Alicia Evans era uma criança quando foi levada para estudar em um colégio interno. Apegada a mãe, sofreu com o distanciamento e mais ainda quando descobriu que ela falecera. Precisou enfrentar sua perda muito cedo, já exilada no internato. Depois de...
~🖤~ " Eu coloquei um feitiço em você, porque você é meu. É melhor parar de fazer as coisas que você faz." (I put a spell on you-Annie Lennox)
-Alicia Evans
_Vem cá delicinha!!_Carlos me chama. Corro pelos corredores do cabaré, tentando encontrar alguém, mas não encontro. _ Socorrooo._grito._Stephaniee???_chamo. Meu rosto está inundado de lágrimas e meus pés cansados de tanto correr. Não consigo encontrar a saída, pareço estar andando em círculo. Não encontro o salão principal. _Paradinha aí._Carlos fala atrás de mim. Estou em um corredor sem saída, tento abrir a porta de algum dos quartos, mas estão trancados. De repente, sinto o peso do corpo dele me pressionar contra a parede. _ME SOLTA!!!_grito. _Vou fazê-la mulher agora. Deliciosa!_fala. _ NÃO!_esperneio._Por favor.
_Amanda?_ouço a voz de David._Amanda, acorda!_sinto suas mãos tocarem meu rosto. Acordo assustada.
_David?!_ falo me sentando na cama e o abraçando. É um abraço forte. Sinto o suor descer pelas minhas costas e pelo meu rosto, umedecendo meus cabelos.
_Tive um pesadelo horrível!_sussurro perto do seu ouvido. Ele me abraça forte e sinto sua barba roçar meu rosto quando ele afasta devagar nossos corpos do abraço. Sua boca se aproxima vagarosamente da minha. Ele encara meus lábios com desejo, me fazendo arfar. Até que nossos olhares se encontram embriagados de desejo e nos beijamos. Sua mão sai das minhas costas e sobe até o meu pescoço, segurando carinhosamente. O beijo começa lento e se intensifica aos poucos. Nos ajoelhamos sobre a cama e colamos nossos corpos. Ele deixa a outra mão nas minhas costas, me puxando ainda mais para si. Deposito minhas mãos em seu peitoral e o acaricio. O beijo se torna urgente e delirante. Ele se inclina sobre o meu corpo, me fazendo deitar na cama, e fica por cima de mim. Sinto sua ereção tocar minha intimidade e arfo de desejo. Suas mãos passeiam pelo meu corpo e uma delas para no meu seio, apertando. Agarro suas costelas com força. Paramos o beijo e nos encaramos por alguns segundos com a respiração ofegante. Desço minhas mãos até sua camisa e abro os primeiros botões, tendo visão do seu peitoral peludo. Ele me encara sério e inesperadamente se afasta, se levantando da cama. Me sento na cama sem entender e ele sorri de lado. Então começa a abrir o restante dos botões da camisa e a tira, depois retira o cinto da calça. Fico estática olhando seus movimentos. Ele não tira a calça, somente desabotoa. Vem até mim e estende a mão. Pego em sua mão, me levantando da cama e fico de frente para ele. Não consigo pensar em mais nada que não seja o desejo enorme que estou sentindo por ele agora. Ele leva suas mãos até a barra da minha blusa e me encara, como se pedisse permissão. Retira devagar minha blusa, ainda olhando em meus olhos. Depois joga a roupa no chão. Se abaixa na altura do meu abdômen e desce vagarosamente minha calça. Ergo uma perna e depois a outra para que ele tire. Então fico somente de lingerie. Ele se levanta enquanto analisa meu corpo e em seguida se aproxima ainda mais. Meu corpo inteiro se arrepia quando ele toca minha cintura, subindo pela minhas costas e me puxando pra si. Com a outra mão ele agarra meu cabelo. Fecho os olhos completamente em êxtase. Me beija ferozmente e me faz andar para trás. Me sento na cama e ele inclina seu corpo sobre o meu novamente, me fazendo deitar.
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Prende meus braços contra a cama com suas mãos. Sinto sua barba roçar meu pescoço e ele me beija em um percurso até minha boca. Me beija ferozmente, arfo de excitação. Em seguida, desce os lábios até os meus seios e beija as partes não cobertas pelo sutiã. Suas mãos desprendem meus braços e percorrem meu corpo. Ele desce para o meu abdômen até chegar na minha intimidade. A beija por cima da calcinha, fazendo minhas pernas se contorcerem de prazer. _aan._solto um gemido. Abre minhas pernas com carinho e beija minhas coxas até chegar a virilha. Então ele para e vem até os meus lábios, voltando a beija-los. Sua mão desce até minha calcinha e massageia minha intimidade por cima do tecido com os dedos. Agarro suas costas, enterrando minhas unhas. _aah_ ele geme.
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O volume em sua calça se esfrega na minha perna. Está completamente duro. _ Amanda?_ouço Pietra chamar do lado de fora.
-David Scott
Alicia para nosso beijo ofegante e me olha assustada. Afastamos um pouco nossos corpos. _ É minha amiga Pietra._sussurra.
_ Deixa chamar!_falo. Tento a beijar, mas me impede virando o rosto. Beijo seu pescoço tentando acalma-la. _Posso entrar?_ a amiga dela pergunta.
_Não!_ Alicia responde desesperada, me fazendo rir.
_O que foi Pietra?_ouço a voz de Carlos, do lado de fora do quarto.
Me levanto imediatamente, prevendo a futura intromissão de Carlos. _ Se veste!_falo. Pego meu paletó para ela e a entrego, para que o vista. Visto minha camisa enquanto ela veste o paletó. Vou em direção à porta, fechando minha calça e alguns botões da camisa. Ouço Carlos resmungar do lado de fora quando abre a porta do quarto bruscamente. _ Amanda?_ chama, dando de cara comigo. _David!_fala espantado. Olho para Alicia/Amanda e vejo que está de costas e vestida com meu paletó. Carlos segue meu olhar e depois voltamos a nos encarar. A moça, Pietra, olha atentamente para mim e Alicia. _ Como você entra no quarto de alguém assim, Carlos?_falo áspero.
_Desculpa, Sr. Scott. Não sabia que estava a...
_ Isso não importa!_franzo o cenho com raiva._ Me espere no escritório!_ordeno.
_Sim, senhor!_fala sério e sai. A moça, Pietra, me encara por alguns segundos e então se afasta pelo corredor. Fecho a porta do quarto e vou até Alicia. _É melhor você ir embora!_fala quando me aproximo. Está séria.
_Algum problema?_pergunto.
_Isso não vai mais acontecer!_fala amarga e me encarando.
_Tudo bem._respondo entrando em seu jogo. Ela se vira de costas para mim.
_Você pode sair?_pergunta como se não me desse opção.
_Tem certeza?_me aproximo, encostando meu corpo ao seu e subo minhas mãos pelos seus quadris. Coloco seu cabelo para um lado e beijo sua nuca. Seus pêlos eriçam arrepiados. _ Saia David!_sussurra. _ Você não quer que eu saia._murmuro em seu ouvido. Ela se vira, me encarando com uma carranca. _ Quero que saia!_fala rude. Fecho minha cara irritado e depois de alguns segundos nos encarando sem dizermos nada, eu saio do quarto, fechando a porta bruscamente. Está irritada! Melhor deixá-la se acalmar. Vou direto para o escritório. Preciso ensinar para aquele imbecil quem manda aqui. Acho que ele ainda não entendeu!