35. O deserto ardente

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''Espero que meus amigos da equipe estejam bem...''

Lunar estava agora segura na base de emergência de Dusk, na Ilha Bestial.

Só que enquanto isso, toda a sua equipe estava dividida em lugares diferentes em duplas, exceto por Shade que estava sozinho. 

Faz menos de uma hora que Lunar declarou para o exército de Elite de seu reino inteiro que os Rebeldes são aliados dela. Isso certamente acabaria com as perseguições do exército solgardiano nas outras divisões do grupo.

... Mas como será que aconteceu com os outros, antes disso? 

~ Mais cedo, muito distante de onde Lunar estava ~

Phoenix e Verônica estavam em uma área bem deserta, andando em um calor infernal. Phoenix olhava exausto para o que parecia infinitamente areia e mais nada. O pinguim carregava um GPS consigo.

-Verônica: Hã... Phoenix, gente tá perto de onde os Rebeldes estão? 

-Phoenix: Uhhhh... — O pinguim olha para o GPS — Aqui tá falando que a base deles fica perto do deserto.

-Verônica: AH! ENTÃO A GENTE DEFINITIVAMENTE TÁ PERTO! — Verônica exclama, sendo sarcástica, vendo que onde eles andavam era literalmente tudo um deserto. A voz dela ecoa naquele meio do nada. 

-Phoenix: Ah, fazer o que... Temos que atravessar o deserto, Vera! 

-Verônica: AHHHH!!! A gente não vai achar eles nunca?!

-Phoenix: Calma! A gente vai chegar lá! — Phoenix tentava tranquilizar a tigresa —  Nós só temos que alcançá-los, o GPS mostra que estamos perto! O problema é que a Guarda Real de Solgardia tá provavelmente bem perto...

-Verônica: Não viram a gente no meio do caminho POR POUCO, PHOENIX! Ai, eu to estressada... 

-Phoenix: Vai ficar tudo bem, Vera. Eu to aqui! Agora vamos continuar esse caminho, e chegar logo até esses Rebeldes e despistar os solgardianos, ok?

-Verônica: Juntos? — A tigresa pergunta com uma voz suave, estava consideravelmente apreensiva. O pinguim arregala os olhos, surpreso com a pergunta.

-Phoenix: E-Eh... Claro! J-Juntos... Hah... Vem. — O pinguim passa seu braço atrás das costas da tigresa.

Os dois passam um bom tempo atravessando aquele lugar. Não conseguiam ver nada no horizonte, a sensação era de estarem andando sem rumo em um lugar que era só areia. Era agoniante não fazer ideia se aquilo daria em algum lugar, mesmo que estivessem seguindo o GPS. E para piorar, o sol estava ardendo sem parar, e não havia uma sequer nuvem naquele lugar para aliviar

Phoenix estava suando excessivamente, parecia não suportar aquele calor.

-Verônica: Ei, Phoenix... Já que a gente ainda têm um tempão de caminhada, eu ér... Eu estava querendo te perguntar um negócio e... — Verônica se auto interrompe ao ver Phoenix com uma cara de exausto, suando horrores. Parecia estar tão afetado pelo calor que nem sequer prestava atenção — Caramba! O calor tá te arrebentando mesmo! — A tigresa exclama.

-Phoenix: Eu não sei se já comentei, Vera... Mas pinguins não são tão bons em se adaptar em desertos.

-Verônica: Ahhh... Faz sentido. Então vem cá, Nix Nix. — A tigresa diz, pegando o pinguim e colocando em suas costas para carregá-lo.

-Phoenix: AH! — Ele toma um leve susto, sendo levantado repentinamente — Vai me carregar?! Tem certeza? Não quero que fique mais cansada.

-Verônica: Ahahaha! Me cansar em te carregar? Já viu meu tamanho perto do seu? 

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