Capítulo 16

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Senti as mãos dele apertarem minha cintura, interrompemos o beijo por falta de ar.

-Quarto?- ele perguntou com a voz rouca, a barba bem feita roçou na minha bochecha.

-Andar de cima.- Senti Diego se mover, caminhando em direção às escadas, enterrei meu rosto em seu pescoço, inspirando o cheiro amadeirado do perfume masculino, suas mãos acariciando minhas costas.

Ouvi uma porta se abrir e ele acendeu a luz do quarto.

-Uau.- Soltei uma risada baixa, a iluminação vermelha é o toque final.

Ele fechou a porta com o pé e me colocou na cama, senti os lençóis macios nas minhas costas e suspirei.

Ele olhou em volta com uma expressão curiosa, é, eu sei. Me inclinei um pouco até alcançar a barra da jaqueta o puxando pra mim, nossos lábios se encontram novamente e fechei as pernas ao redor do quadril dele.

Diego passou os braços em volta de mim e me levantou até os travesseiros de seda, os dedos dele entrelaçaram meu cabelo fazendo com que eu jogasse a cabeça para trás soltando um gemido suave, ele beijou meu pescoço fazendo uma trilha até o meio dos meus seios, obrigada vestido com decote, sua outra mão desceu da minha cintura até minha coxa e apertou ali.

Seus dedos foram até minha intimidade, o polegar fazendo um pouco de pressão no meu clitóris por cima da lingerie, ele a afastou para o lado e me penetrou antes mesmo de eu conseguir pensar em algo, soltei um gemido surpreso pelos dois dedos dentro de mim, nossos lábios se separaram e vi ele descer até o meio das minhas coxas, puxei meu vestido mais pra cima e ele sorriu me encarando.

-Boa garota.- eu sou cardíaca, que voz é essa pai amado.

-Faça.- Ele assentiu e inclinou-se para beijar a parte interna da minha coxa traçando um caminho até o meu sexo, senti a respiração morna e ele depositou um beijo por cima da minha calcinha antes de puxá-la pra baixo, levantei os pés e vi o pedacinho de pano rendado voar para o outro lado do quarto.

Gemi alto quando ele penetrou os dedos em mim novamente, levei minha mão até o cabelo dele, Diego entendeu o que eu queria e senti sua língua me invadir, céus. Ele fez movimentos diferentes de tudo que eu já senti, apertei o lençol da cama com a outra mão e mordi o lábio com força para segurar o som que vinha da minha garganta.

-Aí meu deus- ouvi um risinho, ele se redirecionou para o meu clitóris dando uma leve sugada que me levou ao paraíso, Diego me penetrou com dois dedos enquanto fazia o trabalho com a língua ao mesmo tempo.

-Eu...- não consegui terminar a frase porque ele me penetrou com mais força, os movimentos dos dedos ganhando uma velocidade absurda, soltei o gemido alto que estava segurando e sabia que meu ápice estava chegando.

Alguns segundos depois senti meu corpo se arrepiar e estremeci quando o líquido quente saiu de mim, ele saboreou ali e levantou o rosto pra me encarar quando acabou.

-Mais.- falei ofegante.

-Apenas comecei.- oh sim

Vi ele tirar a jaqueta e jogá-la no chão, em seguida tirou o cintou e a calça jeans, observei atentamente, ele era muito bonito. Vi o volume dentro da cueca box branca e segurei todos os xingamentos que vieram na minha cabeça, não vai caber, eu vou sair daqui direto pro hospital, mãe natureza me ajuda.

Estiquei meu braço e abri a gaveta da mesinha de cabeceira, passei os dedos pelas fileiras de embalagens organizadas e fui até a última, peguei a embalagem e olhei o tamanho, é o maior então deve servir. Joguei na direção dele que pegou no ar, olhou o tamanho e deu de ombros, colocou a embalagem na cama e tirou a camisa, observei o peitoral definido, os músculos dos braços e da barriga. Ele pegou a embalagem e abriu com cuidado, vi a cueca branca descer e tive certeza que vou precisar ir pro hospital, já viram um tronco de baobá? Então. Não, eu não tô exagerando.

Dama de EspadasOnde histórias criam vida. Descubra agora