Capítulo 40

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Eles eram um emaranhado de pernas e braços e cabelos pretos e prateados por toda a cama. Todas as manhãs foram assim durante toda aquela  semana.

Kagome despertava, lentamente, sentindo uma brisa gélida lhe arrepiar a pele sensível dos seios expostos, já que a grossa coberta nunca era o suficiente para os dois, que não interrompiam suas carícias eróticas, seguido do sexo intenso, apenas para se lembrarem de fechar as janelas. O resultado, era seu corpo se arrepiando e um Inuyasha percebendo, gradativamente, as mudanças deliciosas do corpo de sua esposa.

Ela sabia que, assim que ele acordasse, começariam tudo de novo. Então, ele desceria para lhe preparar um café da manhã, que ele mesmo levaria para a cama para que os dois saboreassem juntos as maravilhas e..., as não tão maravilhas assim que o hanyou preparava na cozinha.

"Ele tentava" - ela dizia a si mesma, sempre que uma torrada vinha, praticamente, como se tivesse sido arrastada no asfalto, ou quando o café, ou chá - dependendo do dia - vinha doce demais, ou amargo demais. Mas a bandeija era sempre recebida com um sorriso doce e uma gratidão sincera. Sempre algo se salvava daquelas comidas dispostas por ele, mesmo que fossem somente as frutas.

Kagome saboreava aquele momento "pré-despetar", quando um dos pés de Inuyasha deslisava por sua perna lisa, de baixo para cima, como se para confirmar que ela também estivesse despertando.

As garras também acordaram, de vagar, fazendo desenhos espiralados no tórax da garota, podendo quase faze-la rir com as cócegas, se não fosse pelo clima sensual que aqueles raios de sol traziam.

Kagome não ficava para trás. A garota aproveitava sua posição, poucos centímetros acima da cabeça do hanyou, podendo aproveitar suas mãos e massegear aqueles fios encantados, além de provocar as orelhas que ela amava. 

Ela podia ouvir um rosnar suave, quase um ronronar, sempre que ela fazia tal movimento. Sabia que Inuyasha amava que ela acariciasse suas orelhas, mesmo que dissesse odiar no meio de outras pessoas. Aquela resposta que ele lhe dava no particular, era a que ela acreditava.

Inuyasha se moveu, levantando mais a cabeça no corpo da garota, se permitindo deitar entre os seios dela, equando uma de suas mãos se moviam para segurar aquele monte suculento pela curva.

Kagome já conseguia sentir onde aquilo a levaria, estava se preparando para as reações de seu corpo, fora aquelas que já estava sentindo, como a umidade deliciosa entre as pernas inultimente unidas.

Ela sentiu o momento em que Inuyasha se erguia para se colocar sobre ela, mas foi em uma fração de segundo quando o ar, antes já frio, agora lhe estremecia, sem nenhuma proteção do corpo forte de seu marido.

Kagome se pôs sentada às pressas sobre a cama, buscando cobrir-se rapidamente com o cobertor, enquanto Inuyasha havia sido puxado pelas pernas e jogado de qualquer jeito até o outro lado do quarto.

Enquanto isso, Sesshomaru estava parado, no meio de seu quarto, com a postura de um imperador encarando o local para onde ele havia arremeçado seu meio-irmão. Os braços, agora, pendiam dos dois lados do corpo, em uma postura ereta e imponente. Usava terno e gravata, perfeitamente alinhados e os cabelos prateados estavam presos em um rabo de cavalo baixo, permitindo que os fios caíssem como castata sobre os ombros.

Marcas youkais completamente inexistentes...

-Maldição! O que pensa que está fazendo, seu bastardo? - Inuyasha trovejou!

Seria cômico se a situação não tivesse assustado tanto Kagome. Ver Inuyasha, completamente nu, com seu menbro ainda pronto pra usufruir de seu corpo antes da invasão, quase repuxava o canto de sua boca em um sorriso.

Último SacrifícioOnde histórias criam vida. Descubra agora