capítulo 30- susto

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Sophia

Algo extremamente macio aparecido com uma bola de algodão, acariciava meu pé, me fazendo estremecer. Subiu lentamente por minha panturrilha, e quando chegou próximo a dobra de meu joelho, senti uma leve pressão.

-Hum... - gemi lânguida, lutando subconscientemente contra o meu sono.

A mesma carícia foi repetida, na outra perna, com a diferença de que a mordida foi mais intensa, indo diretamente ao centro do meu prazer, fazendo-me arquear.

Abri os olhos e surpeendi-me ao me deparar com Arthur nu, em toda sua glória, ajoelhado aos meus pés. Ao perceber que eu abri os olhos, ele sorri safado.

-Eu não consegui resistir, desculpe. - disse, com um falso olhar de arrependimento.

-Isso é bom. - murmurei, com a voz momentâneamente rouca. Não estava nem um pouco incomodada por ser acordada daquela forma, e tinha que demonstrar isso a ele.
Ele abriu um sorriso orgulhoso, e continuou a torturar-me.

Mordiscou a parte interna da minha coxa com avidez, e eu gemi descaradamente.
Segurei seus cabelos com as mãos e puxei-os. Eu estava extremamente molhada, pronta pra recebê-lo.

Ele subiu ,e me beijou. Um beijo exigente e selvagem que fez minhas pernas tremerem. Sua língua tomava a minha, explorando toda minha boca. Seus lábios desceram até meu pescoço e meus olhos se fecharam instantaneamente.

Seus lábios rastejaram até os meus seios. Beijou meu colo enquanto abria vagarosamente a camisa dele, na qual eu estava vestida.

Assim que nos livramos dela, Arthur olhou-me com desejo ao notar meus seios livres, sem sutiã.

Abocanhou um, enquanto sua mão trabalhava no outro. Chupava avidamente, e deu uma mordida no bico, partindo para o outro.

Quando terminou de dar atenção aos meus seios, beijou minha barriga, me fazendo ter arrepios.

Traçou toda a linha da cueca que eu estava vestida, com os lábios e lá estava eu puxando seus cabelos de novo.

-Arthur...- eu dizia palavras incoerentes, dominada pelo desejo.

Ele voltou a ficar de joelhos, e tirou a única peça que restava em mim.

Voltou a dedicar suas atenções à minha coxa, me inflamando.

E foi aí que ele parou, para logo voltar, mas com a língua em outro lugar.

-aah, porra!- gritei.

Ele lambia todo meu sexo me fazendo queimar, e gemer como nunca antes.
Caralho, aquilo era bom!

Sua língua esperta rodeou  meu clitóris inchado, e eu mexi meus quadris em sua direção.

-Aaah -

Chupou-o e mordiscou. E eu já não era mais dona de meu corpo. Gozei gritando o nome de Arthur.

Ainda estava recuperando-me, quando senti ele se posicionar encima de mim e me beijar. Eu senti o gosto do beijo de Arthur, misturado com o meu, levemente salgado. Porra, aquilo parecia incrivelmente sensual.

Seu membro rodeava minha entrada, como se pedisse permissão.

Arthur me penetrou de uma só vez, me deixando sem ar.
Ouvi-o gemer em meu pescoço. Seu gemido era maravilhoso, eu poderia ficar ouvindo ele gemer a vida toda.

No início ele deu estocadas vagarosas, nos torturando.

Seu ritmo foi aumentando, enquanto ele chupava meu pescoço, alternando entre ele e minha orelha.

Meu ChefeOnde histórias criam vida. Descubra agora