Ainda parada em pé, com o tom me analisando sinto meu sangue ferver. Já devem fazer uns quinze minutos que nada acontece, começo a sentir meus braços arrepiarem.
--se você não se importa, vou colocar uma roupa! -digo dando as costas e indo ate o closet. Tom apenas se levantam em silêncio e me segue. Insuportável...não fala o que quer e não faz nada! Prefiro a morte.
--porque quer saber onde meu pai está? -Tom finalmente quebra o silêncio enquanto eu colocava minhas roupas.
--se eu contar meus motivos, vai me matar ou dizer onde ele está? -pergunto mexendo cautelosamente nas roupas dobradas procurando minha faca.
--os dois, só que primeiro conto e depois a mato! -Tom responde se destraindo por alguns segundos olhando em volta do closet. Aproveito para sacar a faca e jogar em sua mão que estava segurando a pistola , o mesmo deixou cair no chão com um gemido de dor. A faca cravada em sua mão começou a derramar seu sangue no meu carpete, Tom puxa a faca e arremessa de volta, desvio e tento pegar a arma que ele havia derrubado, mas sou surpreendida com um chute em minha barriga, meus olhos expressavam a dor e logo levo a mão na costela tentando recuperar meu fôlego. --você é uma pirralha metida! Desgraçada, minhas mãos não...porra. -Tom reclama enquanto usa uma blusa minha para enfaixar a mão que havia ferido. Ainda no chão vou me rastejando lentamente até a arma, novamente ele estava destraido, babaca. Com o barulho da arma engatilhada Tom para de se mover, virando-se sutilmente em minha direção. Com uma mão na costela e a outra apontando sua própria arma contra ele, dou uma risada de satisfação ao ver sua cara.
--idiota...-digo balançando a cabeça. --você manchou meu chão de sangue! -digo rindo.
--o que vai fazer, até parece que sabe usar... -antes que ele termine a frase atiro em seu ombro e novamente disparo outra bala de raspão em sua orelha. Nenhum ponto vital óbvio, mas mostrando que não tenho nada que me faça não mata-lo.
--argh! -Tom murmura de dor se sentando no chão. O zunido no seu ouvido havia deixado ele desnorteado.
--cala sua boca! Levanta, e fala o que veio fazer aqui! -digo caminhando até ele e colocando o cano quente da pistola em sua testa.
--TA! Calma ai...deixa só eu respirar. -Tom diz escorado na parede, sua cabeça virada para cima, podia ver seu maxilar marcado e definido. Estava todo fudido...não sei em que momento ele pensou que seria o caçador nessa palhaçada.
--é isso aí gheta...você mandou bem! -Saul diz entrando no quarto com um sorriso animado.
--amarra ele e leva para o meu escritório, cuide das feridas para que não suje mais meu chão. -digo saindo do closet em direção a sala. Saul apenas fez o que mandei e aguarda enquanto eu resolvia os outros três idiotas.
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--aquele celular gheta, me coloque na linha com o número. -digo para um dos homens, chamo todos de gheta, já que quero que sintam-se da família e possam confiar em mim.
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📞ligação on📞
S/n: onde você tá imbecil?
G: fomos encurralados pelos seus homens, estão a um passo de nós acharem.
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What is Love?
Fiksi PenggemarHistória finalizada! S/n é uma adolescente italiana de 17 anos que por uma injustiça irá assumir o cargo do seu pai em uma das famílias mais poderosas do mundo, podendo até ser a mais poderosa! no percurso de vingança irá conhecer um garoto de 19 a...
