Vi a porta de casa ser aberta e minha mãe sair correndo, sorrindo alegre, enquanto abraçava Liam e a mim juntos.
-É tão bom ver vocês. – ela disse e logo olhou para o carro, a procura de algo. – Cadê o Harry? – ela perguntou.
-Ah, ele não veio. – falei e mordi o lábio inferior.
-Ta tudo bem entre vocês? – ela perguntou, quando Liam se distanciou para descarregar o carro.
-Está, sim. A gente só, quer dizer, a gente ta bem, eu acho. – enrolei-me com as palavras e praguejei para mim mesma.
-Sei. – ela observou-me por um tempo e depois deu um sorriso. – Conversamos sobre isso depois. Estou tão feliz que estão aqui. – ela agarrou meu braço e o de Liam para levar-nos para dentro. Cumprimentei meus avós e depois fomos nos instalar no quarto.
Eu e Liam, como sempre, ficamos num quarto que continha uma beliche, mas minha mãe falou que eu podia ir para o quarto de hóspedes se quisesse. Ela sabe que dormir no meu antigo quarto não era fácil. Acabei aceitando após entrar no quarto e ver os pôsteres de times de baseball que eu vi Dylan colando na parede e que eu briguei tanto com ele porque o quarto também era meu e eu odiava que parecesse que apenas um garoto dormia ali.
Essas brigas me parecem tão idiotas agora.
Deixei minha mala em cima da cama do outro quarto e dei uma olhada em meu celular ao lado dela. Quando vi, já tinha discado o número de Harry estava apenas esperando que a conhecida e rouca voz atendesse do outro lado.
POV Harry
-Ah qual é, Harry?! – Louis deu-me um empurrão no braço, rindo. – Faz o maior tempo que nós não saímos. E no final das contas, seria apenas nós dois, bebendo como sempre fizemos.
-O problema é que eu sempre saio com uma garota no final da noite.
-Eu nunca fiz isso. Porque tenho a Els e sei controlar o meu pau. Agora se você não sabe... – ele deu de ombros.
-Seu idiota, sabe que eu não sou confiável depois de uns drinques.
-Seria apenas eu e você, como nos velhos tempos.
-A Juliana não ia gostar disso. – observei.
-Pelo contrário, meu amigo, ela já estaria bebendo. – ele riu. – Vamos Harry. Eu sou seu melhor amigo e a sua namorada está a mais de 100 quilômetros de distância. O que pode dar errado? – ele me olhou com esperança e eu revirei os olhos.
Juliana não quis levar-me então vou aproveitar o tempo que tenho com o meu amigo, como ela me disse para fazer.
-Onde? – perguntei e Louis sorriu.
(...)
-Mais um, mais um. – Louis falou enquanto entornávamos o décimo ou vigésimo – perdi a conta já – shot de vodca. – Olha, eu senti falta disso.
-Eu to me sentindo um imprestável. – gritei rindo para ele, por cima do som da música.
-Você é. – ele gritou de volta, enquanto enchia nossos pequenos copos novamente. – Aos imprestáveis. – levantamos nossos copos e bebi todo o liquido de novo. Meu celular vibrou em meu bolso. O nome de Juliana piscava na tela, dando-me um pouco de dor de cabeça. Eu dei uma risada baixinha, minha cabeça girando enquanto eu me concentrava em ignorar a chamada.
Pisquei os olhos com dificuldade. Melhor eu sair daqui, antes que vomite em alguém.
-Onde você vai? – Louis perguntou.
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STOCKHOLM SYNDROME | H. STYLES
Fanfiction"Síndrome de Estocolmo é o nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor. A síndrome de Estocolmo...
