Era Feudal - 2 anos depois do nascimento do novo herdeiro.
Ele estava exausto, mas com certeza, estava lidando com a melhor parte da diverção.
Sempre que Inuyasha entrava no palácio para informar seu meio-irmão sobre as questões das batalhas, sentia alívio por não se ele a estar ali.
Sesshomaru estava definhando em espírito, sempre atrás de documentos irritantes e sua frustração era perceptível através de seu youki. O hanyou sentia vontade de rir.
-Duzentos e trinta. - Inuyasha disse, enquanto se atirava em uma pilha de almofadas no chão.
-Hum.
Inuyasha levantou a cabeça para olhar Sesshomaru, não se surpreendendo com a carranca, mas sentindo-se curioso:
-O que está havendo?
-O conselho quer a pérola. - Ele disse de forma automática.
Inuyasha levantou-se de vagar e quase jurou que suas pernas tremeram.
-Você não pretende...
Sesshomaru apenas ergueu seus olhos para que ele visse atentamente o havia ali.
-Bom..., eu pergunto porque..., você também não pretendia se casar, não é?
-Isso é totalmente fora de questão. - O daiyoukai deu a volta na mesa e seguiu para o recente aparador com novas bebidas extrangeiras.
-Agora você se embriaga toda vez que surge um problema?
Sesshomaru respondeu com um gole rápido do liquido ambar.
O hanyou cruzou os braços e virou o rosto para o outro lado, sabia que seu irmão precisava de ação. Kirinmaru estava cansando-os e ele sabia que esse era o plano, mas agora parecia que o maldito estava envolvendo outros youkais na questão.
Seria muito mais facil atacar um bando de youkais velhos e babões do que o exército de Sesshomaru.
-Você tem visto a menina? - Inuyasha perguntou.
-Rin está no jardim.
Inuyasha olhou confuso para o irmão, sem entender aquela resposta.
-Estou me referindo a Towa! Tem visto sua filha, Sesshomaru?
O daiyoukai pousou o copo sobre a mesa, sem olhar para seu irmão. Não valia a pena assumir que estava negligente com seus afazeres de marido e, obviamente como pai.
Inuyasha riu e provocou:
-Tal pai, tal filho. - E saiu da sala.
Ele caminhou pelos corredores, percebendo aquela essência cada vez mais forte. Sorriu consigo mesmo ao notar para onde estava indo.
Um enorme campo gramado se fez presente, onde vários bonecos de madeira estavam dispostos para ataque.
Inuyasha caminhou reto, em direção a imagem da pequena garotinha que segurava uma katana de madeira e gritava sons aleatórios em plenos pulmões.
Ao perceber a presença, a pequena parou seus movimento e olhou, sorridente para quem se aproximava.
-Tio hanyou! - A menina gritou.
Inuyasha sempre se lembrava da primeira vez que a viu nos braços de sua mãe, sendo apresentada a todos como nova herdeira do oeste. Um pequeno pacotinho com olhos avermelhados e curiosos que quando o viram, fizeram com que a menina esboçasse um pequeno sorriso.
Desde então, Inuyasha sempre tirava um tempo para bisbilhotar a menina de alguma forma. Estranhou o fato da esposa de seu meio-irmão não impedi-lo, mas talvez ela agradecesse por ter alguém com a menina que era capaz de tranquilizá-la enquanto ela desncaçava.

VOCÊ ESTÁ LENDO
Último Sacrifício
Hayran KurguSete anos se passaram desde que Kagome voltou da era feuldal, não conseguindo mais atrevassar o poço. Ela havia desistido de tentar voltar ao passado e buscou levar uma vida comum, enterrando, assim, seu coração. Mas os sonhos da ultima batalha volt...