Sinto dor no punho pois ele segura, bem aonde estava o roxo que ele tinha deixado.
Fico encomodado, e tento mecher meus punhos, ele percebe.
_Está doendo. Ele pergunta.
Faço uma cara feia.
Ele me solta, fico deitado no chão.
Ele estende a mão para mim, eu a pego, ele me ajuda a me levantar.
_Vai responder minha, pergunta, agora? Ou quer outros ematomas? Diz ele apertando meus pulsos e de frente comigo olhando, nos meus olhos.
_Vai se foder. Digo furioso e segurando a dor nos punhos.
Ele me joga contra uma árvore, levanta meus braços segurando meus pulsos mais forte, diz irritado:
_Pare de agir, feito criança.
Ele da uma brecha, consigo escapar dele puxando meus braços e o empurrando em seguida.
_Cri..cri..criança. Gaguejo.
_Você, primeiro agride a mim, aquela noite, depois derrepente, me agarra, me deixa cheio de atomas, e hoje apareçe se esfregando, com uma garota, e eu sou uma crinça? Explodo.
Olho para seu rosto, ele está furioso, aquilo me deu medo me deu vontade de correr.
Vejo ele fechando seus punhos com muita força, sigo meus estintos, e saio correndo aos chalés, ouço ele atrás de mim, quando vou olhar é tarde, ele me derruba, me pega com as duas mãos pelo colarim, me levanta, não toco os pés no chãos, me joga, contra uma parede de um chalé, vejo seus punhos se levantando, fecho meus olhos, escuto um barulho enorme, do meu lado direito, abro os olhos, e vejo que Henrique fez um buraco na parede do chalé, se aquele soco tivesse acertado em mim, tinha certeza, que ia fazer um estrago enorme.
Fico apavorado, sinto lagrimas em meu rosto.
Ele tira a mão dele do buraco, ele vai leva-la em direção, ao meu rosto, viro o rosto, fecho os olhos forçadamente, com medo do que ele ia fazer.
Sinto os dedos dele em meu rosto enchugando minhas lágrimas. Abro meus olhos, olho para ele, que pareçe desfarçar a cara de ódio com uma de dor, solto um suspiro, e caio de joelhos no chão aos choros encontroláveis.
Vejo Henrique se virando, e indo embora.
Fico por la por mais alguns minutos.
Depois vou para meu quarto, e caio no sono, dias se passam, tudo fica calmo, não vejo Henrique des daquela noite.
Eu estava fazendo uma fachina em meu quarto, até que ouso Lucas comentar com Rafa:
_O que será, que aconteceu com Henrique?
_Não sei, ele não atende, mais nenhum telefonema,ou responde, as mensagens. Diz Rafa.
_Também, soube que ele separou da namorada. Comenta Lucas.
Não sei o que me deu, mais fiquei, mechido com aquilo.
Vou comversar com Angel.
_Você sabe do Henrique, os meninos estão preucupados? Pergunto.
_Não, só que a namorada dele me ligou esses, dias perguntando, se eu sabia o que tinha acontecido, com Henrique, pois ele tinha ido ao banheiro naquele dia da festa, e quando voltou estava estranho, quis embora, e ao chegar no seu chalé terminou com ela sem montivos. Explica Angel.
Eu não tinha contado que tinha acontecido aquele dia para Angel, e nem Lisana.
Faço uma cara de preocupado. Angel desconfia e pergunta: _Você sabe de algo?
_Não. Minto. Fico com, aquilo na cabeça, será que foi por minha culpa ele ter terminado, com a namorada e sumido daquele jeito. Sinto-me culpado, por um tempo até não aguentar mais. Ligo para Lisana, por que sei se ligasse para Angel ela faria um monte de perguntas que eu não iria gostar de responder. Combinamos de nos encontramos, na frente do lago. Estou à espera dela sentada em um banco. Ela chega senta-se ao meu lado e pergunta:
_O que ouve?
_Não posso te contar, não agora, você entende? Lisana, não era muito curiosa e conseguia entender a pessoas muito bem.
_Claro. Ela diz.
_Você poderia me levar até onde Henrique está ficando? Pergunto. Vejo a curiosidade em seus olhos. _Sim. Ela responde, sem nenhuma pergunta.
Ela me leva, até o chalé onde Henrique está, em uma estrada de chão, um pouco longe dos outros, perto de um lago gigantesco. Ela estaciona na frente com seu carro, azul vibrante.
_Você quer que eu espere? Ela pergunta.
