{s/n} é uma advogada de Berlim, que por acaso do destino, foi a única pista deixada por uma garota desaparecida. Junto com um hacker e um grupo de amigos , {s/n} tenta desvendar o desaparecimento de Hannah donfort.
Fanfic inspirada no jogo duskwo...
-Oque? Que missão {s/n}? - Pergunta Jake sem entender.
Eu aponto pra cima, e ele percebe o animalzinho preso na árvore, um lindo gatinho preto com manchas brancas. Uma gracinha. Logo Lilly também vê e nós nos encaramos.
-Como vamos tirar ele dali? -Pergunta Lilly.
-Eu tenho um plano. -Falo sorrindo confiante e os dois me encaram. -Jake, agacha ai.
Ele logo faz oque eu pedi, e se agacha, logo eu coloco minhas pernas acima dos seus ombros, logo eu estava sentada em seus ombros. Jake entende e se levanta, e pra me segurar ele segura firmemente minhas coxas. Não nego que aquela ação me deixou completamente envergonhada, mas não era hora pra aquilo.
-Lilly, caso ele caia, pegue ele ai de baixo. - peço.
-Pode deixar. -Ela afirma.
Eu logo aproximei minhas mãos do felino, que estremeceu e miou bravamente em minha direção.
-Calminho, calminho, eu não vou te machucar, eu prometo. - Falo tentando alcançar o gato, que depois de alguns minutos fugindos dos meus toques, para de brigar comigo, e se aproxima aos poucos, chegando perto de mim, quando eu estava prestes a pegar ele.
O galho quebra, o gato pula em minha cabeça, e eu e Jake caímos.
Foi trágico, mais o gato estava seguro no meu colo, logo ele corre pros pés da Lilly.
-Gato safado, eu te salvo e você foge de mim. -Reclamo, enquando senti minhas costas doerem. -Jake! Você ta vivo ainda né? -Falo preocupada
-Argh, sim. Acho que não quebrei nada. -Fala ele se levantando e me ajudando em seguida.
Olhamos pra Lilly, que estava com o pequeno felino no seu como, que mia em minha direção. Eu me aproximo e o pego no colo, ele não tinha coleira nenhuma, então presumo que não tinha um dono, afinal ele estava magro e desnutrido. Fiquei com dó.
-Jake, posso ficar com ele? -Pergunto esperançosa.
-Não. -Ele fala rabugento.
-Por favor Jake. - faço uma cara de cachorro pidão e ele estremece. -Por favorzinho. -Eu insisto e ele suspira derrotado. -YES!! Você é meu agora gatinho.
-Gente, é melhor a gente ir, daqui a pouco vai estar escuro. - Fala Lilly rindo da situação.
-Verdade. vamos {s/n}.- Fala Jake me puxando pelo braço enquanto eu estava encantada com a fofura do gatinho.
Fomos andando até a casa da Lilly , quando chegamos, ela nos convidou pra entrar, eu aceitei, já Jake não gostou muito da idéia, mas não discordou. Logo seguimos a loira até a cozinha, onde ela me ofereceu um pedaço de bolo.
-Não está envenenado né? -Pergunto
Ela apenas ri e revira os olhos.
Logo ouvimos batidas na porta, e Lilly foi entender, deixei o gatinho no colo de Jake e peguei o pedaço de bolo na mão. Logo Lilly volta acompanhada de Jessy e um vaso de plantas, Lilly se põe ao meu lado, e vejo Jessy começar a dar risada da gente.
-Oque aconteceu com vocês? Hahaha-Ela fala dando risada.
-Que? Como assim? -Pergunto sem entender.
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Olho direito pras duas pessoas ao meu lado e percebo por que da risada da ruiva. Toco meu próprio cabelo e sinto as plantas. Solto um leve riso e começo a tirar as plantas da minha cabeça.
-Com o mato que a gente ta no cabelo, da pra replantar a cidade toda. -Falo rindo.
Os outros dois começam a fazer o mesmo que eu. E logo estávamos limpos. Acabo de comer meu pedaço de bolo e ponho o prato na pia. Jake põe o gatinho no chão, que corre em minha direção e começa a se roçar em minha perna.
Pego ele em meu colo, logo ouvimos passos vindo na nossa. direção, olhamos pra porta, na curiosidade de saber quem entraria por ela. o pai de Lilly entra no cômodo, logo uma sensação de desconforto me invade, vou em passos lentos pro lado do jake, e pego em sua mão, enquando segurava o gato no outro braço. Afinal, aquilo deveria ser uma péssima situação pro moreno.
-Melhor nós irmos embora Lilly, já deu nossa hora né Pietro? -Falo o encarando, sinto os olhares confusos das meninas.
-Sim. -O moreno apenas concorda e aperta minha mão, podia sentir sua mão suar, e tremer levemente, sabia que aquilo não era medo, era mais pra raiva e rancor.
-Nós suas acompanhamos vocês até a porta. -Fala Lilly, nos guiando até a saída da casa com Jessy ao seu lado.
Ao sairmos da residência, Lilly e Jessy nos encaram confusas.
-Ele não pode ser encontrado meninas, por isso da identidade falsa, não contêm pra ninguém sobre o jake. Por favor. Seu nome é Pietro Jones, e ele é meu noivo. -Falo calmamente.
-Não vamos contar {s/n} , fique tranquila, agora, vão com cuidado. Esta escuro, e não quero nem imaginar vocês dois em perigo. -Fala Jessy preocupada e Lilly concorda.
Eu e jake acenamos e nos despedimos, indo em direção ao nosso prédio.
-Você está mais calmo agora? -Pergunto pro moreno, que ainda segurava minha mão com certa força.
-Mais ou menos, é horrível ter que encontrar esse homem. Ele me abandonou, abandonou minha mãe, que se matou quando eu tinha 13 anos, de la eu vivo sozinho. E isso é o máximo que vou te contar até atual momento {s/n}, não só por ser algo importante pra me acharem, mais sim por que é difícil pra mim. -Fala jake me olhando, e fazendo um leve carinho em minha mão.
-Eu sinto muito... -Falo meio cabisbaixa.
-Não fique assim, já passou, agora, eu achei algo que completa o meu vazio, que minha mãe deixou. -Ele sorri levemente em minha direção. -Qual nome você vai dar pra ele? -Pergunta jake apontando pro animal em meu colo.
-Hm, eu pensei em nymos- Jake me encara confuso - é um nome legal, e pra mim, tem um significado importante, por que esse nome é importante pra você. -Sorrio pro moreno, que agora, estava levemente corado.
Solto sua mão, e me aproximo dele, o abraçando.
-{s-s/n}? - Jake me indaga por causa do contato repentino.
-Tem alguém nos seguindo.
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