Capítulo 33- Ciúmes

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Oi meus amores, tudo bom com vocês?
Estamos na retaaa finaaal! Sim, também estou triste com isso :(
Mas toda história tem começo, meio e fim e com essa não é diferente.
Mas calma que ainda tem muita coisaaa.
Muita surpresa e emoção.

Então  chega de enrolação né? Kk

PS: o capítulo está hot. (Só pra avisar porque tem gente que não gosta.)

Então é isso. Aproveitem a leitura.

BJ da Ray. 😘

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Sophia

Me surpreendi ao ouvir a voz aparentemente calma de meu pai. Pensei que quando Arthur contasse, ele ficaria bravo e proibiria. Mas não, ele só quis saber as intenções dele, e isso fez com que uma parte de meus anseios fossem tirados, me fazendo suspirar.

Mas quando meu pai perguntou-lhe se me amava, eu prendi a respiração e não me contive. Tive que entrar, pois não sabia se estava preparada pra ouvir sua resposta, caso fosse negativa. E também tinha a questão egoísta de que eu queria- e deveria- ser a primeira a quem ele dissesse a frase.

Não que eu estivesse ouvindo a conversa a muito tempo, não, eu só não aguentei ficar sentada naquele sofá. Não estava nem ouvindo o que as visitas conversavam, de qualquer forma. Só conseguia pensar de que forma o sr.  Alencar estaria tentando assassinar meu namorado.

Talvez ele não tivesse forças suficientes para isso, devido ainda estar se recuperando.

Não. Papai era forte e com certeza poderia pegar uma cadeira e jogar contra Arthur.

Balancei a cabeça e me levantei. Talvez eu os contivesse caso entrasse no meio.

- Aonde vai, Ursinha? – meu tio pergunta, mas dá um sorrisinho confirmando que já sabe exatamente aonde vou.

- Ham... Vou lá em cima, dizer ao papai que já está na hora de tomar seus remédios. – minha desculpa não era uma mentira. Estava mesmo na hora.

- Sim, claro. – seu sorriso se amplia.
O que há com ele?

Subo as escadas fazendo uma careta.
Procuro primeiro nos quartos, mas eles não estão em nenhum deles. Ando pelo corredor, até que ouço a voz de Arthur. Estão na varanda.

- Eu nunca faria mal a sua filha propositadamente. Ao contrário, eu mataria qualquer um que a fizesse chorar. – sorrio ao ouvir essa declaração. Não tenho nenhuma dúvida quanto a isso. Me aproximo mais, escondida atrás de uma parede.

- Bom ouvir isso. – eles sorriem – sei que pode parecer idiotice, mas... Você a ama? – essa era a minha deixa. Eu tinha que Interrompê-los.
Saí detrás da parede, e apareci, surpreendendo aos dois. Eles me olharam com divertimento nos olhos, e eu corei como um pimentão.

- Oi. – murmurei.

- Filha! – papai disse.– Aconteceu alguma coisa? –

- Não. Quer dizer... Está na hora de tomar seus remédios. – ele olha em seu relógio para se certificar. Em seguida dirige seu alhar a mim, com um sorriso de agradecimento.

- Obrigada por avisar, já estava esquecendo. – beija minha testa, e sai me deixando a sós com Arthur.

Nossos olhares se encontram, e em questão de segundos a atmosfera entre nós muda. Eu o quero. Aqui. Agora.
Arthur não desvia seu olhar do meu, e eu me sinto queimar.

- O que foi? – pergunto timidamente.

- Você é linda. – sussurra, a voz momentaneamente rouca.
Fico feliz que Arthur me ache bonita, mas isso só faz com que minha timidez cresça ainda mais.

Meu ChefeOnde histórias criam vida. Descubra agora