|Capítulo 26|

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P.O.V Narradora

O elevador da Caverna Man se abriu com seu tradicional ding! metálico, revelando Henry, Charlotte, Jasper e Pipe. O grupo saiu andando lado a lado, ainda comentando o que tinham feito naquela tarde entre tentativas falhas de relaxar e o peso da tensão não resolvida entre Henry e Amy.

Antes que qualquer um pudesse dizer algo, Ray surgiu empolgado, gesticulando como uma criança que acabara de ganhar um brinquedo novo.

— Gente! Notícia mega animada! — disse ele, abrindo os braços dramaticamente. — Finalmente... eu e o Kid Danger vamos aparecer em um programa de TV!

Henry revirou os olhos e soltou um suspiro impaciente.

— Eu já sei disso, Ray. — murmurou, indo direto para o sofá e se jogando com o peso de alguém que carregava o mundo nas costas.

Charlotte, mais animada, completou a informação.

— O pai da Amy vai apresentar o programa. Ele é o âncora principal da emissora.

Ray arregalou os olhos e apontou com um dedo teatral.

— A garota do elevador?! Aquela que você salvou?

— Sim.—todos disseram em uníssono

— Aquela mesma garota que Herny vive discutindo?—Ray continuou

— A própria.—Charlotte assentiu

Henry cruzou os braços, bufando alto.

— E também a mesma garota que... — ele não terminou. Fez apenas um gesto no ar, como se aquilo explicasse tudo. — Isso vai ser um desastre.

Pipe, que estava ao lado, comentou inocentemente:

— Mas eu gosto dela. Ela tem estilo. E é engraçada. Principalmente quando briga com você, Henry.

Henry lançou um olhar cansado para a irmã.

— Obrigado, Pipe. Super apoio emocional.

Ray bateu palmas, animado demais para perceber o clima tenso.

— Vai ser incrível! Um herói diante das câmeras, o público vai amar! E... Kid Danger, só tenta não parecer que tá apaixonado, tá?

Henry se levantou com um suspiro dramático.

— Eu não tô...

— Tá sim.— Charlotte e Jasper interromperam

Henry passou as mãos no rosto, como se tentasse apagar o constrangimento do próprio cérebro. E a única coisa que ele conseguia pensar era

"Como eu vou encarar a Amy... na frente de milhões de pessoas... sendo Kid Danger?"

(...)

A luz da sala estava suave, banhando os móveis com um tom acolhedor. Amy estava jogada no sofá, enrolada em uma manta leve, mexendo distraidamente no celular enquanto a TV exibia algo em segundo plano. O som da porta se abrindo chamou sua atenção, e logo depois, o cheiro delicioso de pizza invadiu o ambiente.

𝗗𝗔𝗡𝗚𝗘𝗥 𝗟𝗢𝗩𝗘𝗥 | 𝐇𝐞𝐧𝐫𝐲 𝐇𝐚𝐫𝐭Onde histórias criam vida. Descubra agora