The big day has arrived

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— Aceito, claro que eu aceito.
  Allan me abraçou com força enquanto todos os convidados aplaudiam.
— Eu te amo baby.
  Ele disse baixinho no meu ouvido.

ALLAN JEON -POV -LOS ANGELES
  Abaixei minha cabeça pela décima vez espirrando, aquilo me deixava aliviado, totalmente aliviado.
— Ja tomou seu chá ?
Victoria disse entrando no quarto.
— Aquilo é horrível, tomei ontem e não adiantou porra nenhuma.
  Dei de ombros sentindo os meus olhos pesados, o meu corpo todo estava dolorido.
— Allan, você esta horrível é melhor ir ao médico.
  Neguei passando a mão sobre o nariz.
— É so uma gripe, eu nunca fico doente mas quando fico é pra foder tudo.
Victoria sorriu beijando a minha testa.
— Você precisa melhorar, o nosso grande dia é amanhã.
  Assenti acariciando a sua barriga.
— Vou estar melhor, eu prometo.
  Sorri de canto. Victoria fez biquinho se aproximando, neguei com a cabeça.
— Você não pode pegar gripe com o nascimento tão próximo, fica longe baby.
— Tudo bem.
  Victoria assentiu.
— Vou ver a Debora, preciso resolver algumas coisas do casamento e a Ha-na está na sala.
  Assenti vendo minha noiva sair do meu campi de visão. Fechei os meus olhos sentindo o meu corpo dolorido, meu nariz estava inchado, meus olhos pequenos e minha cabeça estava a ponto de explodir a qualquer momento. Ouvi um barulho vindo da sala, levantei rapidamente indo até la, Ha-na estava no chão chorando, praticamente gritando.
— O que foi filha ?
  Perguntei pegando a mesma em meus braços.
— Por que você esta no chão ?
— E-eu ca-cai pa-papai.
  Ela disse com dificuldade,as lágrimas atrapalhava.
— Onde esta doendo ?
  Ela apontou para o joelho que estava sangrando.
— AI MEU DEU ISSO É SANGUE ?
  Ela gritou olhando para o machucado, eu não consegui segurar a risada.
— Calma filha.
  Falei indo até o banheiro.
— O papai vai limpar.
  Ha-na negou ainda chorando, peguei um toalha com um pouco de água, passei rapidamente no lugar onde ela machucou.
— Isso doe papai, Ha-na fez dodói.
  Ela disse soluçando.
— Pronto chorona, ja limpei.
  Peguei Ha-na nos braços novamente indo até a cozinha.
— Chega de chorar Ha-na, já passou.
— Não passou papai.
  Ha-na negou colocando a cabeça em meu ombro.
— O que eu disse sobre correr dentro de casa ?
  Franzi a testa indo até a geladeira.
— Mas eu não estava correndo papai, eu trupecei.
— É tropecei filha.
  Peguei sua mamadeira que ja estava quente, coloquei o Nescau enquanto segurava Ha-na apenas com o braço direito.
— Pronto.
  A mesma pegou rapidamente mamando, enquanto ela mamava alguns soluços escapavam dos seus lábios, seu rosto estava todo molhado pelas lágrimas.
  Fui até o quarto e coloquei a Ha-na sobre a cama, deitando ao seu lado. Virei meu corpo olhando para a minha filha completamente, comecei a mover o seu corpo com cuidado enquanto ela mamava, não sei o que seria de mim sem essa menina, nunca imaginei que a falta de camisinha poderia me deixar tão feliz.
— Bebi tudo.
Ela disse sorrindo.
— Parabéns princesa.
  Ha-na abriu a boca soltando um arroto que parecia ser meu e não dela.
— Que isso Ha-na ?
  Falei assustado, mas ao ver Ha-na cair na gargalhada não consegui segurar a risada.
— Desculpa papai.
  Assenti beijando a sua cabeça.
— Papai ?
— Hum ?
  Olhei em seus olhos, eu sabia que Ha-na queria alguma coisa.
— O bebê ja tem nome ?
  Neguei.
— Por que ?
  Franzi a minha testa, Ha-na sentou na cama e depois sentou na minha barriga, ela colocou uma perna de cada lado.
— Já que ele é menino, eu gosto de um nome.
  Assenti.
—Luke, ele poderia chamar Luke.
— Onde você viu esse nome ?
Ha-na fez cara de sapeca.
— Eu gosto de Jessie, e acho o Luke muito bonito.
Sorri ao ver Ha-na colocar o cabelo atrás da orelha.
— Tudo bem, ele pode se chamar Luke Green Jeon.
Ha-na negou.
— Só eu posso ter Jeon papai, ele não pode. Além de pegar os meus papais, ainda vai pegar o meu nome ?
Ha-na cruzou os braços me olhando séria.
— Bolinha, a gente já conversou sobre isso.
Ela assentiu. Sorri ao ver a mesma deitar a cabeça em meu peito, beijei a sua cabeça enquanto acariciava o seu bracinho que estava cada vez maior, ela estava cada vez maior, logo a minha filha vai ser uma mulher e eu vou ter que aceitar isso.
— Te amo bolinha.
Sussurrei.
— Também te amo papai.
Ha-na disse lentamente, então eu sabia que ela estava quase dormindo.
[...]
Acordei sentindo o sol entrar pela janela, Ha-na dormia ao meu lado, olhei para o quarto todo e Victoria não estava ali. Me levantei lentamente sentindo que o meu corpo já estava melhor, fui até o a cozinha e a Victoria estava conversando com a Debora, aquilo parecia interessante.
— Bom dia.
Bocejei beijando a cabeça da minha noiva.
— Bom dia amor.
Victoria sorriu de canto.
— Bom dia Debora.
Beijei a sua bochecha.
— Isso está errado, vocês dois não podem se ver antes do casamento.
Debora falou como se fosse óbvio.
— Eu vejo a Victoria todos os dias da minha vida.
Falei simples abrindo uma garrafinha de água.
— Como você é insensível.
Debora revirou os olhos.
— Vamos Jeon, você precisa sair do apartamento, logo todos vão chegar.
— Todos ?
Franzi a testa.
— Sim, o cabeleireiro, a manicure, a moça que vai ajustar o vestido e o maquiador.
— Tudo bem, eu ja estou indo.
— Não precisa ir amor.
Victoria fez biquinho.
— Pode ficar.
— Depois de ser expulso do meu próprio apartamento ?.
Victoria veio ate mim colocando a sua mão envolta do meu pescoço.
— Não obrigado.
— A Debora estava brincando.
Victoria sorriu mostrando os seus dentes, enquanto eu apertava a sua cintura já que a sua barriga enorme estava encostada na minha.
— Não estava não Victoria, chega de se amarem um pouco vai.
Debora falou puxando a Victoria para longe de mim.
— Te amo baby.
Pisquei indo até o quarto.

VICTORIA GREEN -POV- LOS ANGELES
Deixa mais solto.
Falei ao sentir o vestido apertar a minha barriga.
— Eu estou com quase nove meses, não posso apertar o meu filho.
— Calma senhor Green, estamos quase la.
Assenti vendo a senhorinha terminar de arrumar o meu vestido.
— Victoria, não bagunce o cabelo.
Debora falou entrando no quarto.
— Nossa menina, eu nunca te vi tão linda.
— Você também está maravilhosa Debora.
Ela sorriu animada.
— Não podemos demorar mais, o Allan ja chegou na igreja.
Arregalei os meus olhos.
— Acho que estou entrando em pânico.
Engoli em seco.
— Pelo amor de Deus Victoria.
Debora disse séria.
— Dona Zeca, a senhora ja está acabando ?
— Estou menina Debora, só falta...Prontinho. Você pode se olhar no espelho Victoria.
Respirei fundo indo até o espelho, senti as minhas pernas ficarem bambas, aquilo só poderia ser um sonho, um sonho do qual não queria acordar.

— Você esta linda Victoria, a noiva mais linda que eu ja vi

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— Você esta linda Victoria, a noiva mais linda que eu ja vi.
Debora me abraçou.
— Eu te amo Debora, você é a melhor amiga que alguém poderia ter.
— Eu sei.
Sorri.
— Você também Victoria Green, quase Jeon.
Nós duas sorrimos.
— Bom, vamos lá.
[...]
  Eu estava em estado de choque, o carro já estava estacionado em frente a igreja, meu coração batia de forma assustadora, ainda mais por estar grávida, minhas mãos tremiam e minhas pernas não estavam respondendo aos meus comandos.
— Vamos mamãe.
  Ha-na disse saindo do carro. Respirei fundo indo logo atrás da minha princesa, senti meu pai segurar o meu braço. Assenti e logo a porta foi aberta, todos estavam de pé olhando em minha direção, mas eu apenas olhava para ele, Allan estava mais lindo que o normal, mas nada ganhava daquele sorriso que estava em seus lábios. Em passos lentos me aproximei cada vez mais do homem da minha vida.

 Em passos lentos me aproximei cada vez mais do homem da minha vida

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— Cuida bem dela.
  Meu pai disse me entregando em suas mãos.
— Pode deixar.
  Allan assentiu me olhando fixamente sorrindo.

OBS : PRA QUEM ESTA CURIOSA DE COMO A HA-NA ESTA.

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Aftermath of a night!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora