Izuku Midoriya sempre foi um garoto inocente e alegre, até dizer adeus a sua vida antiga...
Sua mente mudou, agora ele é mal e deseja se vingar de quem tem raiva...
Esse é o novo Izuku Midoriya.
Corri desajeitado tropeçando em meus próprios pés.
Segurei o cartão com força machucando minha própria mão, tentava respirar mas sentia o gosto de sangue em minha boca afirmando que minha garganta avia machucado.
Corri até uma sala e passei o cartão.
Entrei apresado e fechei a porta nervoso, encostei meu corpo na porta tentando me acalmar.
Olhei em volta da sala.
Tinha pentagramas na parede, um trono e estátuas de mulheres fantasmas... Merda é um culto.
Olhei e tinha uma cômoda com aquele pozinho e uma coroa de prata, abri as gavetas e vi pergaminhos de papel.
Ouvi as freiras gritarem batendo na porta, logo elas iriam abrir.
Peguei a cômoda e coloquei na porta de ferro impedindo elas de abrir com facilidade.
Abri o pergaminho com receio, tentei ler mas não entendia nenhuma palavra, não estava ao contrário e nem parece uma língua.
Não é japonês, nem latim, nem mesmo russo.
Guardei o pergaminho no bolso.
Ouvi a batida na porta ficando maior, me assustei e acabei tropeçando pra trás caindo sentado em cima do trono.
A porta foi aberta brutalmente e as freiras entraram, juntei ar nos pulmões e gritei com o sangue descendo minha garganta.
Fechei os olhos e coloquei a mão no pescoço, senti minha pele se rasgando no meio e o trono tremer.
As paredes racharam as freiras gritavam e meu corpo se agoniava de dor.
Algo parecia pegar fogo dentro de mim, abri meus olhos umedecidos e respirei ofegante.
As freiras estavam mortas no chão, o lugar estava encharcado de sangue, as estátuas das mulheres estavam sem cabeça, a parede parecia que ia cair a qualquer momento e os quadros onde estava pintado as mulheres fantasmas estavam vazios.
Como se a pintura avia fugido.
Me levantei e corri, olhei para meu corpo sem ferimento nenhum, a garganta já estava melhor mas sentia meu corpo exausto.
Mesmo assim tinha que continuar.
A qualquer momento eu iria desmaiar.
Foi aí que de longe eu vi eles...
Dabi e os outros correndo em minha direção, sorri e meu corpo foi de encontro ao chão, me apoiei com as mãos mas eu já estava perdendo a consciência.
Dabi me pegou no colo e me olhou preocupado, olhei para ele e sorri.
Logo perdi a consciência.
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