capítulo 41

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Ísis
🧸

— Estamos começando mais um Podpah, e com uma pessoa que vocês mais encheram o saco nos últimos tempos.

— Papo reto, e fizemos de tudo pra ter ela aqui, viu? Agenda apertada, shows sobre shows.

— Verdade. Tá gatona ela, né não, Mítico?

— Ela sempre é foda nos looks, Igão.

— Verdade. Mas antes de apresentar nossa convidada de hoje, vamos falar dos nossos patrocinadores.

Eles começaram a apresentar os patrocinadores de hoje, e eu fiquei quietinha esperando o meu momento. Não vou mentir que cada risada que o Mítico dava era motivo de querer rir muito.

— E hoje estamos com ela, a baiana mais paulista e que gosta de um flerte. Ísis Bnd, palmas pra ela.

— Oi, família. — digo animada, batendo palmas junto com eles — Com qual câmera eu falo?

— Com a que você quiser, aqui é seu.

— Ô véi, não me dê liberdade, de verdade. — a gente ri.

— Quero começar agradecendo por você ter aceitado vir aqui. Era uma vontade nossa ter um episódio com você.

— Sério, Mítico? Aí que massa… — digo feliz — Eu também morria de vontade de vir aqui, só via vocês chamando o pessoal todo que eu ando e eu nada.

— Tá ligado? Mas chamamos também na hora certa, com mais vivências, mais músicas, mais shows.

— Sim, verdade.

— Posso tirar uma dúvida? — Igão pergunta, e eu concordo — O que seria o BND?

— De começo era pra ser apenas a abreviação do meu sobrenome, que é Bernardes, mas o povo interpretou como bandida e, pra mim, tá tudo bem. Tem fãs que me chamam de bandida até, acho massa.

— Pra mim era pelo bandida mesmo. — Mítico diz.

— A interpretação é livre, amigo, mas nos shows é bandida pra cá, BND pra lá.

— Já entrando nessa linhagem de shows e vivências, como foi roncar lá fora? — Igão pergunta.

— Meu Deus, foi uma delícia. É uma satisfação perceber e ver que seu sucesso está chegando além do que você planejou, sabe? — eles concordam — Meu plano inicial e único era ser conhecida pelo menos aqui no Brasil, mas isso se estendeu tão rápido.

— Você é muito especial pra ser limitada apenas aqui no Brasil, de verdade. — Mítico diz, e eu sorrio — E como foi ver pessoas lá de fora cantando suas músicas no show?

— Foi perfeito, eu nem consigo explicar. São coisas que eu não imaginava acontecer, mas é foda.

— E você foi pra onde?

— Fomos pra Europa, tá ligado? Então conhecemos França e Espanha. Queria ter dado um pulo na Grécia, mas não deu. Inclusive, o pessoal fica pagando maior pau pra França e eu tenho uma reclamação. — digo, e eles fazem um “ih” — Muito rato, muito rato, véi. Principalmente perto da torre lá em Paris, chega a dar agonia, viado.

— Verdade, perto dos restaurantes também.

— Tá ligado? Horrível! Eles trouxeram os pombos pra cá e, no final, continuam com eles e agora cheio de bicho, inseto.

— Pombo serve pra quê?

— Pra nada, Mítico. Nem predador ele tem. — digo indignada — Só serve pra ficar um monte lá em Campo Grande de Salvador e em Osasco.

— Osasco é ponto de colonização deles. — Igão fala — Pra mim eles e as tias das barraquinhas têm algum tipo de plano, porque o pão fica bem molhado naquele saquinho que você nem consegue pegar direito.

— Pois é, eu fico retada com essas coisas.

E ali fomos rendendo assunto. Eu estava um pouco tensa, não pelos meninos, mas pelo ambiente. Muitas câmeras te capturando ao mesmo tempo e muitas pessoas assistindo. Meu irmão e as meninas estavam ali me acompanhando e me deixando um pouco mais leve.

— Rolou um burburinho aí no Twitter…

— Que burburinho? — pergunto interessada — Eu nem tenho Twitter mais, amigo.

— Sério?

— Concordei.

— O pessoal lá não tem noção do que fala, sabe? Então eu prefiro nem triscar lá.

— Enfim, estavam falando que você tava namorando com um cara da sua equipe. — dou risada — É verdade?

— Gente, alguém me mostrou isso, nem lembro. — dou mais risada, e eles me acompanham — Vem cá, Miguel.

Meu irmão me olha com um sorrisinho e vem até mim. Eu sabia que esse safado ia gostar de uma aparição.

— Dá “oi” primeiro.

— Oi, família. Tudo bem? — cumprimenta os meninos com um toque.

— Bonitão, hein, pai.

— Valeu, irmão. — fez um hang loose.

— Então, fofoqueiros de plantão do Twitter sem o que fazer, o único homem da minha equipe é meu irmão, que é meu assessor, tá?

— Línguas de ladeira. — ele diz no microfone.

— Nossa, mas vocês se parecem muito.

— Pois é, é nítido que somos irmãos. O pessoal confunde muito amizade com relacionamento.

— Ou seja, gatinhas, tô solteiro. — diz olhando pra câmera e solta beijo antes de sair, fazendo nós rirmos.

oi vida, boa noite!!Aparecendo já, tava insegura com esse capítulo mas dá para algo kkkk

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oi vida, boa noite!!
Aparecendo já, tava insegura com esse capítulo mas dá para algo kkkk

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