a outra mão e pressionou um pouco mais. Ele praticamente rosnou aquelas palavras no ouvido de Alec. - Nunca. - O garoto afirmou com convicção. - Nunca haverá ninguém aqui além de você. - Seus olhos azuis encontraram os verde-dourados. Magnus afrouxou o aperto até solta-lo por completo. - Você sabe que eu nunca te machucaria, certo? - Acariciou as recentes marcas vermelhas no pescoço de Alec. Ele sorriu. - Eu sei. - Murmurou, ainda com um pouco de dificuldade. - Também te amo baby. - O beijou ternamente. - Não existe mais ninguém para mim além de você. - Magnus sussurrou. Alec sorriu e passou os braços pelos ombros do estilista, o abraçando. - Acho que você precisa de um banho. - Magnus o beijou sob a orelha. Alec engasgou. - Você está dizendo que eu estou cheirando mal? Magnus o olhou com um sorriso. - Não... - Murmurou com cautela. - Estou dizendo que você chegou da rua e apenas se deitou e dormiu. Assim como eu ainda não banhei desde que você saiu. Desde o que nós fizemos... - Resumiu. Alec arregalou os olhos. - Você não banhou desde que eu saí?! Magnus negou com um sorriso de canto. - Magnus! - Alec ralhou. O estilista se abaixou para beijar o pescoço do garoto. - Eu queria seu cheiro em mim, baby. - Murmurou contra o pescoço de Alec. O enfermeiro ficou com a face rubra. - Não é desculpa. - Resmungou com um bico. - Você poderia dormir com o meu travesseiro, fosse esse o caso. - Quem disse que eu não dormi? - Magnus se afastou para beijá-lo na boca. Uma, duas vezes. Alec sorriu e se esforçou para levantar ainda que o corpo do amante estivesse praticamente todo sobre si. - Vamos. - Incitou Magnus a levantar. - Eu vou fazer amor com você na banheira. - Murmurou no ouvido de Alec antes de levantar. O jovem se arrepiou e estremeceu. - Aqui não tem banheira. - Suspirou. - É só um quarto de hóspedes. - Vamos para o meu. - Magnus juntou sua roupa do chão e a vestiu rapidamente. - E se alguém nos vir? - Alec o fitou preocupado. - Ninguém vai. - Assegurou. - Você vai primeiro, eu fico olhando para me certificar de que não vem ninguém. - Quantas conquistas você já levou para o seu quarto, Magnus Bane? - Alec comentou com uma pitada de provocação. - Baby - Magnus o ajudou a passar a camisa pela cabeça. - Eu era adolescente quando trazia meus casinhos para casa. E eles nunca passaram disso: casos que não tinham importância. - Sorrel era um desses casos? - Alec insistiu com um bico contrariado. - Quer mesmo continuar nesse assunto? - Magnus franziu as sobrancelhas, tenso. Alec se manteve em silêncio. Magnus revirou os olhos. - Ela vinha apenas como amiga - Ele puxou o enfermeiro da cama e o carregou nos ombros até a porta. Alec protestou um pouco e riu. - Só um tempo depois que meio que começamos a namorar. Ainda que namoro seja um termo incorreto para o que tínhamos. Éramos mais amigos com benefícios. - Acariciou as bochechas do amante. - Eu amo só você; e você sabe que é o único que eu quero no meu quarto agora; até morarmos juntos e eu poder te ter do jeito que eu quiser. Todo só para mim. - O beijou. - E o que Sorrel é para você agora? - Alec ergueu uma sobrancelha com um meio sorriso petulante e uma expressão nada comovida. Ele achou sua calça e a vestiu rapidamente, mal fechando o zíper. Magnus suspirou em irritação. - Sabe o que você está merecendo? - Fitou intensamente os olhos do jovem enfermeiro. - Sexo selvagem e quente? - Alec sorriu largamente em provocação. - Uma surra. - Disse seriamente para o garoto. - Você ainda não me respondeu. - Alec cantarolou cruzando os braços. - Nós somos amigos, Alexander, como sempre fomos antes de nos envolvermos romanticamente. - Magnus destrancou a porta e empurrou o enfermeiro para o corredor. Ele abriu a porta de seu quarto que ficava em frente e o fez entrar às pressas. - O que mais quer saber? - Virou a chave trancando a porta. - Com quem perdi minha virgindade? Magnus revirou os olhos e tirou a roupa enquanto Alec sorria e o encarava. - Bem, não é uma má... - Você conseguiu me irritar. - O interrompeu. - Agora eu vou ter que punir você antes de sair para trabalhar. O jovem ruborizou. Talvez por vergonha ou excitação, Magnus não sabia. - Achei que íamos fazer amor na banheira. - Alec baixou o zíper da calça que mal tinha vestido. - Você não está merecendo. - Magnus chutou sua calça, que já estava em seus tornozelos, para um canto qualquer do cômodo. Ficou satisfeito com o olhar desejoso do amante em seu corpo seminu. Também não se decepcionou quando a calça do garoto caiu. Ele nunca se decepcionava. - Eu vou me comportar - Alec puxou a camisa pela cabeça. - Prometo. - Tsc Tsc - Magnus se aproximou. - Tarde demais bebê. Alec se encolheu. - Tarde demais...? - Abaixou os olhos e esfregou levemente o chão com a ponta do pé, como um garoto levado que foi pego e está arrependido. Magnus o colocou nos ombros uma segunda vez naquele dia. Alec riu em deleite. - Você vai encher a banheira com sais - O estapeou na bunda. - E não vai gozar antes de mim. Alec choramingou. - Não, Magnus, tudo menos isso. Por favor... O homem estapeou o enfermeiro novamente; Alec se calou e se manteve assim até Magnus colocá-lo no chão do banheiro. - Isso mesmo - Acariciou as bochechas rubras. - Quietinho, porque eu só vou terminar com você, Alexander, depois de ter um orgasmo. - O fitou compenetradamente. - Seguido de outro.