Capítulo 42

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Toni mordiscava o canto da boca de Cheryl em um sorriso, porém se afastou quando ouviu a garota rir.

- O que foi? - Toni perguntou, enterrando seu rosto no pescoço de Cheryl.

- Isso é tchuneves, não é? - Cheryl perguntou segurando o riso e Toni riu constrangida.

- Meus amigos têm a mente criativa para nomes. - Toni disse e Cheryl riu baixinho.

- Nossos amigos, TT. Nossos. - Cheryl corrigiu sorrindo.

- Isso. Nossos. - Toni disse, levantando uma mão e acariciando o rosto de Cheryl, removendo logo em seguida uma mecha de cabelo de seus olhos. - Você é tão linda. - Toni disse suspirando, sentindo a mão de Cheryl acariciar suas costas.

- Sabe o que eu notei?

- Hm? - Toni perguntou em um murmúrio.

- Que eu fiquei nervosa, mas mesmo assim não pisquei daquele jeito. - Toni sorriu e assentiu.

- Nem sempre você vai piscar rapidamente quando estiver nervosa, mas, talvez, também pode ser porque você sabia que seu corpo não estava em perigo.

- É. - Cheryl disse, descendo a mão que estava nas costas de Toni até sua lombar. - Você disse que eu posso te tocar como eu quiser. - Cheryl disse e Toni sorriu, assentindo. - Posso apertar? - Cheryl perguntou quando desceu mais a mão até a bunda de Toni.

- Aperta. - Toni sussurrou, empinando propositalmente e fazendo Cheryl se excitar com a cena.

A mão da maior apertou a carne com vontade antes de puxar Toni mais para cima de si e levar sua outra mão até a bunda de Toni, apertando com as duas mãos e assim causando o atrito de suas intimidades. Toni olhou para Cheryl intensamente, esboçando um sorriso singelo antes de rebolar sobre o colo da garota, causando arrepios por todo o corpo da maior.

- Não entendo por que você demorou tanto para isso... - Cheryl murmurou, vendo Toni se aproximar e depositar um beijo sobre sua clavícula.

- Porque eu queria ter a certeza de que você estava preparada. - Toni disse com sua respiração contra a pele de Cheryl, rebolando um pouco mais rápido e fechando os olhos pelo prazer.

- Tudo o que você... faz é delicioso. - Cheryl disse entre um gemido e outro e Toni sorriu, arrastando os dentes pela pele do pescoço de Cheryl antes de lamber seu ponto de pulso.

Toni sentiu que gozaria e agilizou os movimentos, sentindo seu corpo começar a suar, segurando as duas mãos de Cheryl sobre o lençol antes das respirações descompassadas se mesclarem e de um gemido fino e rouco escapulir de seus lábios e ela começar a tremer sobre Cheryl. A maior olhava a expressão de Toni com pura adoração, estava encantada com as expressões faciais novas que descobria em sua namorada.

A menor, ao perceber que Cheryl não tinha tido um orgasmo, jogou o corpo para o lado e passeou com seus dedos desde o início da barriga até o clitóris de Cheryl, vendo a garota ter sua respiração mais pesada.

- Talvez isso doa. - Toni disse brandamente e Cheryl assentiu, puxando Toni para um beijo.

- Eu já te disse que li um livro de biologia todinho? Já estudei sobre isso, Toni. - Cheryl disse e Toni riu, massageando o nervo inchado de Cheryl ainda mais rápido antes de voltar a lhe beijar com devoção.

Cheryl puxou mais o corpo de Toni contra o seu e afundou as unhas na carne da cintura de sua namorada devido às sensações que seu corpo sentia. Quando a menor percebeu que os músculos se contraíriam logo, ela levou um dedo até a entrada de Cheryl e, ao constar que ela estava completamente encharcada, Toni penetrou seu dedo lentamente no interior da garota. A maior sentiu uma leve pressão que foi substituída por puro prazer ao sentir o dedo de Toni ir fundo, fazendo Cheryl gemer em puro deleite.

A menor fez alguns movimentos de vaivém e Cheryl arfou, mordendo o próprio lábio ao sentir outro dedo de Toni afundar em si.

