— Eu sabia que você iria pedir macarrão.
Falei olhando o cardápio que estava em minhas mãos.
— Hum, eu acho que vou querer uma francesinha.
Sorri animada.
— Parece uma delícia.
Allan sorriu me olhando e aquilo me deixou muito sem graça.
— O que foi ?
— Você esta linda demais.
Corei violentamente ao ouvir aquilo.
— Amo quando você fica vermelha.
— Isso não é legal.
Ele assentiu sorrindo.
— Queria ver se fosse você.
— Isso não aconteceria.
Ele deu de ombros.
— Porra, eu odeio usar terno.
Allan disse irritado, incomodado com o terno.
— Mas você fica lindo, muito lindo.
Allan me olhou abrindo um sorrisinho.
— É, eu sei.
Revirei os olhos.
Assim que os pratos chegaram, a mesa ficou em completo silêncio, o restaurante era bem fino e a única coisa que se ouvia era uma música baixinha que deixava o ambiente agradável.
— Eu comprei uma nova vitamina para você.
Allan disse olhando o seu prato.
— Esta na hora de trocar.
Assenti.
— Semana que vem você tem exame.
Assenti novamente.
— Gostou do colar ?
— Amei.
Ele me olhou sorrindo.
— É lindo, você que escolheu?.
Franzi a testa.
— Sim, a moça da loja me ajudou, eu achei ele lindo e comprei.
Ele disse de forma simples.
— Nossa, esse macarrão esta com uma cara tão boa.
Sorri olhando o seu prato.
— Pega logo.
Allan revirou os olhos.
— Nossa, a sua escolha foi melhor que a minha.
O mesmo assentiu.
— Eu vou escolher um desse na próxima. Allan, eu queria sorvete de morango.
Ele assentiu chamando o garçom.
— Você poderia me trazer um taça de sorvete de morango?.
O garçom assentiu e foi buscar.
— Eu amo coisas de morango.
Sorri animada.
— Nem percebi.
Allan disse irônico e tirou sua gravata.
— Nossa muito melhor, eu não sei como você consegue usar esse vestido apertado e ainda salto.
— Você ia querer que eu usasse uma calça jeans e uma sapatilha ?.
Levantei a sobrancelha.
— É, acho melhor usar esse vestido mesmo.
Assenti.
— baby, eu vou mijar e ja volto.
Revirei os olhos pelo modo que ele disse.
— Não demoro.
Ele disse sumindo do meu campo de visão.
— Victoria?.
Olhei para trás e Lucas estava sorrindo com os seus dentes perfeitamente brancos.
— O que você esta fazendo aqui ?.
— Estou jantando.
Sorri, enquanto ele se aproximava.
— Você esta sozinho?
— Eu vim com uma amiga.
Assenti.
— Essa daqui é a Anna.
Arregalei os meus olhos ao ver aquela garota.
— Victoria.
Ela sorriu beijando a minha bochecha.
— Que coincidência.
— Vocês se conhecem?
Assenti olhando para o banheiro e torcendo para que Allan não saísse de la agora.
— Eu estava pensando em marcar alguma coisa em casa, o que você acha?.
— Claro.
Sorri.
— Só me avisar:
— Anna?.
Allan franziu a testa ao chegar na mesa.
— O que você esta fazendo aqui?.
— Eu estou com um amigo Allanzinho.
Ela disse como se fosse óbvio.
— Oi Lucas,
Allan disse de forma seca.
— Não sabia que estava saindo com ele.
— Por que ? Alguma problema Allan?
Anna sorriu, essa garota estava começando a encher a minha paciência.
— Não Anna, e você?.
Allan arrastou a cadeira sentando ao meu lado.
— Vamos, eu estou com fome.
Lucas assentiu.
— Até depois.
Anna assentiu saindo.
— Depois eu te ligo gatinha.
Lucas beijou a minha bochecha.
Allan fechou a cara na mesma hora, não abriu a boca mais para nada.
— Quero ir para casa.
Ele disse colocando o dinheiro na mesa, levantei saindo do restaurante.
[...]
Abri a porta do apartamento indo até o quarto, tirei os saltos sentindo os meus pés latejarem, abri os botões do vestido e o senti escorrer sobre o meu corpo, caminhei até o guarda-roupa para separar a minha roupa de dormir.
— I know, I know, I know for sure
Everybody wanna steal my girl
Everybody wanna take her heart away
Couple billion in the whole wide world
Find another one 'cause she belongs to me.
Cantarolei. Fechei a porta do guarda-roupa roupa dando de cara com Allan que estava parado na porta com ps braços cruzados, sua camisa branca estava aberta mostrando sua barriga definida.
— Você me assustou.
Falei colocando a mão sobre o coração.
— Você canta tão feio que fica fofo.
Ele sorriu se aproximando de onde eu estava, Allan era totalmente bipolar.
— Estou triste, sempre quis ser cantora.
Fiz biquinho.
