Capítulo 39

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Eu engoli seco, e levei a mão até a nuca.

Eu tinha duas escolhas.

Falar que estava com dor de cabeça, e ter uma pequena discussão com Jennie, igual sempre tínhamos quando eu a rejeitava.

Ou retirar tudo o que era considerado roupa, e matar a sede que nós duas tinha uma pela outra agora naquele período.

- Eu não acredito que você ainda está pensando, Lalisa.

- Está me chamando assim de propósito, não é?

- Talvez.

Eu coloquei a cesta em uma poltrona ao lado da porta e tirei o meu casaco. Ela estava irresistível naquele corpete, e ver os seus olhos tão dilatados, me fez querer aquilo ainda mais.

Em passos lentos me coloquei ao pé da cama, tendo uma visão privilegiada de Jennie. Eu mesma tirei a minha blusa e a minha calça que começava a ser incomoda por conta da minha ereção. Engatinhei até Jennie que me recebeu entrelaçando suas pernas em minha cintura.

- Você ficou linda com essas peças...- eu murmurei mordendo o seu pescoço.- Ficou linda com esse penteado... mas você sabe que eu gosto do seu cabelo solto...- procurei o grampo que prendia os seus fios sorrindo quando consegui soltá-los, seus fios caíram meio ondulados na ponta, fazendo um contraste maravilhoso com a parte lisa. Será que eu tinha uma tara pelo o cabelo da Jennie?

Eu abri sem problema nenhum aquele corpete, com cuidado pois eu queria que ela o usasse mais vezes, jogando ele para longe. Beijei a região da sua clavícula, enquanto abria o seu sutiã, sendo acompanhada com as mãos de Jennie, que também davam fim naquela peça. Meus olhos se perderam naqueles montes rosados, e aos poucos, eu me inclinei para pegá-los em minha boca. Suspirando e murmurando em aprovação, sentia ainda vivo o cheiro do sabonete em sua pele fresca, me fazendo tomar seu seio por inteiro. Eu alternava entre o direto e esquerdo, parando apenas quando os vi vermelhos e sensíveis.

Meus dedos desceram até a fina calcinha que ela usava, não tendo motivo algum ainda para mantê-la em seu corpo. Jennie pensava da mesma forma que eu quando apoiou os cotovelos na cama apenas para acabar com minha cueca. E no fim acabamos nós duas sem roupa alguma.

Já bem posicionada na entrada de Jennie, eu me movi para frente com um grande cuidado, sentindo o seu interior me recebendo sem problema algum. Eu estava de joelhos entre as suas pernas, e conseguia ter uma visão maravilhosa do corpa da minha namorada. Minhas mãos foram para a sua cintura quando os meus movimentos começaram, frenéticos e bem ritmados.

Os gemidos naturais de Jennie começaram a ser soltos de sua garganta, sempre altos, nítidos, e manhosos, como ela sabia que eu gostava. Meu pau começou a tocar em lugares fundos e certeiros, fazendo Jennie se contorcer na cama, e gritar pedindo mais. Eu não estava diferente, apenas indo com mais força e rapidez.

Arranhei as suas pernas na intenção de deixar marcas ali, delirando ao ouvir o som sujo que saia de sua intimidade, sempre me recebendo com necessidade.

Quando eu senti o meu orgasmo se aproximar, troquei as nossas posições, querendo segurar e aproveitar mais um pouco. Nos deitamos de lado, suas costas suadas encostando em meu tronco. Joguei o cabelo de Jennie pro lado, assim podendo ver o seu rosto por cima do seu ombro.

- Segure a sua perna no alto...- eu ordenei mordendo cartilagem da sua orelha, e assim ela fez.Eu a penetrei de novo, sentindo-a mais apertada por conta da posição.- Machuca...?- fiz um movimento apenas para garantir que não estava a machucando.

