Autora on.

- John, eu não entendo o motivo de ter me acordado cedo e ter me vendado..- Pandora murmura enquanto era guiada pelo corredor..- Eu vou acabar adormecendo outra vez.

- Não vai, irei garantir que fique acordada.

A morena sentiu o sorriso na voz do assassino por mais normal que sua voz soa, ela sabia reconhecer agora, e sentiu o sorriso dele aumentar ainda mais quando ele sentiu sua pele arrepiada. Seus cachos foram empurrados para o lado e isso a deixou desprotegida na nuca quando sentiu o calor do corpo dele bem grudado isso a fez se arrepiar ainda mais, se isso era possível.

- Está tudo bem? Parece com frio..- Pandora suspira ao sentir os lábios dele contra sua nuca..- Quer que eu a esquente?.

John pergunta contra a nuca dela esfregando a ponta do nariz nos cachos macios dela antes de abraçar seu corpo e desceu os lábios para o pescoço dela, onde não resistiu a sua pele quente e macia. Ele beijou e chupou a pele do pescoço dela o que lhe rendeu um gemido dela, seu corpo paralisou no lugar e suas mãos a apertaram, mas não para machucá-la ou assustá-la, ele estava se contendo e para isso a segurava contra si e ele não queria soltá-la.

Depois da noite passada sua mente estava completamente inebriada com as lembranças dos gemidos dela, assim como seu gosto que assombrava seu paladar dando a ele a vontade de provar novamente, mas não abusaria da sorte porque ele queria primeiro deixá-la extremamente confortável com os toques e sensações antes de treinar o seu corpo com o dele.

John queria deixá-la viciada nele como ela fez com ele desde a primeira vez que se encontraram.

Mas para isso acontecer, Sofia teria que nascer primeiro. Ele não arriscaria o conforto ou a saúde das delas por seus desejos que até então conseguia controlar, ele tinha mais controle antes de prová-la, agora nem tanto. O assassino começa imaginar Sofia nos braços de Pandora enquanto esperam por ele em casa, isso o deixa completamente vulnerável de uma forma que ele não acha ruim. Ele nunca estaria se sentindo fraco na presença delas, muito pelo contrário, isso dava ele forças para matar qualquer um que tentasse interromper sua paz e a paz de sua mulher e filha.

- John?.

O assassino saiu de seus pensamentos quando sentiu a mão dela em sua nuca a acariciando suavemente.

- Hum?.

- O que vai me mostrar? Eu estou começando a ficar com fome.

John ri suavemente antes de virar para a esquerda e tirar a venda dos olhos dela. Devido à claridade repentina, a morena fechou os olhos e os coçou suavemente antes de sua visão recuperar o foco. Pandora franziu a testa ao ver John parado ao lado da eu do antigo quarto que ficava.

- Eu queria ter te mostrado ontem, mas tivemos aquele imprevisto.

- O imprevisto é uma mulher sem vergonha e vagabunda..- Pandora sibila..- Não gosto de mulheres como ela.

- Nem eu..- John concorda antes de girar a chave do quarto que estava trancado..- Conheça o quarto da nossa filha.

Pandora ficou sem palavras quando ouviu as palavras que saíram da boca dele, ele disse "nossa filha", e isso foi o suficiente para deixá-la em choque. Mas seu choque foi interrompido pela curiosidade do quarto e ela ficou sem fôlego também.

O quarto foi completamente modificado. As paredes antes cinzas agora tinham um tom rosa-claro, a antiga cama havia sumido e no lugar estava um berço branco com um dossel de renda branca. Havia uma cômoda branca com detalhes dourados, uma poltrona de amamentação perto da janela. Também havia uma guarda-roupa, alguns ursos de pelúcia em cima de estantes e um sofá pequeno para descanso.

BABA YAGA E A BASTARDA - Plus Size.Onde histórias criam vida. Descubra agora