— Posso te pedir uma coisa?
Allan disse me olhando fixamente.
— Dessa vez, eu que peço.
Franzi a testa sentindo sua mão indo ate a minha cintura e me puxando.
— Estou precisando de sexo, você pode me ajudar?
Confesso que aquilo me deixou assustada.
Não deu tempo de responder porque logo senti os seus lábios nos meus, levei as minhas mãos até o seu cabelo puxando o mesmo com força. Allan levou suas mãos até meu sutiã tirando o mesmo do meu corpo, levei a minha mala até sua calça abrindo o zíper e me dando visão da sua boxer preta, e notei que ja havia um volume ali. O mesmo me deitou na cama macia, enquanto distribuia beijos por todo o meu pescoço me deixando louca, fechei meus olhos arranhando sua costa. Tirei sua boxer e seu membro saltou para fora, eu podia ver as veias pulsando sangue, o mesmo implorando por prazer e eu atendi o seu pedido rapidamente.
Allan tirou minha calcinha jogando no chão, senti ele roçar seu membro por toda a minha perna e aquilo estava me torturando, revirei os olhos e gemi baixinho ao sentir ele entrar lentamente, sentia sua respiração bater em meu rosto. Ele começou a movimentar o seu corpo, enquanto apoiava o peso em seus braços. A barriga estava atrapalhando, então inverti nossas posições sentando em seu colo, puxe ver um sorriso de satisfação em seu rosto, comecei a movimentar meu quadril alternando os movimentos de rápido a lento, vendo as expressões de prazer em seus olhos.
— Anda logo, baby.
Allan gemeu mordendo seus lábios.
[...]
Allan JEON POV- LOS ANGELES
O mundo pode acabar, enquanto eu estiver transando com ela, essa mulher é um perigo. Segurei sua cintura pedindo por velocidade, eu sentia o prazer me consumir por completo. Levei as mãos até o seu seio apertando lentamente, senti algo molhado escorrer pelo meu braço todo, abri os olhos vendo seu leite molhar não só o meu braço, mas também a cama, Victoria queria rir pela cara que ela fez, mas o prazer era maior que aquilo.
Sentei na cama aumentando os movimentos, sua barriga atrapalha um pouco, senti ela encostar sobre meu abdômen suado, encostei minha testa na sua olhando fixamente sobre os seus olhos, eu sentia o meu corpo estremecer e comecei a penetrar com força sentindo a sua entrada apertada.
— Allan...
Victoria sussurrou.
— Você esta me machucando, vai mais devagar.
Caralho aquilo estava tão bom que não conseguia diminuir o ritmo, mas percebi que estava muito rápido para o seu pequeno corpo, eu realmente estava a machucando, parei os movimentos tentando controlar a respiração.
— Desculpa.
Sussurrei beijando a ponta do seu nariz.
Victoria assentiu, senti o seu corpo começar a se movimentar novamente, sorri. Fechei os olhos jogando a cabeça para trás, ao sentir que estava quase no meu limite.
— Aaaaaaaa.
Victoria gritou e arregalei os meus olhos saindo rapidamente de dentro dela.
— O que foi?
Falei assustado.
— Ela está mexendo.
Ela abriu um enorme sorriso, meu membro latejava e eu estava preste a gozar.
— Victoria pelo amor de Deus.
Revirei os olhos.
— Vamos terminar com isso logo.
Deitei na cama novamente.
— Vai baby,
Sussurrei. Os movimentos estavam no mesmo ritmo novamente, ouvi Victoria soltar uma risada abafada, abri os olhos vendo a sua expressão.
— O que foi agora ?
Falei irritado.
— Faz cócegas sabia ?
Ela gargalhou.
— Ela não para de mexer. Isso esta machucando ela?
Revirei os olhos.
— Não Victoria, Awwn.
Mordi meu lábio.
— O meu pau não chega nem perto dela.
Apertei sua cintura com força e senti as minhas pernas ficar mole, ouvi o gemido mais alto de Victoria e logo em seguida meu jato saiu com força para dentro dela.
Victoria caiu ofegante do meu lado, o quarto cheirava a sexo assim como o nossos corpos suados, nos cobri com o lençol e a abracei por trás fazendo carinho em sua barriga.
— Allan?
Victoria sussurrou.
— Hum.
Murmurei sentindo os meus olhos se fecharem.
— Foi engraçado vazou leite em você.
Ela gargalhou. Victoria estava com os hormônios bagunçados, então eu não sabia quando ela iria rir, chorar ou gritar.
— Boa noite.
— Boa noite minha baby.
Sussurrei beijando o seu cabelo.
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Aftermath of a night!
RomanceUma festa. Uma consequência. Victoria Green. Allan Jeon. OBSERVAÇÃO: Eu estou reescrevendo essa história, a original se chama "Até as últimas Consequências". Eu li essa fanfic a alguns anos atrás, e até hoje è uma das minhas preferidas. Eu decid...
