O poderoso Derek Shepherd, presidente das empresas Shepherd, vê-se com um bebé, depois de um caso de uma noite.
Meredith, criada à volta de álcool e drogas, precisa urgentemente de emprego para ajudar os seus pais.
Poderão ajudar-se um ao outro, ou...
POV. Derek Ela engoliu em seco quando me aproximei. Ouvia toda a gente a divertir-se, tinham acabado de por música para celebrarem. -Achas que eu quero olhar para ti? Eu tenho uma noiva! Eu tenho responsabilidades, não achas que eu preferiria estar a olhar para ela? Que tudo seria bem mais fácil se eu pudesse olhar apenas para ela?- a cada palavra que falava, dava mais um passo na sua direção.- Ela não me faz ficar louco, ela não faz com seja impossível eu sentir-me normal quando ela está no mesmo cómodo que eu. E acima de tudo, ela não faz com que eu sinta repulsa quando penso que o meu veterinário está a passar as mãos no seu corpo!- passei a mão pelo cabelo.- Acredita Meredith, eu daria tudo para não estar a olhar para ti...- ambas as respirações estavam pesadas. Ficámos ali, durante algum tempo, apenas a olhar nos olhos um do outro, até que eu mão aguentei mais e puxei-a para um beijo.
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Era um beijo apaixonado e ardente. Um beijo com urgência. Uma mão foi para trás da sua nuca, puxando levemente o seu cabelo e a outra foi para a sua cintura, puxando-a mais para perto do meu corpo. As suas mãos foram para a parte de trás da minha nuca, e os seus dedos passavam por entre o meu cabelo, puxando algumas vezes. Encostei-a à grade da varanda, e puxei uma perna para cima, posicionando-a na minha cintura. O seu vestido, que era curto, subiu, deixando as suas coxas ainda mais expostas. Quando o ar faltou, passei os meus lábios para o seu pescoço. Não queria deixar marca nenhuma, não queria causar problemas, então passei para a sua orelha, onde mordisquei o seu módulo, arrancando um gemido dela. -Mer... Baixinho...- olhei pelo canto do olho para ela, que mordia o seu lábio. Visão dos deuses...
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Ela retirou as suas mãos da minha nuca, e retirou o meu casaco, passando depois para os botões da minha camisa. Eu continuava a traçar beijos pelo seu pescoço. Sem dificuldade, ela mandou a minha camisa para um canto. As minhas mãos subiam e desciam pelas suas costas, causando arrepios, na parte onde não tinha tecido. Quando encontrei o fecho, abri devagar, sentindo a sua pele arrepiar, quando os meus dedos tocavam na sua pele. Retirei a parte do tecido que cobria o seu ombro, e passei os meus lábios para lá, deixando vários beijos desde o pescoço até ao ombro. Os seus gemidos no meu ouvido só me deixavam com mais vontade de arrancar o vestido e apoderar-me dela. As suas mãos frias, foram para o cinto das minhas calças e em segundos, já estava desapertado. Passei as minhas mãos pelas suas coxas, que se arrepiaram com as minhas mãos frias, e fiz o meu caminho até ás suas cuecas. Dei um leve aperto na sua cintura e ela gemeu alto de novo. Se não tivesse música alta a tocar no fundo, talvez a tivessem ouvido. Deslizei as suas cuecas de renda preta, pelas suas pernas, lentamente e depois guardei-as no bolso das calças. Ela estava tão entregue ao prazer que nem percebeu. Baixei os meus boxers e puxei-a para o meu colo. A sua intimidade estava pronta para me receber e num só movimento, posicionei-me dentro dela. Antes que ela pudesse soltar um gemido alto de mais para toda a gente ouvir, ataquei os seus lábios. Os movimentos eram rápidos, levando-nos aos dois à loucura. Gemíamos o nome um do outro no meio de beijos e mordidas. As saudades que tinha dela, meu Deus. Não só do sexo, mas do seu cheiro, de como o seu corpo se encaixava perfeitamente no meu, de como a sua pele se arrepiava ao meu toque, do sabor da sua boca... Senti-a apertar-se contra o meu membro e soube que ela estava próxima do ápice. Aumentei ainda mais os movimentos e atingimos o orgasmo juntos. As nossas testas estavam coladas uma à outra, ela tinha as mãos do meu peito e eu segurava a sua cintura, para que ela não caísse. E depois a realidade atingiu-nos. -Oh meu Deus...- ela separou-se de mim e começou a ajeitar-se.- As minhas cuecas... Viste-as, eu tinhas... Pretas de renda...- eu estava a arranjar a minha camisa, por dentro das calças. -Mer... o que isto significa?- ela ainda procurava as cuecas.- Meredith... -Eu tenho de ir... -Meredith! -O que foi Derek!- puxei-a pelo braço e fechei-lhe o fecho do vestido. E depois ela foi embora. Acabei de me vestir e quando coloquei as mãos no bolso das calças, encontrei as suas cuecas. Obviamente não as iria devolver ali em baixo na festa, por isso guardei-as no bolso no casaco. Quando voltei para a festa, Finn tinha a mão na cintura de Meredith e eles dançavam, entre sorrisos. -Onde estiveste?- Mark apareceu do meu lado. -Fui ver a minha afilhada. Parabéns amigo, estou muito feliz por ti...- abracei-o e ele abraçou-me de volta. -Espero que saibas que vais ser o meu padrinho de casamento...- abraçámo-nos mais uma vez e depois Lexie juntou-se a nós e ficámos a falar por mais algum tempo. Escusado dizer que não estava a prestar atenção à conversa e sim a Meredith.
Olá olá! Tivemos a cena do baile! Mas será que a culpa vai deixar Meredith seguir com a sua vida? Vamos ter revelações no próximo capítulo! Um beijo!