Dia De Alívio

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ㅡ Os médicos sempre andam armados por aqui? ㅡ Pergunta um Daryl espremido do meu lado.

Estamos dentro do elevador apertado, espremidos mas contentes por estarmos aqui, posso sentir os suspiros aliviantes vindo de cada um.

ㅡ Muitas armas sobraram, já me familiarizei com elas. ㅡ Dr. Jenner responde. ㅡ Mas vocês parecem inofensivos... Exceto você. Vou ter que ficar de olho em você. ㅡ Ele fala olhando para Carl, agarrado á mãe.

O garoto sorri um pouco envergonhado, agradeço mentalmente por ele o fazer sorrir.

Quando saímos, andamos por um corredor estreito, seguindo o doutor até seja lá para onde esteja nos levando. Carol parece ser um pouco claustrofóbica ao respirar fundo algumas vezes quando ouve que estamos no sub-solo, eu a digo para tentar não pensar muito nisso que tudo ficaria bem.

ㅡ Onde está todo mundo? Os outros médicos e funcionários. ㅡ Rick questiona quando estamos em o que parece o sala de comandados principal do lugar.

ㅡ Só eu. Só sobrou eu aqui. Eu sinto muito. ㅡ Dr. Jenner fala com desânimo. ㅡ Quem vai ser o primeiro?

Ele senta e põe luvas. Segurando uma agulha fina, Jenner olha para nós, esperando alguma atitude.

ㅡ Para quê tudo isso? Se estivéssemos infectados estaríamos com febre! ㅡ Andrea diz sem paciência.

Revirou os olhos e me sento no banco a sua frente. Por eu estar usando apenas uma regata, a única coisa que o doutor faz é passar o algodão com álcool.

ㅡ Deixo-o fazer seu trabalho, Andrea. De acordo com este tipo de instalação, ele deve está quebrando todos as regras por nos deixar entrar. ㅡ Falo com o braço estendido enquanto Dr. Jenner tira uma amostra do meu sangue. ㅡ O mínimo que temos que fazer é aceitar seu único termo.

A loira bufa ao cruzar os braços com uma expressão quase de desprezo, o que me fez desentender sua reação.

Enfim, me lavando e dou o lugar para Carol, a mesma quase cai por um breve instante quando sua pressão cai. A seguro pelo braço, deixando-a sentada ao me agachar e ver seu rosto melhor.

ㅡ Está bem? ㅡ Ela me olha e confirma com a cabeça, um pouco pálida. ㅡ Você precisa comer algo.

O doutor me encara quando digo isso, parecendo ter um pouco mais de empatia pela situação.

Minutos depois, os sons sonoros de um grupo que dias antes chorava pela dor que há do lado de fora, é substituído pelas risadas descontraídas e animadas por estarem se alimentando como devem.

Dale está em pé contando uma piada ótima, que fez todo mundo cair na gargalhada. Neste momento, não obrigo meu sobrinho á comer legumes, ele devora o verde como se fosse a comida mais deliciosa já feita.

ㅡ Sabe, na Itália, na França... as crianças tomam um pouco de vinho no jantar. ㅡ Dale falou descontraído.

ㅡ Bom, quando o Carl estiver na Itália ou na França ele toma um pouco de vinho. ㅡ Lori diz do lado de Rick, eu apenas sorrio com sua resposta.

ㅡ Não faz mal, deixa um pouco, deixa. ㅡ Rick fala com um sorriso travesso.

ㅡ Você está vendo seu irmão, não é? ㅡ Ela olha para mim com a expressão incrédula de brincadeira, beberico a taça de vinho enquanto afirmo sorrindo.

O garoto olha sua mãe esperançoso com o rostinho mais cachorrinho abandonado que consegue, enquanto Lori sorri pensativa e segura o copo de vidro. Até que então ela finalmente dá de ombros e o deixa beber um gole.

ㅡ Pronto, aqui está, meu jovem. ㅡ Dale fala antes de todos ficarem em silêncio, observando Carl.

Parecendo um suspense e uma previsão para sua reação, olhamos o menino apenas encostar o copo nos lábios e logo fazer uma careta ao soltar um "ew". Não pude me segurar, a gargalhada foi tão verdadeira que eu não me lembro a última vez em que isso aconteceu.

Zombie Heart l • TWDHistórias para pegar e não largar. Descubra agora