A luz da manhã invadiu o quarto de Marinette, que abriu seus lindos olhos, incomodada com a luz da janela. Se remexeu ainda um pouco sonolenta, e sentiu algo quente macio, onde ela apoiava sua cabeça. Ela se sentou na cama, tentando entender o que era a coisa macia e estranha ao lado dela. Se assustou, e gritou internamente ao ver que não era uma coisa, e sim, o gato mascarado vestindo a metade de seu uniforme. Marinette imediatamente, levantou o cobertor rosa, preocupada. Ela ainda vestia seu pijama. Um suspiro de alívio saiu de sua boca. E isso acordou o loiro, que tampou seus olhos, tentando os proteger da luz do sol.
— Bom dia, princesa! — Marinette congelou:
"Não foi um sonho, eu vou surtar!"
Ele se levantou, e lhe deu um olhar preocupado.
— O que foi, princesa? Aconteceu algo? — Marinette já não prestava atenção no que ele falava. Estava atônita com os arranhões no peitoral musculoso dele, deixados por ela, na noite anterior.
— E-eu fiz isso em você? — Ele olhou para o próprio peitoral, e colocou sua mão atrás de sua nuca.
— Digamos que você estava um pouco selvagem ontem a noite... — Marinette tampou seu rosto envergonhada.
— M-me desculpe! — Chat noir a abraçou delicadamente.
— Hey, relaxa, já tive arranhões piores, acredite! — Ela não disse nada, apenas enterrou o rosto no peito dele, tentando se distanciar da súbita vergonha que invadia seu corpo.
— Está tudo bem, não está doendo, olha! — Chat noir coloca a mão de Marinette em seu peito. Marinette sente as batidas descompassadas do coração do loiro. Ela fica preocupada e, ao mesmo tempo curiosa.
— Chat, porque seu coração está batendo tão rápido? — Chat noir dá um sorriso doce para ela.
— Talvez, seja por causa de você... — Marinette sente sua pele ruborizar, com a declaração repentina dele. Ela se mantém pensativa, enquanto o olhava no fundo dos olhos.
— Chat, a gente pode ir um pouco mais devagar? — Essa pergunta fez o mundo dele desmoronar. Será que ela não gostava dele? Ele tinha medo de perdê-la, mas isso era melhor do que nada.
— Claro, Princesa! — Ele a beijou na testa, e se deitou preguiçosamente na cama. Marinette se deitou ao lado dele, e apoiou mais uma vez, a cabeça, no peitoral dele.
— Você não está, chateado, né? — Ele acariciava as costas dela, enquanto olhava para o teto pensativo.
— Não, está tudo bem! — Marinette semicerrou os olhos e fez um bico para ele.
— Não acredito! — Ele roubou um selinho dela, e disse:
— Que tal um segundo encontro? — Ela, sorriu.
— Você quer dizer primeiro encontro, né? — Marinette se sentou por cima dele.
— E aquele dia que eu te salvei, não conta com um encontro? — Marinette o contemplou incrédula.
— É claro que não! — Ele sorriu e roubou outro selinho dela.
— Tudo bem, vamos ter um "primeiro" encontro. — Ele fez aspas com as mãos, fazendo Marinette, jogar um travesseiro em cima dele.
[...]
Ao chegar no seu escritório, Marinette encontra Tikke, a sua assistente minúscula de cabelos avermelhados. Ela sorria e parecia estar rindo muito, de dar gargalhadas. Ela estava dando leves tapas no ombro de um rapaz, relativamente baixo, de cabelos pretos e olhos verdes. Marinette passou por eles, e deu um sorriso de canto:
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Mon Petit Chaton
FanfictionMarinette vive sua vida de sucesso, como uma estilista na famosa cidade luz. No entanto, as coisas acabam mudando, quando um cliente exigente, encomenda um traje de Chat noir.