- Não... mais rápido, Lisa, não para...- ao ouvir o seu pedido desesperado, voltei a me movimentar jogando a cabeça pra frente e descansado a minha testa em seu ombro. A mão que se mantinha em sua barriga desceu até o seu clitóris, e quando comecei um trabalho lá Jennie gritou o meu nome de um jeito que nunca havia feito antes.

Eu sorri, sentindo os nossos orgasmos chegando, e céus como chegaram.

As paredes de Jennie se fecharam com intensidade em torno do meu membro, me fazendo gozar intensamente e descontroladamente. Quando voltei ao meu espírito ela estava em cima de mim, ondulando aquela cintura em minha barriga.

Ela queria de novo?!

- Não achou que era o fim, achou?

Eu não reclamei, me rendi a ela atendendo todas as suas necessidades no quesito sexual. Resultando em uma noite maravilhosamente quente. Quando acabou, a levantei e andei com ela até i chuveiro. Resultando em mais duas rodadas debaixo daquela ducha quente.

Recebi ela em meus braços, após vestir uma blusa larga minha. Ela sorriu um pouco corada e me abraçou.

- Não ficou chateada?

- Chateada por ter sido a sua escrava sexual? Meu amor, pode me escravizar quando quiser eu adorei.

- Boba.- ela riu se virando e me fazendo agarrar ao seu corpo. Minhas mãos entraram por debaixo da blusa e acariciam a sua barriga, ansiosa para conhecer a obra de arte que sairia dela daqui a seis meses.

...

- Podem ser gêmeos!

- Ou trigêmeos!

- Yon, qual é a probabilidade da sua mãe ter quadrigêmeos?

- Meu Deus! Pra que tudo isso?

- Seria tão bonitinhos!- Yon falou de um jeito fofo e animado.- Mas no fundo eu quero um menino mesmo.

Quinto mês de gravidez, agora não era só Jennie que estava sensível. Eu estava desesperada, faltava apenas quatro meses para ela dar a luz, e a audição do divórcio se aproximava. Eu fiquei surpresa ao descobrir que Sungwan havia cedido e assinaria sem causar problema, por outro lado eu teria que vê-la mais uma vez.

Eu já tinha visto ela na escola de Yon, escondida atrás de uma árvore. Aquilo fez o meu coração acelerar, e um medo fora do controle tomar conta de mim. Depois daquele dia, eu mesma levava e buscava Yon, deixando o motorista a favor de Jennie.

- Acho que você já pode parar de trabalhar, não acha, Nini?

- Vai começar com isso de novo, Lisa? Já conversamos sobre isso.

Eu fiquei quieta, pois sabia que se continuasse aquilo acabaria em uma discussão e tudo que eu menos queria era brigar com ela em um dia tão espacial.

A dr. Carri nos recebeu já sabendo o nosso objetivo. Ficou encantada em conhecer Yon, pois era a primeira vez da pequena no consultório. Ficamos ao lado de Jennie quando a ultra-sonografia começou. Nosso bebê estava ficando cada dia mais lindo, forte e saudável, não era a primeira vez que tentávamos descobrir o sexo dele, mas em todas as outras consultas, ele fazia o favor de ficar em uma posição que não dava para ver muito bem se era uma menina ou um menino.

- Acho que hoje o bebê de vocês está de bom humor, em uma posição favorecida a nós.

Comecei a me tremer toda, era impossível não tremer. Peguei Yon no colo, nervosa e ansiosa demais, entrelacei a minha mão com a de Jennie e aguardei.

- Um dia de sorte hoje. É um menino. E bem esperto por sinal, pois já fechou as perninhas de novo. Parabéns, vem aí um lindo menino pra completar a linda família de vocês!

Eu não sabia o que fazer, comemorar junto a Yon, ou dar atenção a Jennie que chorava desenfreadamente.

Nós comemoramos no shopping, um almoço especial, mas se eu soubesse quem estava lá, teríamos ido direto pra casa.

- Que coincidência encontrar você aqui, Lalisa.

Arraste-me ( Jenlisa G!P)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora