Autora on.
Quando o amanhecer veio o dia rotineiro de John se iniciou, acordando as seis e ponto da manhã e ele desceu para tomar café da manhã, abrindo a porta para que sua nova companheira canina saísse para o jardim e rapidamente entrou quando a chuva engrossou e um trovão ecoou no céu. Ele sabia que devia por um nome nela, mas não tinha tal criatividade nem memória para aquilo. John a secou e estava prestes a tomar seu café, mas não colocou uma colher se quer na boca, ele se levantou e preparou uma bandeja preparando um café leve e colocou em uma bandeja. Ele levou para o segundo andar e se aproximou da porta e parou por alguns segundos, se perguntou o que ele estava fazendo, mas tirou esses pensamentos da mente quando bateu na porta duas vezes e esperou por alguma resposta.
Mas não obteve nenhuma.
John abriu a porta e viu que ela ainda dormia na mesma posição na qual ele a havia deixado. O assassino se aproximou da cômoda e deixou a bandeja sobre ela, se sentando na beirada da cama ele a observou. Parecia cansada, pálida e ferida, e John não sabe se ela sofreu algum dano interno quando a viu ajoelhada contra a porta de vidro da noite anterior. John viu que a testa dela brilhava em suor frio e imediatamente tocou na testa dela e como suspeitava estava quente, ele imediatamente saiu do quarto e pegou o telefone do porão ligando para o médico. Mas naquele momento a energia foi embora os deixando sem comunicação alguma, seu celular não tinha sinal devido à chuva forte.
- Droga.
John voltou para cima para ver como ela estava e se sentou na beirada da cama outra vez, mas ele estava do lado dela e não afastado. Gentilmente ele apertou os ombros dele e a sacudiu, mas não com força.
- Pandora?..- John a chama..- Consegue me ouvir?.
Pandora forçou seus olhos se abrirem, mas tudo era embaçado e completamente difícil de distinguir. John viu quando lágrimas escorreram por seus olhos e fracamente ela lutou para se manter longe dele, pensava que fosse Maxim Petrov. John queria ter prolongado a morte dele, mas estava com pressa naquele momento para sair daquele lugar com ela em seus braços.
- P-Por favor, me mate..- Ela sussurrou com a voz rouca..- Eu não aguento mais. Mate-nos, por favor.
John ouviu, mas não queria ter ouvido aquelas palavras. Quão cansada de lutar ela estava? Quanto abuso físico e psicológico ela passou com os Tarasov antes de chegar a Petrov?.
- Não vou matar nenhuma das duas, mas preciso que me diga, o que sente?..- John pergunta vendo que ela estava lutando para se manter acordada..- Pandora, me diga o que sente?,
A morena franziu a testa não reconhecendo o homem acima de si, mas não se parecia com nenhum dos homens de Petrov. Não parecia que ele queria machucá-la ou algo do tipo, mas ela não tinha forças para raciocinar naquele momento de fraqueza.
- Por favor, me diga.
Sua voz era suave e rica como o vento das colinas onde vivia e seus olhos eram de castanho escuro que beirava ao preto, eram belos como a noite profunda sem nuvens, sem estrelas, sem lua. E seu tom suplicante não era desesperado ou exigente, apenas preocupado e gentil. Pandora se virou para deitar de lado e segurou a barriga, ela não sentia a agitação de sua filha.
- Meu bebê..- Pandora murmura fraca ao tirar o lençol de si..- Eu não sinto o meu bebê.
John olhou para a barriga dela e a tocou sentindo um gelo o percorrer. Ele pensou em Petrov, se perguntou se o russo havia envenenado a própria filha. John se ajoelhou no chão ao lado dela e a olhou nos olhos, ele viu que ela tentava ficar acordada e o tempo lá fora não era um dos melhores.
- Escute, nada de ruim aconteceu a sua filha..- John não sabia do porquê estava prometendo algo que poderia estar ao seu controle ou não..- Ela está bem.
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BABA YAGA E A BASTARDA - Plus Size.
Fanfiction"Não faça do amor uma obsessão, o amor é sensível demais para ser sufocado e quando o amor se torna uma obsessão, também se torna perigoso.'' Pandora se assustou quando um homem misterioso apareceu no funeral de sua mãe alegando ser um amigo, mas el...
