Já tinha se passado um dia que eu não via a minha linda e perfeita namorada, já mandei um monte de mensagens pra ela mas nada de respostas, já estou ficando preocupado, eu até perguntei pra Leena onde ela estava e ela.
Eu estou com fome, faz algumas horas que não como nada é melhor eu ir fazer um lanchinho. Vou correndo até a cozinha, estava calor então eu estava com uma regata branca e um short de tecido.
— SN??? — quase caí pra trás assim que vi a garota comendo um chocolate com uva que minha mãe tinha feito hoje de manhã.
— oi walk, tudo bem? — ela estava com um sorriso de orelha a orelha, um sorriso meio amarelado por conta do chocolate, ela continua linda.
— como assim "tudo bem?" eu que te pergunto se tá tudo bem, você não me responde a um dia Sn, A UM DIA! — Me exaltei com ela que rapidamente tirou seu sorriso do rosto e veio rapidamente até a mim colocando a mão na minha boca.
— shhh! Tá doido, a sua irmã tá lá na sala ela pode ouvir. — problema dela — pelo amor de Deus pare de ser tão dramático, eu apenas passei o dia com o celular descarregado
— então tá bom — abracei ela pela cintura mas ela tentou largar mas não conseguia. — a leena pode vir aqui a qualquer hora. — tá bom então vamos sair. — os braços dela que antes me empurravam agora estavam molengos.
— pra onde? — andar pela cidade — um sorriso amarelado surgiu no meu rosto tentando convencer a mesma.
— tá vamo, só vou avisar a ela que preciso fazer uma coisa em casa e te espero lá fora. — falou até depois — soltei a cintura dela para ir até meu quarto me arrumar, finalmente um "encontro" descente.
Já tinha me arrumado, como estava calor não coloquei uma roupa tão quente e nem uma roupa tão nua. Estava descendo as escadas quando tanner meu irmão mais novo apareceu.
— TANNER? É VOCÊ MESMO? — sou — ele estava com uma cara gigantesca de quem estava odiando aquela situação enquanto eu estava de queixo caído.
— quando foi que você voltou da Itália? — agora mesmo, cadê a Leena e a Sn? — sem nenhuma expressão o menor a minha frente me respondeu. — eu sei lá, mas por que você não vem aqui abraçar seu irmão que ficou bastante tempo sem te ver?
— Walker você parou de ser chato? — parei! — então tá bom — ele soltou a mala que estava segurando e veio até mim com os braços abertos, me abraçou fortemente como quem não quisesse soltar.
— acho que eu devia te abraçar assim que você falou, já que você odeia abraços e toques. — suas falas saíram abafadas já que ele estava com o rosto dentro do meu pescoço.
— ei, eu mudei, na verdade alguém me mudou. — quem foi o anjo que fez isso? — não posso falar — soltamos do abraço e vi que meu irmãozinho estava com os olhos vermelhos e meus olhos estavam ardendo.
— você tá chorando? — nós perguntamos um ao outro, no mesmo momento começamos a rir alto.
— O que tá acontecendo aqu... TANNER — Leena estava comendo uma barrinha de cereal e assim que viu o nosso irmão caçula soltou a barra de chocolate no chão e veio correndo até ele quase derrubando o menino e me derrubando.
— VOCÊ TÁ LOUCA?? — falei em um tom indignado, não é possível que ela não me viu aqui. — cala a boca Walker, COMO VOCÊ TÁ? COMO FOI LÁ NA ITÁLIA, CONTA TUDO NENE — Leena estava sufocando a criança com perguntas e revivendo o seu apelido de quando ele era um pequeno ser vivo, dava pra ver na cara dele que estava um pouco constrangedor.
— vocês podem conversar a vontade porque eu vou sair agora — tento pular por cima da Leena e do Tanner que estavam jogados em cima da escada, as malas do caçula da família estavam explodindo provavelmente de presentes ou roupas.
— ninguém te perguntou seu chato, saí logo não estraga o nosso momento família. — ei eu sou da família também — você até pode ser da família mas eu e o nene somos os mais legais daqui. — Leena batia no seu peito com vontade enquanto Tanner bolava de rir.
— aí tá bom Leena, fala com minha mão — apontei minha mão na cara dela e comecei a mecher como se fosse uma boca falando.
— ela é menos chata do que você — concerteza, até nunca mais otária — até mais idiota — fecho a porta depois de pegar minhas chaves e começo a rir, eu sei que esse diálogo meu e da Leena é só uma forma de expressar nosso amor um pelo outro.
Andei até a garagem e Sn estava encostada no portão mechendo no celular.
— ATÉ QUE ENFIM O BONITO APARECEU — eu tava falando com o Tanner, ele voltou da Itália hoje, estávamos matando a saudade. — O Tanner já chegou e a Leena não me mandou mensagem? Que péssima amiga ela é! — ela fingia cara de brava, ela sabia que Leena estava fazendo perguntas para o meu irmão.
— ela tá lá sufocando ele e chamando pelo apelido de bebê dele — nene — falamos juntos e rimos logo depois, Leena era uma comédia pura.
— vamos? — parei de rir e segurei sua mão a olhando, ela tinha um olhar encantador, o mesmo olhar de quando tínhamos cinco anos. — pra onde quer que seja vamos lá!
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