O poderoso Derek Shepherd, presidente das empresas Shepherd, vê-se com um bebé, depois de um caso de uma noite.
Meredith, criada à volta de álcool e drogas, precisa urgentemente de emprego para ajudar os seus pais.
Poderão ajudar-se um ao outro, ou...
POV. Meredith -Falamos disto melhor depois. Agora temos de nos focar em tirar-te daqui.- Owen saiu, provavelmente foi falar com alguém, deixando-me com Derek. Ele estava parado num canto da sala, nem olhava para mim. -Derek...-caminhei até ele.- Podes pelo menos olhar para mim?- coloquei uma mão em cada lado do seu rosto.- Ei. -Foste irresponsável Meredith... Não fazias ideia de quem estava lá dentro e ainda assim entras? Ele estava sobre o efeito de drogas, ele podia ter sido agressivo... -Eu vi uma criança lá dentro e foi isso que me fez entrar, queria salva-la. E ainda bem que o fiz, porque ela é minha irmã... -Não sabes isso Meredith. Não conheces o homem de lado nenhum, ele pode ter mentido... E agora queres a guarda de uma criança que nem conheces... Estás a ser irresponsável Meredith. -Sabes que mais Derek, se não me queres apoiar, tudo bem. Só não entendo porque viste então...- voltei a sentar-me e Owen entrou na sala. -Podemos ir embora. Falei com a assistente e ela disse que a criança já foi entregue a um parente. -Quem? -Ao teu pai. Meredith, podes tentar falar com ele, pedir para ele te passar a guarda talvez. Se isso não resultar, podemos analisar outras opções, mas acho que é a nossa melhor opção agora.- agradeci a Owen e saí da sala, mas senti uma mão no meu braço, que me puxou para trás. -Desculpa, eu estava preocupado, não queria ter falado assim contigo.- ele parecia realmente arrependido, mas e quem disse que eu conseguia acreditar? Puxei o meu braço da sua mão e virei costas. Eu só precisava de ir para casa, tomar um banho e deitar-me. Amanhã seria um dia novo, um dia melhor. Tenho a certeza que seria fácil tirar Zola de Thatcher, ele não quer uma criança a estragar os seus planos de viver a vida até ao limite. Owen e Derek seguiam-me até que chegamos a casa de Mark. A minha vontade era matá-lo, mas gostava demasiado dele, por isso peguei em Leah e saí, sem dizer nada a Lexie ou a Mark. Cheguei a casa, tratei de Leah e coloquei-a a dormir, indo depois tratar de mim. Estava no chuveiro quando ouvi alguém abrir a porta e depois umas mãos fortes na minha cintura. Ele cheirou o meu pescoço e senti um arrepio subir pela minha espinha quando ele beijou o meu pescoço. -Vais continuar sem falar comigo?- ele passava as mãos por todo o meu corpo. -O que estás aqui a fazer? Achei que não querias sequer olhar para mim... -Mer, independentemente da discussão que tenhamos, eu virei sempre ter contigo, porque é assim que as relações funcionam.- apesar de querer ficar séria, um sorriso apareceu nos meus lábios quando ele disse que estávamos numa relação. Não era como se tivéssemos falado sobre isso, não deixámos nada explícito. -Nós estamos numa relação?- ele abraçou a minha cintura, deixando-me mais próximo dele. -Não sabias?- já não conseguia conter o sorriso. -Não, achei que éramos como irmãos... Sabes, assim daqueles mais próximos...- coloquei os braços em volta dos seus pescoço, acabado com a distância entre nós. Escusado dizer que a minha regra sobre nada de sexo, foi esquecida e amamo-nos ali mesmo e depois mais uma vez na cama. Digamos que estávamos ambos com muita saudade. Estava em cima dele, com o queixo apoiado no seu peito. Ele fazia carinhos pelas minhas costas. -Esqueci-me de te dizer, a minha mãe e a minha irmã vêem visitar-me para a semana.- paralisei. Digamos que mães e eu não somos a melhor junção. As mães gostam de pessoas alegres e carinhosas, e eu era tudo menos isso. Eu sou o oposto da nora perfeita. Sou perturbada e traumatizada. -Está tudo bem, eu posso ir para casa com Lexie.- ele arqueou a sobrancelha. -Não vais a lado nenhum. Mer eu quero que as conheças... Normalmente eu não faço isto, mas a minha mãe quer conhecer a mulher que roubou o meu coração, e essa mulher és tu.- não consegui conter o sorriso. Ele era perfeito... Beijei a ponta do seu nariz. -Queres dormir?- olhei para o relógio, ainda era cedo, mas ele estava a bocejar. -Não, está tudo bem. -Pareces cansado.- ele olhou para mim, que já estava ao seu lado deitada, e sorriu.- O que foi, tenho algo na minha cara? Fizeste-me chupões outra vez?- ele continuava a sorrir. -Não Mer, não é nada. -O que se passa? -Não é nada de mais a sério...- encarava-o para que ele me desse uma resposta.- É só que... Tu ressonas um pouco.- ele tentou esconder o riso, quando eu abri a boca em choque. -Não é verdade! Eu não ressono...- ele tentou fazer carinho no meu cabelo, mas eu afastei a sua mão. -É fofo, a sério. Eu só não entendo como um barulho tão grande pode ser produzido por uma pessoa tão pequena.- ele consegue beijar-me antes de eu ter tempo para o afastar. Eu estava indignada, eu não ressono... -Então, se eu faço assim tanto barulho, vou dormir para a minha cama.- levantei-me e peguei nas minhas coisas. Ele ria que nem um desgraçado. Peguei na almofada e mandei-a contra a sua cara.- Eu não ressono!- ele pegou na almofada e puxou-me com ela. -Não vais a lado nenhum.- ele ficou em cima de mim, de lado e começou a morder-me à bochecha.
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Se ao menos conseguíssemos congelar estes momentos de felicidade pura e os pudéssemos guardar num pontinho para sempre... Mas a felicidade não dura para sempre e nós aprendemos isso da pior maneira...
Olá olá! Postei menos hoje, porque não me sentia inspirada, mas como vocês merecem tudo na vida, postei mais este. Um beijo!