Isabella
Acordo pela manhã ainda estou com o pé engessado hoje finalmente tiraria o gesso me arrumo e desço para o café, não encontro Gabriel só Maria que faz o café.
-Bom dia Maria o Gabriel já se levantou?. Ela me olha com o rosto vermelho.
-Eu não o vi hoje senhora. Sabia, ele não dormiu em casa.
-Não me chame de senhora Dona Maria ou a caso sou tão velha assim?. Digo em tom brincalhão, a fazendo sorrir ela confirma com a cabeça e me sento para tomar meu café, quando termino já que o Gabriel não está em casa peço um taxi pra me levar ao hospital estou saindo pulando quando dou de cara com uma parede de músculos que quase me faz cair é o Henry ele me segura perto de si, mais logo me solta.
-Oi me desculpe. Ele diz.
-A culpa foi do saçi aqui. Falo o fazendo rir ele para e me olha.
-Onde vai? Me pergunta.
-No hospital tirar essa coisa. Digo apontando para o gesso.
-Seu taxi chegou senh... Isabella. Maria se corrige.
-Taxi? Eu posso acompanha lá?
-Não quero encomendar. Digo e ele ri.
-É literalmente meu trabalho. Diz e eu agradeço vamos até o táxi a viagem foi feita em um silêncio confortável sempre gostei mais de observar a viagem do que falar e parece que ele também, chegamos ele se oferece para me caregar mais eu não aceito dizendo que sou lenta mais ainda funciono muito bem, entramos na sala o medico me passa as instruções e quando acabamos e estamos saindo pego minha bolsa para chamar o táxi mais que otimo esqueci o celular falo para henry que vasculha seus bolsos e me olha com uma cara de surpresa.
-Má notícia eu esqueci o meu, desculpe. Pede.
-Imagina tudo bem é só acharmos um orelhão. Ele me olha incrédulo.
-Você sabe o que é um orelhão?. Riu de sua pergunta.
-Nossa claro que sim, eu nem sempre fui rica tá. Ele me olha com curiosidade.
-Bom acho que na praça deve ter algum não é?. Balanço a cabeça em confirmação, vamos andando e conversando ele me conta um pouco de sua vida e eu conto sobre mim bom não tudo ne mais sinto que posso confiar nele, chegamos na praça onde havia um parque também, eu corro pois sempre amei balanço Henry ri de minha cara de alegria.
-Meu deus uma criança num corpo adulto é só o que me faltava. Diz rindo
-Vamos não seja chato me balança. Digo e ele fica pensando por um tempo mais depois faz o que pedi, algum tempo se passou assim nos divertimos muito até que lembramos do motivo da vinda a praça, finalmente achamos um orelhão e chamamos um táxi quando entramos no táxi um senhor muito gentil depois de ouvir nossa história nos conta que do outro lado da rua ficava um ponto de táxi nos acabamos de tanto rim de nossa má sorte e falta de percepção chegamos em casa ainda rindo eu estou toda suja o que não é diferente para Henry que fica sério do nada olhando para a frente, me viro e lá está o Gabriel nos olhando com fúria....
Bom gente muito obrigado por seus comentários, espero ansiosa por suas opiniões, não se esqueçam de votar obrigado mais uma vez bjss.
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Casamento forçado
Roman d'amourGabriel um homem de 23 anos conhece Isabela de 17 em seu aniversário e desenvolve um desejo absurdo por ela,até onde a obsessão pode levar uma pessoa.
