Capítulo 12

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Dois dias depois...

Rose

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__ Rose, eu quero falar com sobre sobre o pagamento da escola.-- estranhei a sua pronuncia.

Bom, se passaram dois dias, e nesse meio tempo me entreguei mais pro trabalho e pra minha filha, também não vi o Thomas. Agora estou na colégio de Vitoria falando com a diretora, quando dona Elen me ligou, me preocupei, mas agora estou é achando tudo confuso.

___ ok...-- esperei ela continuar a falar.

___ o pagamento está pela metade.-- fiquei surpresa.

___ como assim? Quero dizer, Fernando não pagou a outra metade? É que eu e meu ex combinamos de pagar sempre a metade...-- aposto que depois da briga dele e com o Thomas, o mesmo resolveu ficar com a mãos atadas.

___ ao que parece ele não pagou...-- respirei fundo.

___ me de uma semana pra resolver esse problema? Eu fui pega de surpresa...

___ claro -- ainda bem que ela é compreensiva.

___ com licença...-- peguei a minha bolsa e sair a porta fora.

Peguei meu celular da bolsa, enquanto caminho pra fora da escola eu liguei pro maldito do Fernando.

Celular on:

___ o que você quer agora? Não basta manda aquele seu namoradinho de merda me bater!? -- revirei os olhos de desprezo que sinto por Fernando.

___ eu quero saber o porquê que você não pagou a outra metade da escola da Vitoria! Só a metade no meu dinheiro caiu.

___ ué, manda aquele bosta do seu namorado pagar.-- usou deboche.

___ Thomas Tompson não é meu namorado! E mesmo se fosse não é o dever dele pagar a escola da Vitoria, isso é um dever de um pai! Se bem que você nem é um pai pra ela né? -- usei deboche também.

___ eu sou o pai da Vitoria!

___ então age como tal! Isso não é por mim e se pelos os estudos da sua filha! Vou pegar a guarda dela toda pra mim novamente e o juíz vai amar em saber que o pai não paga a escola dela.-- desliguei o meu celular na sua cara.

Celular off:

Guardei o meu celular na bolsa e chamei um táxi, eu entrei em processo da luta  guarda da Vitoria com o Fernando, o meu advogado disse que eu tenho chances de ganhar, principalmente por saber em que Fernando tentou me agredir.

[...]

___ Rose...teu paciente gostosão está na sua sala te esperando -- Megan disse com entusiasmo, cruzei os braços semi serrando os olhos, conheço essa mulher dês de anos.

___ está tentando insinuar o que, dona Megan? -- a mesma deu um riso.

___ nada.-- fuzilei ela com o olhar e caminhei até minha sala.

Abri a porta encarando Thomas deitado no sofá fitanto o teto.

___ por que não me ligou? -- finalmente me olhou.-- não gostei de você sumir.

___ Thomas, na verdade é o paciente que procura a psicóloga ainda mais em particular, de tivesse passado mais dias, por preocupação eu ligaria pra você.-- caminhei pro sofá ao seu lado e sentei.

___ mesmo assim mandava alguma mensagem, não esqueci pela dia que você foi fria comigo, eu fiz alguma coisa? -- fez uma cara pensativa tentando se lembrar de algo.

___ desculpa, mas você não fez nada e não quero criar uma relação tão intimida além do sexo com você, não quero dores nem pra você, nem pra mim, nem pro seu filho e muito menos para minha filha.-- o mesmo se levantou sentando no sofá.

___ acho que isso vai ser meio difícil de acontecer...-- olhei confusa.

___ por que?

___ não sou o típico homem frio que concordaria em não colocar sentimentos na vida sexual, profissional e pessoal, eu gosto de levar tudo na emoção se não o prazer seria pequeno...-- Thomas se levantou do sofá e se ajoelhou na minha frente, suas mãos passearam pelas minhas coxas entrando debaixo do vestido.

___ Thomas por favor....se você não aceitar a minha condição, teremos que parar por aqui.....-- sentir suas mãos parar na minha cintura, o mesmo suspirou.

___ está bem, eu aceito esse seu tipo de contrato.-- suspirei aliviada.

___ só sexo?

___ só sexo.-- afirmou tirando a minha calcinha de vez.

A psicóloga Onde histórias criam vida. Descubra agora