[ 15 ] Sem tempo para danças

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Olá família tríade, como estão?

Espero que gostem do capítulo, deixem uma ⭐ e comentem pra eu saber se estão gostando 💜 Não seja um leitor fantasma 👻

Boa leitura.

Boa leitura

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JUNGKOOK

Era o amigo de Jimin ali na frente de todos. Suas pernas estavam bambas e seus olhos pequenos de sono. Ele com certeza não aguentaria ficar de pé sozinho, por isso o homem ao seu lado o segurava.

E diferente do homem que segurava o garoto de antes, esse eu conhecia muito bem; era Santino, o líder do cartel mexicano, uma grande organização criminosa que lucra com o narcotráfico de substâncias ilícitas e armas. Até ontem éramos aliados, mas parece que esse filha da puta resolveu mudar de lado.

No entanto, isso não é o que mais me preocupa no momento — mesmo que seja realmente preocupante. Park Jimin está desolado em meus braços, chamando pelo amigo e, eu não consigo pensar em mais nada a não ser acalmá-lo.

— Tete!! — Ele chama pelo amigo mais uma vez, enquanto eu o seguro forte pela cintura o impedindo de dar um passo.

Todos na sala param para presenciar a cena, e o desgraçado do Salvatore olha para nós com aquele sorriso tão odioso na cara.

Trago Jimin para mais perto de mim, grudando nossos corpos, o fazendo ficar de frente enquanto seguro seu rosto, forçando toda a minha gentileza.

— Ei! Jimin, olha pra mim! — Ele soluça enquanto murmura o nome de seu amigo.

— Jun... Por favor... — ele suplica por algo, mas não consegue terminar sua fala.

— Vai ficar tudo bem, eu prometo. — Asseguro, tentando lhe tranquilizar.

— O show está ótimo, mas precisamos seguir com o leilão. — Salvatore diz, em um tom humorado.

— Eu dou trezentos mil! — anuncia de longe um homem que está junto com uma ômega, provavelmente sua esposa. A maioria deles não se importam com seu estado civil, e as esposas muito menos, sabem que se ousarem reclamar serão mortas.

— Que ótimo! Parece que os lances vão ser altos. Alguém dá quatrocentos mil? — Ele lança o preço e quanto mais ele fala, mais Jimin se desespera.

— Ruivo. — O chamo e ele me olha com os olhinhos inchados do choro. — Se acalma e confia em mim, tudo bem? Não vou deixar seu amigo ser levado, se lembra de quem é o mais poderoso aqui, em?

— Vo-Você. — Ele responde com a voz embargada, ainda com dificuldade.

— Sim, meu moranguinho, você confia em mim?

Ele funga antes de responder. — Confio. — Deixo um beijo em seus fios ruivos.

Agora que consegui deixá-lo mais calmo, volto a focar na situação em minha frente. Infelizmente não posso simplesmente mandar meus homens entrarem e sair atirando, seria burrice e perigoso para os dois ômegas que pretendo tirar daqui com vida.

Karma Day | JikookOnde histórias criam vida. Descubra agora