_Não. Digo saindo do carro. Ela sai, respiro fundo, e decido ir até o chalé. Vejo o carro dele estacionado embaixo de uma árvore enorme, seu carro era gigantesco, e prateado. Chego, na frente, me da vontade de ir embora, mais crio coragem, e bato na porta. Ninguém aparece, bato mais 3 vezes, nada, então decido abrir a porta, coloco a mão no trinco e o giro, ela se abre, entro, e digo:
_Olá, alguém? Não aparece ninguém. O chalé, onde ele estava, eram todos de madeira escura, com uma TV enorme, uma lareira no meio da sala, uma cozinha grande, vejo os quartos, tem 2, olho os dois, ninguém, até no banheiro no fim do corredor olho e não vejo ninguém. Ao voltar do corredor, dou de cara com ele entrando pela porta. Ele está, todo, molhado, e sem camisa só de sunga. Fico envergonhado. _Você sumiu? Pergunto.
_O que faz aqui? Ele pergunta, ignorando minha pergunta.
_Eu, fiquei preocupado. Digo. Ele passa por mim, me ignorando, pega uma toalha que estava no banheiro começa a se enxugar. Ele vai até o quarto dele, eu o sigo e pergunto:
_Você está bem?
_Estou ótimo, diz ele. Ignorando-me. Vou dizer algo, ele se vira de frente comigo, e tira sua sunga, molhada. Fico constrangido, sem reação e olho para baixo.
_È...è...é. Digo gaguejando, pois deu um branco em minha cabeça. Ele passa desodorante em suas aquicilas, veste uma camiseta, um short, e diz: _Melhor você, ir embora, estou esperando visitas.
_Quem. Pergunto irritado, por causa da sua ignorância.
_Não é da sua conta. Diz, ele trombando em mim e indo para a sala. O seguro pelo braço forte. Ele para, espera eu dizer algo, mais não consigo. Ele puxa seu braço e diz:
_Melhor você ir. Ele vai até a sala, abre a porta, e fica a minha espera.
_Não vou embora. Digo.
_Por que, pergunta, ele fechando a porta com muita força e indo a minha direção. Ele me joga na parede, coloca sua mão nelas me prendendo entre ele e ela. Fico com, medo, ouço sua respiração aumentar.
_Te fiz uma pergunta? Ele diz, irritado, olhando, fixamente em meus olhos.
_ Fiquei preocupado! Digo. _Então, você, veio de lá até, aqui por que estava preocupado? Ele diz mais furioso. Irrito-me, explodo e digo aos gritos:
_Não, vim por que, por algum motivo idiota estava, com saudades.
_Saudades, do seu cheiro, seu toque, seu beijo. Sussurro timidamente, olhando para o chão, pois não me aguentei olhar para seus olhos. Ele, me solta, devagar, e diz:
_Você, é um idiota, não tem medo, do que posso fazer com você? Ele pergunta arrependido. _Tenho. Digo. Ele se assusta. _Mais não aguento ficar longe de você. Sussurro, dessa vez encarando-o olhando dentro dos seus olhos. Ele se assusta.
_Você, é um idiota mesmo. Diz ele com um tom arrependido. _Você, sabe o que eu sou capaz de fazer, você viu e foi capaz, de sentir. Ele fala, com uma voz, como se estivesse, sentindo dor. Meus olhos se enchem de lágrimas, e digo:
_Eu sei, mais acho que estou te amando, e já não sei o que fazer, nunca tive uma paixão tão forte. Digo confuso.
_Não, posso te deixar você ser afetado, pelos meus ataques de bipolaridade. Ele diz, com um tom baixo.
_Não é você que escolhe isso. Digo se aproximando, dele.
_Não, por favor. Ele diz, estendendo, o braço para me parar. Pego o braço dele coloco em minha cintura, e delicadamente, coloca a mão em seu rosto, que já estava nascendo barba, e o beijo, um beijo muito carinhoso. Ele me abraça, com os dois braços, fortemente, e o beijo se torna intenso, e guloso, sua língua se entrelaça com a minha. Ele me joga contra a parede. Ele poem suas mãos sobre a minha e começa a beijar meu pescoço, dessa vez percebo que ele está sendo carinhoso.
Sinto seu pau em minhas costas, quase pulando de seu short.
Ele abaixa minha calça.
Desçe as mão até minha bunda e a aperta cada uma das minhas nadegas.
Ele abre seu short, tira seus 22 cm, era muito bonito, grosso, e cabeçudo.
Ele baixa minha cueca, gospe na sua mão passa na cabeça de seu pênes, ele encosta, o queixo em meu obro e...
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Sperber 2.0 (Romance gay)
RandomPablo é um menino de 18, anos que vai passar as férias de verão em um acampamento, onde ele conheçe, Henrique um cara agressivo, e muito obscuro, com muitos segredos. Pablo acaba se apaixonando por ele, e vivendo muitas aventuras Sexuais...
