[ 29 ] Próximo do fim

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Olá família tríade, como estão?

Espero que gostem do capítulo, votem e comentem bastante.

AVISO DE CONTEÚDO: O capítulo contém cenas com descrição e narração explícita de tortura física.

Boa leitura.

Boa leitura

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JUNGKOOK

Os nós dos meus dedos estalam quando meu punho atingiu seu rosto. O som foi alto na sala silenciosa. Meu sangue quente não me permite sentir nada, mas o miserável que foi golpeado por meu punho furioso estava chorando de dor.

Quando me afastei e sentei na cadeira, ele olhou para mim com os olhos inchados. Seus lábios feridos escorriam sangue sem pausa, e suas bochechas já estavam em um roxo intenso, com vários cortes. Eles não eram profundos, mas eram suficientes para causar-lhe uma dor ofuscante.

Sua boca se abriu, e os sons que saíram de seus lábios eram tão fracos que se não fosse por minha audição de lúpus eu não teria ouvido.

— Se vai me matar, apenas faça de uma vez. Não sei onde ele está.

Fazia duas horas que ele estava amarrado a cadeira. Era mais um dos homens do Salvatore. Mas ele não sabia nada sobre o paradeiro dos ômegas ou de seu chefe.

Fazia quatro dias desde que Jimin e Taehyung foram levados. Não importava que eu já tivesse matado oito dos homens de Dante. Torturando-os até que eles implorassem pela morte. Ninguém sabia de nada.

Nenhuma pista, nenhuma informação útil. É como se o bastardo tivesse sumido do mundo. A única coisa que tínhamos certeza era de que ele ainda estava na Coreia do Sul.

Não consigo dormir a dias, e nem me lembro da minha última refeição decente. Virei uma bomba relógio, totalmente imprevisível que pode explodir a qualquer momento. Meu lobo está raivoso como um animal selvagem que é, espalhando seus feromônios dominante, não permitindo que ninguém se aproxime.

Sinto o sofrimento e angústia de Jimin todos os dias pela marca. Meu ômega está sofrendo e eu nem consigo encontrá-lo, não consegui protegê-lo. Que merda de alfa eu sou. Me sinto uma porcaria inútil.

Não descansarei até encontrá-lo. Irei até o inferno se for preciso.

Esticando a mão, agarrei seu dedo indicador da mão direita. O encarei nos olhos enquanto dobrava o dedo para trás. Seu corpo tremia enquanto ele tentava escapar, mas ele não tinha para onde correr.

Estava à minha total mercê.

O som do estalo ecoou; seu dedo virou, quebrando seu osso. Soltei seu dedo mole enquanto ele ainda chorava. Seus gritos ressoavam pela sala quando agarrei mais dois dedos, dobrando-os em um ângulo impossível até ouvir outro estalo. Ou vários, eu deveria dizer.

Karma Day | JikookOnde histórias criam vida. Descubra agora