Ah não! La vem o idiota do Diego.
- E ai Luna. - Ele diz.
Que sonso, ele acha que vou cair nessa? Até parece que alguém muda do nada assim.
- O que você quer? - Pergunto.
- Quem é esse ser? - Tóry pergunta.
- Sou Diego, amigo da Luna. E você?
Amigo? Meus testiculos!
- Que? Amigo?
- Sou uma pessoa, prima desse ser. - Ela diz apontando para mim.
- O que você quer aqui? - Pergunto.
- Nada, só estava pensando em passar o intervalo com você. - Responde.
Tóry me olha com aquele olhar, olhoso de olhasidade olhosa.
Como quem diz "hmm, sei"
Mal sabe ela, que é essa a desgraça da minha vida.
- Ah, então eu vou sair para deixar vocês avontade. - Diz quase saindo.
- Hey! Não, não! Você fica aqui. - Seguro a mesma. - Quem vai dar no pé é você.
Olho para ele.
- Eu? - Se faz de besta.
- Sim você! Nem vem com essa cara de besta não, porque eu não acredito em você, vai pode ir dando meia volta, ou uma completa. - Digo.
Ele faz uma cara de cão sem dono. Que ridídulo.
- Eu não quero mais brigar com você, estou cansado disso. Vamos fazer as pazes. - Estende a mão.
- Pazes? Você é a desgraça da minha vida, eu não quero você respirando o mesmo ar que eu. - Digo com raiva.
Tóry começa a ri.
- Ok. - Ele fala e sai.
Idiota.
- Para de ri! - Falo com raiva.
- Coitado do menino Luna, o foi que ele te fez? - Pergunta ainda rindo.
- O que ele fez? Nasceu! Ele nasceu para destruir minha vida, eu tenho raiva dele. - Respondo ainda cuspindo fogo.
- Nossa ajudou muito, mas sério. O que ele te fez? - Indaga novamente.
- Não lembro se te disse ou não,mas desde que cheguei aqui ele fica me atormentando. - Respondo.
- Desse jeito "ai Luna vamos ser amiguinhos?" - Pergunta sarcátisca.
- Não baka! Ele já me molhou, queimou minhas coisas, me empurrou me xingou. - Começo a dizer tudo que ele já fez.
Ela parece não acreditar muito, como se eu tivesse aumentando as coisas.
- Ok, se você diz. - Ela fala.
- É sério. - Fico emburrada.
- Eu disse que é ou não é? Não! Então aqueita o fogo no rabo.
- Baka. - Falo ainda irritada.
Não é possivel que até a Tóry, A TÓRY, leu bem? A Tóry tenha caido nessa.
Ele com aquela cara monga, convenceu até ela.
O intervalo acaba minutos depois, e voltamos para a sala.
- Tchau sua chata. - Ela diz.
- Tchau. - Falo.
Subo para a sala.
Me esbarro sem querer com alguém.
- Vê por onde anda gar.. - Essa voz tão irritante só pode ser a Ana.
- Desculpa. - Digo revirando os olhos.
- Ah é você, rapidinha em? Foi só eu largar o Diego que você já foi atrás do meu resto. - Fala.
Passo por ela ignorando-a.
- Isso fica caladinha, por que se latir será pior pra você.
- Han? Disse alguma coisa? - Pergunto sarcástica continuando andando.
- Isso sua **** lati longe daqui. - Grita.
Entro na sala.
Me sento no meu lugar.
- Diego. - Digo me virando para ele.
- O que?
- Seu idiota! Por sua culpa agora a Ana ta na minha cola. - Digo com raiva.
É impressionante como ele sempre arruma um jeito de ferrar com minha vida.
- Minha culpa? Por que?
- Para de se fazer de desentendido! Não vem com essa de que está mudado não, você acha que sou idiota? - Bato a mão na mesa. - Eu to cansada de você, CANSADA!
- O que eu fiz?
Argh! Vou dar uma voadora nele.
Essa cara besta de "não fui eu" "o que eu fiz" "seu amigo" vou dar um chute tão forte no nariz dele, que ele vai morrer sem consegui respirar.
- "O que eu fiz?" - Imito a voz dele. - Você tinha que me beijar na frente dela né? Brilhante por que não beijar a Luna na frente da Ana? - Digo sarcástica.
- Você prefere as escondidas? - Pergunta sorrindo.
Ahhhh! Vou bater nele.
Respiro fundo.
1,2,3...,4..5
Ele respira fundo também.
- Eu já pedi desculpas. - Ele diz.
Luna se acalma, não DA UM SOCO NA CARA DELE.
Não, serio. O que eu fiz de tão ruim? Eu cometi muitos pecados para merecer essa coisa na minha vida, só pode.
- Ok Diego, OK! - Falo querendo voar no pescoço dele.
Me sento relutante, e pude ouvir um risinho debochante.
Não sei se foi minha imaginação, mas acho que não.
Eu odeio admitir isso, mas o Diego que brigava e discutia era muito melhor, do que esse que me deixa sem argumentos.
O professor Rodrigo, de história chega e começa a aula.
Eu tento prestar atenção mas eu ainda estou com raiva do ser ao meu lado.
A aula acaba e todos arrumam seus materiais para sair.
- Luna.
Arghhh! Maldito.
- O que é? Seu verme. - Pergunto.
- Nada, deixa. - Ele Responde.
Esse garoto deveria ganhar o Oscar, porque ele atua tão bem.
O sinal toca e saimos da sala, encontro Tóry no portão me esperando.
- Vamos? - Ela pergunta.
- Vamos.
Saimos da escola e fomos buscar Marco.
- Luna, você não acha que deveria, sei lá sabe, dar uma segunda chance para alguém.
- Não, não acho.
- Pera! Esse Diego, é o mesmo que a Alana disse que era seu amor? - Ela indaga supresa.
- Que? Sim ela disse isso, mas é mentira, eu odeio ele. - Respondo banalizando o assunto.
- Ata! Ok né.
- Vamos mudar de assu..
- Ei! Querem carona? - Sou interrompida pelo Diego, que está no seu carro que deve custar minha casa junto com meus órgãos.
- Não! - Respondo rápido
- Sim! - Responde Tóry.
Ele me fita como se pedisse para eu entrar.
- Vá você então, eu estou ótima andando. Porque caminhar é OTIMO! - Dou enfase na ultima palavra, continuando andando ignorando o carro com a velocidade reduzida ao meu lado.
- Sério, vamos fazer as pazes. - Repete.
- Para de ser idiota, eu não vou cair nessa. Prefiro mil vezes o Diego arrogante do que o Diego pacifico.
Ele suspira.
- Ok. - O carro acelera e some do meu campo de vista.
- Ei! E minha carona? - Tóry questiona decepcionada.
Vou ter um treco de tanto estresse que venho passando, nesses dias.
Chegamos no Cel Vila do Sol, e pegamos o Marco.
- E ai, como foi la? - Questiono tentando não transmitir minha raiva pelo aquele ser.
- Muito legal, hoje um mágico foi la, e fez a mesa levantar. - Responde animado.
- Sério? Que legal, o que mais?
Ele continuou me contando o que o mágico fez, disse até que queria virar um.
Até chegarmos em casa, e nos deparamos com o carro do nosso pai.
__________________________
$&r&$ viv&nt&$$$
Como ces tão?
Votem e comentem.
0brigad@♡
VOCÊ ESTÁ LENDO
Te odeio (Em Revisão)
RomanceLuna, é uma garota digamos que nerd, ela tem 15 anos e cuida do seu irmão de 5 e de sua vó de 60 anos. Ela é, educada com quem é educado com ela, respeita que à respeita, e ela acaba com quem acaba com ela. Nunca se apaixonou de verdade. Mas ser...
