Nicole Montreal tem 25 anos e um império para comandar, ela é de longe a brasileira mais intensa que você vai conhecer em Nova York. Qual palavra definiria a Nic? Tempestade, com certeza. Porém como a vida não dá ponto sem nó, tem um CEO gostosão qu...
- Tine?- onde essa maluca se enfiou? Precisei ir falar com alguns sócios rapidamente e depois passei vários minutos procurando ela, ainda não achei.
- Tine?- chamei pela milionésima vez, meu deus do céu.
- AQUI!- Vi um pontinho correndo na minha direção, olha só, um oompa-loompa lilás! Ela parou ofegante com a mão no coração.- Tô aqui.
- Onde raios você tava?
- Eu...uh, peraí- ela tentou controlar a respiração- Eu me perdi.
- Sei...- a olhei desconfiada, tá querendo mentir pra mentiroso- a gente já pode ir, terminei de falar com os sócios.
- Novidades?
- O mesmo bando de idiotas com amantes 30 anos mais jovens e egos feridos.
- Adorável.
- Você tá bem?- ela me deu um sorriso ladino e fez que sim com a cabeça.
- Tá bom, vamos pro hotel.
[...]
Acordei com a luz do sol inundando o quarto, fiz uma careta e olhei o relogio digital na mesinha ao meu lado, 05:10. Me sentei na cama esticando os braços acima da cabeça.
- Academia, café da manhã, reunião, organizar contrato, almoço, hotel e me arrumar pra sair. - repassei em voz alta a lista de tarefas do dia. Ser paranóica com organização é minha praia desde que aprendi a andar, a coisa mais irritante pra mim é sentir que não estou no controle, meio abubléblé das ideias. Saí do banho e vesti um short de academia preto com um top da mesma cor, calcei os tênis, peguei minha garrafa, celular e fones de ouvido. Por sorte a academia estava vazia, fiz um rabo de cavalo e fui para a esteira, coloquei uma música pra tocar enquanto olhava Vegas a minha frente.
*Henrique*
Pressionei o botão do 18° andar, academias de hotel vivem vazias nesse horário já que geralmente eu sou o único louco treinando às 5:30 da manhã. Saí do elevador e entrei no lugar quando as portas automáticas de vidro se abriram, o dia vai ser pesado.
- Eu não sou o único rato de academia pelo jeito.- pensei alto. A mulher na esteira corria com a força e velocidade de um guepardo, a luz do Sol que atravessava a parede de vidro deixava um reflexo alaranjado em seu corpo, o rosto sereno de um predador, os músculos da coxa tensionados e uma bunda que causaria inveja a qualquer uma, seu rabo de cavalo alto se agitava de um lado pro outro, o suor brilhando em direção aos seios...céus, que porra de visão.
- Vai querer lápis e papel ou prefere foto?- falou sem me olhar, puta que pariu, a voz calma e firme como se não estivesse correndo a uma velocidade absurda. Ela tinha algum resquício de sotaque que só deixava essa porra toda mais interessante.
- D-desculpa.- Por que caralhos eu gaguejei?! Ela não respondeu mas diminuiu a velocidade até a esteira parar.
- Toda sua.- falou enquanto me encarava e descia do equipamento.
-Foi mal, o que disse?- Assim? De cara?
- A esteira, pode usar, eu já acabei.
- Ah...- Falei trazendo minha mente de volta, merda- Obrigado.
Ela deu um sorriso forçado quando passou por mim e saiu da academia me deixando com uma bela visão naquele short, essa tem cara de ser complicada. Respirei fundo e fui pra esteira, ajustei a velocidade e comecei uma corrida leve. Ajustei os fones, peguei o celular e disquei o número de William.
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Henrique Delyon, 33 anos. (Nick Bateman)
Minha nossa senhora das virgens inocentes 😭, vai ser a semana q isso aqui começa a pegar ritmo (e não vai ser a única coisa q vão pegar), mas vou deixar no ar sabe 😈. Até quarta amores 😘