Anne cumprimentou Marco, da mesma forma que à mim.
Nos sentamos à mesa e eu disse:
- Luna, prazer.
Ela sorriu.
- E você deve ser o Marco, certo? - Perguntou a meu irmão, o mesmo assentiu.
Óbvio que é ele.
- Quem mais seria? - Perguntei.
- O outro. - Respondeu exitante, olhando de soslaio para meu pai.
Eu simplismente não acredito que, essa mulher saiba antes de mim e do meu irmão que existe o André.
Respiro fundo para me controlar, pois utimamente estou muito pistola.
- Ah, sim! - Digo.
- Bom gente, conte-me mais sobre vocês, quero conhece-los melhor. - Diz Anne empolgada.
- Calma amor, vamos fazer nossos pedidos primeiro, eles devem estar com fome. - Sugere meu pai.
- Ta bom, o que vão querer? - Ela nos indaga, jogando uma mecha de cabelo para o lado.
Não vou pedi hamburgue pois estou de dieta.., mentira sou magra de ruim mesmo.
- Eu quero um x-tudo e coca cola. - Falo.
- Eu vo querer sorvete. - Diz Marco.
- E você querida?
- Humm, acho que vou escolher açai. - Responde pensativa.
- Eu vou la pegar os pedidos. - Diz meu pai se levantando.
- Bom então vamos nos conhecer melhor. - Comenta Anne.
- Ta..., eu acho.
- Quantos anos vocês tem?
- Eu tenho 15, o Marco tem 6 mas vai fazer 7 em breve. - Respondo. - E você?
- Quantos pareço que tenho?
Penso um pouco, ela parece ter uns 22 ou 23.
- 23?
- Sério? Obrigada, tenho 26. - Responde sorridente.
Apenas sorrio.
- Sei que provavelmente não estão felizes, deve ser estranho ver seu pai namorando depois de tanto tempo. - Fala.
- Na verdade não é estranho, não para mim.
- É um pouco esquisito. - Diz Marco apoiando as mãos na mesa.
- Compreendo, mas eu digo desde já que não quero ser uma segunda mãe, e muito menos roubar o lugar dela.
Mas se fizesse isso, seria um favor.
Apenas assenti.
- Vocês tem vontade de morar com o Dan? - Nos questionou arrumando o óculos.
- Sim! - Marco respondeu tão rápido, como se fosse a melhor noticia do mundo, o que de fato realmente foi para o mesmo.
- Não! - Respondi séria, nesse momento meu pai já tinha voltado e escutou parte da conversa, ele me olhou meio cabisbaixo, e se sentou.
- Aqui estão seus pedidos. - Avisou colocando tudo em cima da mesa, com ajuda de um garçom.
Agradecemos e começamos a comer.
- Então, sobre o que falavam? - Meu pai perguntou, logo após bebericar seu milksheker.
- Nada de mais, só estava conhecendo eles melhor, perguntando idade, me apresentando, essas coisas. - Respondeu Anne e sorriu.
- Ah, claro! Já se conheceram pelo meno um pouco, isso é ótimo.
Eu e Marco não falamos nada, apenas comemos.
- Eu estava pensado, em vocês irem morar comigo, mas...
- Eu quero! - Marco gritou com a boca toda suja de sorvete.
- Calma filho - Disse e sorriu - mas não sei se sua irmã vai querer.
- Não vou mesmo. - Respondo olhando sériamente para meu pai, que logo desfez o sorriso.
Marco me olhou meio triste, o que quase me fez mudar de idéia.
- Mas por que? - Questiona meu pai, olhando fixadamente para mim.
- O senhor sabe o porque. - Respondi.
- Eu quero ouvir. - Falou sério, convicto do que queria.
Ok!
- Eu não gosto, na verdade eu odeio, o fato de que o senhor nunca se importar com o Marco, comigo eu não ligo, toda vez é assim, lembra das suas ex? Pois é, o senhor disse a mesma coisa " ai filhinhos vamos morar com o papai?" E uma semana depois mudou de idéia. Acho que isso é motivo o suficiente, ou quer que eu continue? - Expliquei calmamente, para não começar uma briga inutil novamente.
Meu pai olhou para baixo, e depois de uns segundos disse levantando a cabeça.
- Eu realmente mudei! Dessa vez será diferente. - Respondeu, e Anne segurou em sua mão.
- É Luna, vai! - Marco pede, me balançando.
Respiro fundo.
- Ok! Tudo bem - Eles sorriem - vou ser a idiota de sempre e ir com o senhor...
- Que bom! Você verá que realmente eu mudei. - Meu pai fala feliz.
- Pera que eu ainda não terminei - Falo calmamente dando uma mordida no meu lanche, depois continuando - Mas, se der um passo em falso, um tombinho pra trás, um motivo para me fazer proteger o Marco do senhor, o senhor não vai ter que se preocupar mais com sua carreira, porque eu mesma vou destrui-la.
Anne me olha um pouco assustada, mas meu já está acostumado com meu jeito, por isso não se supreendeu.
- Ok! Semana que vem, vocês já estarão lá, e obrigado filha.
Assenti.
- Obrigado Luna. - Marco fala me abraçando.
Ficamos conversando mais um pouco, e depois fomos comprar algumas coisas.
- Marco vem comigo, e Luna vai com a Anne. - Meu pai nos dividiu, com Marco montado em seu pescoço.
Eu pensei em contráriar, mas antes ele ir com o pai, do que com uma que ele nem conhece.
- Então vamos. - Anne me puxou pelo braço.
Entramos numa loja de roupas de rock, ela nem me conhecia mas que bom que sabia meu gosto.
- O que acha dessa? - Perguntou me mostrando uma regata com estampa da banda Asking harmoni.
Dei joinha pra ela.
Ela foi pegando quase tudo que viu pela frente, e depois me deu para provar.
Eu odeio comprar roupa, ter que provar e tal, o coisinha chata.
Das 30 que ela me deu, eu gostei de 10, e levei as 10.
Rodamos o shópin todo, até que nos encontramos com o meu pai e com Marco, os dois também estavam cheios de sacola, e Marco estava muiti feliz, o que me tranquilizou muito.
Fomos embora, estavamos mortos de cansaço (eu e Marco).
Dormimos o caminho todo, ate que chegamos.
- Acordem, chegamos. - Meu pai nos sacudia.
Eu levantei, e Marco ainda dormia no meu colo.
Eu o acordei e entramos, depois de muito tempo meu pai finalmente entrou na minha casa.
Chegamos com um monte de sacolas, Tóry estava sentada no sofá assistindo, mas veio nos ajudar.
- Vitória? - Perguntou meu pai supreso.
- Que é? - Tory disse mau-humorada.
- Nada, só estou supreso.
Levamos tudo para dentro, meu pai ficou um pouco e depois foi embora.
- Deixa eu advinhar.., ele ta namorando?! - Tóry supos, pois ja conhece o senhor Daniel.
- Pois é. - Digo me jogando no sofá, que sono.
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Povooo! Q saudades.
Votem e comentem.
Vlw povo, até
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Te odeio (Em Revisão)
RomanceLuna, é uma garota digamos que nerd, ela tem 15 anos e cuida do seu irmão de 5 e de sua vó de 60 anos. Ela é, educada com quem é educado com ela, respeita que à respeita, e ela acaba com quem acaba com ela. Nunca se apaixonou de verdade. Mas ser...
