16. De volta

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Duas semanas se passaram. E o Hans voltou para Bergen. Ao ver o seu carro entrar pelo portão vou a correr até ele.

-Então, estrelinha. Gostaste da minha casa?

-Para ser sincera. Isto é um sonho- respondo.

-Bem... estrelinha, se quiseres podes passara viver comigo.- Ele diz.- Tu praticamente já te mudaste para aqui.

- Eu adoraria... mas as minhas amigas. Eu preciso delas comigo.- Digo.- Elas são das pessoas mais importantes da minha vida.

-Não seja por isso. Eu compro as casas dos arredores para elas moraren perto de ti.- Ele diz como se fosse extremamente normal.

-Tu és doido.- Digo.

-Doido por ti. - Ele dá-me um beijo no pescoço. - Se não entendeste eu quero poder acordar contigo sempre ao meu lado.

-Isso só devia acontecer depois do casamento.- Digo.

-Vou ter de te pedir em casamento?- Ele diz estupefacto.- Fogo... - Ele suspira.- Se tiver de ser... o farei. Terás de esperar.

-Até lá eu posso passar umas férias contigo. Mas durmo no outro quarto.

-Assim estarás a castigar-me, estrelinha. -Ele começa a implorar.- Vá lá, dorme comigo. Não te vou fazer mal.

- Não, e já é muito dormir na tua casa.

-Vou ter de me contentar com estas migalhas de amor que recebo.- Ele faz um drama.

- Se tivesses noção do quanto eu te amo.- Dou-lhe um beijo na bochecha.

-Também te amo, estrelinha.

Este nosso amorOnde histórias criam vida. Descubra agora