Jimin não sabia o que ainda viria... Não sabia quem mandava naquelas ruas... Não sabia que aquele homem praticamente governada nas sombras do medo toda a Coreia. Mas sobretudo não sabia que iria estar à mercê de Jeon Jungkook, o líder da maior e mai...
POV JK (Porque eu realmente gostei de fazer no segundo capítulo)
O meu menino tinha ganho coragem, isso não me agradava. Desconhecia o seu lado mais desafiador, mas a forma como defendeu os seus argumentos de forma concisa, lógica, racional e segura despertou ao mesmo tempo a minha atenção. Sabia que tinha perdido a cabeça naquela manhã e explodido para o lado errado, não tinha culpa do que tinha acontecido durante a noite. Tive de matar o filho do Cha por tentar agir nas minhas costas e ter criado um motim contra mim. O caralho que iriam faltar-me ao respeito! As consequências foram muito simples, limpei o sebo aos que participaram no motim e tive uma noite inteira reunido com o Yoongi, o Hoseok e o Jin. Eram as pessoas que mais confiava. Ao final de horas chegámos à conclusão que uma reestruturação era imperativa.
Por isso, durante a semana toda fui atribuindo diferentes cargos a diferentes pessoas, fazendo uma análise mais detalhada das suas capacidades e do que tinham feito para a máfia até então. Despachei alguns velhos traidores e quando digo despachar, digo truturar e matar. Depois disso, finalmente consegui fazer chegar a mercadoria aos portos e à nossa sede, pronta para ser distribuída e vendida. O meu humor melhorou e o Jin começou a agir de um modo estranho quando pedi que com cameçasse s negociar com um velho aliado, o Namjoon. Assalto a sua colecção de óculos de corações e passei a vida a gozar consigo, cada vez que regressava de uma reunião corado até às orelhas. Quando pedi ao Yoongi e ao Hoseok para verem quem era o tal Taehyung e vigiá-lo, as suas atitudes também mudaram um com o outro. Estavam todos fodidamente apaixonados.
Cansado de estar à espera e no tédio, decidi aparecer na cozinha e envolver o Jimin por trás, pousando o queixo no seu ombro e mantendo as minhas mãos na sua cintura fina e apetitosa. Deu um pequeno salto e soltou um guincho agudo.
- Tenho fome. Se me deixares esfomeado, terei de comer outra coisa.
- Está à vontade para ir jantar a um dos restaurantes caros com os seus amigos mafiosos. Lá podia ser que encontrasse alguém disposto a ser a sua conquista para a noite. Voltaria todos os dias lá e eu poderia viver em paz. - Ri-me, largando a sua cintura e encostando-me ao balcão a olhar para a sua careta enquanto cortava alguns legumes. - Disse para esperar na sala.
- E eu devo obedecer porquê?
- Porque estou a tentar retribuir a sua generosidade. - Não gostei como ficou mais sério e de cabis baixo, num fio de voz. Sentia que tinha de retribuir. - Fez demasiado e não me deixa pagar aluguer, se está é a maneira de conseguir pagar, não me deixa opção.
- Estás a jogar outra vez comigo, bebé.
- Não sou um bebé.
- Claro que não, por isso é que estás a fazer o beicinho mais sensual que já vi. Se vais pôr isso no forno, podemos ir tomar um banho os dois, juntos.
- E o rabinho lavado em rosas?
- Só se fosse o teu para que ficasse mais apetitoso.
- Não vou tomar banho consigo, tem uma casa e uma casa de banho com duche.
- Hm... - Puxei-o até à sala, sentei-o no meu colo, prendendo as suas mãos no meu peito com umas algemas. Estava no sítio certo, porque a minha ereção encaixou-se entre as suas nádegas perfeitamente. Tentou mexer-se, mas isso só fez com que o seu pénis fosse friccionando com o meu tronco e abdómen musculado. Ouvi, pela primeira vez, o seu gemido rouco e algo tímido. O som mais bonito do mundo. - Imagina como seria eu enterrado no teu buraquinho, neste ritmo lento e gostoso.
- Pare, isto é muito errado... Céus! Ah! - Quase que entrou em desespero quando baixei as suas calças e passeei o meu dedo pela sua entrada, por cima do tecido dos boxers. Que gostoso! Tinha o rabo firme e grande para poder apertar a sua carne, como queria morder. - Pare!
- Mas estás a gemer tanto, bebé. E a mexer-te sozinho. A campainha do forno apitou, temos de guardar a nossa brincadeira para mais logo.
Abri as algemas. Foi o suficiente para o Jimin correr para a cozinha, pôr a mesa e sentar-se à minha espera de cabeça baixa, cheio de vergonha. Podia não me amar, mas o primeiro passo estava dado, ele sentia atração e não podia negar isso. A forma como moveu a sua anca, como gemeu, rebolou naturalmente e pousou as mãozinhas no meu tronco... Iria guardar essa imagem para sempre, que fosse o início para um "nós".
Entretanto, a comida estava deliciosa, a melhor refeição que tinha durante toda a semana. Devo ter comido com urgência tal que quando levantei a cabeça, o Jimin olhava para mim com um ar inquisitivo.
- Não tive uma refeição decente durante toda a semana, bebé. Só como sandes e pizza.
- Isso não é alimentação. Pensei que tivesse direito a determinados previlégios como jantares e almoços gratuitos.
- Não tive tempo para esse luxo, mas amanhã vamos almoçar os dois juntos, quero levar-te a um lugar perfeito para ti.
- Vou ter de recusar educadamente, eu tenho um trabalho com um horário a cumprir.
- Estás envergonhado e receoso de não conseguires resistir aos meus encantos e avanços? - Tirei uma venda branca de renda do meu bolso e exibi o mesmo à frente dos seus olhos. - Depois tratamos da loiça, quero que te vires de costas e que fiques quieto. Vamos fazer um pequeno jogo.
- Já passámos a idade da brincadeira, senhor Jeon. Arrume essa coisa e vá para casa.
- Não me dês ordens, pensei que já tinha dito isto. - Virei-o de costas para mim e coloquei a venda, tal como as algemas perante os seus movimentos de tentativa de fuga e xingamentos nada bonitos. - Tens uns lábios lindos, cheios. Acho que precisam de brilho. Fica quieto.
Ainda bem que tinha sempre o gloss de sabor a morango comigo, o meu preferido. Tirei-o do bolso e apliquei nos seus lábios. Atrevido e talvez abusando da minha sorte, dei um pequeno beijo, sentindo o sabor a morango. O meu pequeno tentou pontapear-me sem sucesso.
- Não me beije!
- Mas tens os lábios mais deliciosos. Não lutes contra mim, vem vamos aproveitar estas horas.
Não sei exactamente o que me estava a acontecer, mas agarrei na sua mão e levei-o até ao seu quarto. Com uma delicadeza que não era da minha personalidade, despi as roupas que tinha usado durante o dia e vesti-o com um pijama quente. Deitei-o sobre a cama e sentei-me sobre as suas coxas. Beijei o seu rosto todo, acariciei as suas bochechas e juntei as nossas testas. A sua respiração era errática e acelerada, mas nada fazia para me afastar.
- És a minha calma e o meu Yin. Desculpa por te ter tratado mal naquele dia, sou um homem tempestivo e não tens culpa.
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