Cheryl gemeu, jogando o pescoço para trás e sentindo seu coração bater cada vez mais rápido. Toni mordiscou o lóbulo de sua orelha e sua respiração contra o ouvido de Cheryl fez os músculos internos dela se fecharem contra seus dedos e a próxima coisa que Toni sentiu foi o líquido quente molhar ainda mais seus dedos.

Cheryl relaxou o corpo e Toni retirou os dedos de dentro dela e levou seus dois dedos até sua boca, os chupando com gosto, fazendo Cheryl suspirar baixinho ante tal cena.

- Ain, Toni... - Cheryl murmurou. - Quando você faz isso você faz lá embaixo ficar igual meus olhos quando estou com vergonha. - Toni sorriu.

- Piscando? - Ela perguntou e Cheryl assentiu.

- Bem rápido. - Sussurrou, colando sua boca na de Toni com pressa. A menor arfou quando sentiu a mão de Cheryl acariciar a pele de sua barriga e realizar um sobe e desce pela região, até finalmente descer mais e tocar sua intimidade. - Posso terminar o que comecei agora a pouco? - Toni gemeu baixinho ao ouvir o tom sexy de Cheryl e assentiu.

- Você precisa parar de me pedir permissão. - Toni disse, abrindo ligeiramente mais as pernas. - Meu corpo é todo seu.

Cheryl inalou o cheiro no pescoço de Toni, sentindo-o úmido devido ao suor dos movimentos, mas ao contrário do que faria em qualquer outra pessoa, isso só instigou mais Cheryl, que lambeu a pele levemente salgada antes de deslizar dois dedos para dentro de Toni, ouvindo-a gemer e empurrar o quadril em direção aos dedos.

Cheryl repetiu o que fez da primeira vez, porém curvou para cima os dedos, empurrando-os com força e os retirando lentamente. Toni não aguentou o peso do corpo e puxou Cheryl para cima de si, invertendo as posições um pouco.

- Isso... Bem aí. - Toni avisou, entreabrindo a boca e fechando os olhos quando sentiu que Cheryl acertara seu ponto G. - Mais rápido, amor... forte...

Cheryl sentiu o bendito formigamento novamente ao ouvir Toni gemer daquele jeito e então fez o que a garota pediu, acelerando seus movimentos e a penetrando ainda mais forte. Cheryl viu os seios de Toni se movimentando conforme o movimento delas e sentiu sua boca quase salivar, por esta razão, abocanhou um dos seios de Toni com gosto, tendo a menor se remexendo embaixo de si.

- Oh, céus... - Toni gemeu, apertando fortemente os lençóis ao sentir seus músculos internos se contraírem antes de uma pequena explosão dominar seus sentidos, fazendo-a apertar os olhos fortemente e gozar intensamente nos dedos de Cheryl.

Seu corpo relaxou, mas Toni sentiu Cheryl erguer o rosto e cravar os dentes em seu ombro antes de pressionar fortemente os olhos. A menor olhou para o lado apenas para constatar o que já suspeitava ter acontecido: Cheryl havia gozado novamente apenas tocando Toni e ouvindo seus gemidos.

Um pequeno sorriso nasceu nos lábios de Toni e então ela sentiu Cheryl remover os dedos de dentro dela e a olhar da forma mais terna possível.

- Quer exercício de fisioterapia melhor do que esse para os braços? - Cheryl disse e Toni caiu na gargalhada.

- Desculpe te cansar. - Toni disse ainda rindo, plantando um selinho demorado nos lábios de Cheryl.

- Eu jamais reclamaria deste tipo de cansaço. - Cheryl disse e Toni sorriu, jogando seu corpo por cima do de Cheryl e abraçando o corpo suado.

- Precisamos de um banho. - Toni disse, apesar do sono que lhe atingiu.

- Eu sei, mas podemos ficar aqui mais um pouquinho? Gosto de sentir você assim. - Cheryl disse, sem malícia em sua frase.

- Podemos ficar o tempo que você quiser. - Toni disse, depositando um beijo no maxilar de Cheryl antes de deitar sua cabeça sobre o peito da maior.

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𝐢𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐛𝐥𝐢𝐧𝐤 𝐨𝐟 𝐚𝐧 𝐞𝐲𝐞 • 𝐜𝐡𝐨𝐧𝐢 Onde histórias criam vida. Descubra agora