começa os preparativos...

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Saímos da casa do tom para a de Bill, fomos o caminho em silêncio, era como se não tivéssemos nada...se fosse insignificante todas as vezes que nos deitavamos juntos. Não tocávamos no assunto, só acontecia...não sei o que ele pensa sobre isso, ou se só...gosta de mim pelo menos! São tantas coisas acontecendo em menos de um ano. O que mais quero agora é acabar com o eco e trazer o Raul de volta.

Estávamos quase chegando na casa de Bill quando tom quebra o silêncio.

--no que pensando? -ele pergunta colocando sua mão sobre minha perna. Olho pra sua mão e em seguida para seu rosto que estava concentrado na estrada.

--nada...-digo tranquilamente, respiro fundo e voltamos a ficar em silêncio. Não sei como isso dará certo se somos um mais orgulhoso e fechado que o outro!

Chegamos na casa de Bill, o mesmo estava na porta com os braços cruzados. Era difícil de lidar com esse garoto, uau!

--não vou trabalhar junto com ela! -Bill exclama ao me ver descer do carro.

--otimo! Não pedi...gustav tudo pronto? -Tom responde descendo do carro, passa pelo Bill sem nem olhar para ele. Sentia a tensão entre os dois, e eu que causava ela.

--sim, vamos partir essa noite! Pretende atacar os gheta com quatro pessoas? -gustav questiona tom, eu sigo eles até a garagem e Bill também está indo ate lá.

--precisamos apenas matar um, não todos! Sei que é capaz, Bill se você não for concordar com o plano ou minhas ordens, sinta-se a vontade pra cair fora! -Tom diz esticando a mão até o Bill, segurava uma arma. Bill olhava com raiva para aquela arma, pensativo, ter que ceder seria humilhante na visão dele.

--pelo papai! -Bill diz pegando a arma da mão de Tom, que sorri ao ver que o irmão não o deixa na mão, por mais que sinta raiva de algumas escolhas.

Me sento na mesa que tinha na garagem apenas observando eles se arrumarem e organizarem mais coisas.

-- tudo bem? -Tom pergunta se aproximando.

--aham, e com você? -pergunto sorrindo.

--! Não vai ter jogos dessa vez, não é? -ele pergunta desconfiado, podíamos ter mostrado que estávamos dando lealdade um ao outro, mesmo assim não sabíamos se realmente podíamos confiar um no outro.

--achei que tivesse dado essa resposta a você, morei com seu pai meses. -digo cruzando os braços.

--eu trabalhei com seu cão de guarda...

--o que foi falar com jörg antes de sairmos da casa? -pergunto vendo o mesmo dar as costas para voltar aos trabalhos.

--acha que eu fiz algo ruim? -ele pergunta ainda de costas.

--bom...você que ta dizendo! Mas, algo me diz que você não foi la para falar que logo voltava. -digo descendo da mesa.

--me despedi dele, isso. -ele responde se virando em minha direção.

--desligou os aparelhos dele não é? -pergunto olhando seus olhos que entregaram a resposta.

What is Love? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora