Capítulo 21

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Capítulo 21

"¿casualidad o destino? Ni una, ni otra. Fuimos un accidente sentimental que nos mató de amor."

Alfonso a estava a beijando, com o corpo desnudo sobre o dela, Anahi conseguia sentir as mãos dele lhe apertando, sua boca quente deslizando por sua pele enquanto a penetrava. Seus movimentos intensos, necessitados, fortes. Ela podia sentir o calor daquelas mãos, agarrada aquele corpo que lhe parecia perdição. O cheiro dele, as mordias que ela deixava em seu ombro enquanto ele investia nela com vontade, suas mãos deslizando pelas costas dele, ela sentia seus corpos em total encaixe e conexão, o suor, o tesão, ela apertou seu braço em um gemido desesperado prestes a atingir o êxtase. Ela sentia que estava chegando lá.

Quando acordou.

Suada, inquieta, com o coração disparado.

Anahi pegou o celular na cabeceira da cama vendo que já tinha dormido mais do que deveria e justo na melhor parte do sonho ela teve que acordar. Ela respirou fundo, passando a mão no rosto, seria possível? Ela já tinha ouvido histórias de mulheres que chegavam ao orgasmo durante o sono, mas não pensava que fosse relamente possível com ela. Era só o que faltava ela começar a ter sonhos eróticos com Alfonso aquela altura e por pior, acordar justo quando ia gozar. Mas parecia tão real, ela conseguia sentir os toques dele, o peso de seu corpo,seu orgasmo se aproximando.. Aquilo ia acabar por enlouquecê-la, era tão bom.

Ainda coçando os olhos e tentando tirar as imagens frescas do sonho da cabeça, Anahi saiu do quarto e encontrou Mane saindo do banheiro com Tony após lhe dar banho. Ela se sentia bem perto de alguém inútil perto de Mane, eram nem nove da manhã e ele já estava pronto, sua cama arrumada, o café da manhã feito, Tony de banho tomado e ela ainda com remela nos olhos e nem os dentes tinha escovado. Certamente ele precisava de uma disciplina e organização por Tony, com criança pequena você não tem a preferência de dormir a mais ou ficar de bobeira.

— Eu me sinto nessa casa como sua filha mais velha. — ela confessa e Mane ri.

— Ok, filhinha, vai escovar os dentes. — ela faz uma careta para ele divertida — Como foi o primeiro dia de trabalho? — ela dá de ombros.

— Cansativo, mas legal, o ambiente é divertido. — ela se limita, escondendo a visita da ultima noite — E você, como foi essa semana, tá se adaptando? E o Tony na creche? — Mane assente sorrindo.

— Maite disse que ele chorou nos primeiros dias quando percebia que estava sozinho, eu me sinto mal por incomoda-la, sabe? Ela está sendo tão legal com a gente e isso não é obrigação dela, interromper seu trabalho para ir até o Tony. — Anahi apareceu no corredor, escovando os dentes e fazendo uma careta presunçosa para Mane — Que foi? — ele pergunta intrigado e ela volta pro banheiro cuspindo.

— Maite ama crianças, Mane, ama. Se ela se ofereceu para te ajudar, você pode ter certeza que é de coração, Maite não costuma fazer nada que não quer por ninguém. — ela comenta e Mane sorri.

Tony fazia uma verdadeira zona no sofá querendo pular enquanto Mane tentava colocar a roupa nele, Anahi saiu do banheiro indo até Tony no sofá e pegando a roupa de Mane e pegando o afilhado no colo para aumentar a brincadeira, certamente.

— Deixa comigo, eu me entendo com esse perereco. — ela beija Tony, se sentando no sofá — Eu estava vendo uns carros usados numa feira, estava pensando em comprar um, eu tenho um dinheiro guardado e..— ele a interrompe.

— Podemos dividir se você não se importar. — Anahi pondera — Eu estava justamente pensando nisso esses dias, com o Tony pequeno preciso ter um carro para qualquer eventual emergência e dividindo não fica pesado para você também.

Amor sem OndeOnde histórias criam vida. Descubra agora