notas:. aí, aí esses dois -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
— Então esse é o bom de ir em uma festa? - pergunto a Macau. Mas não estou com raiva. Eu apenas estou levando tudo numa boa, apesar de não dever agir dessa forma, Macau que na verdade está totalmente com a cara chateada.
Nós estamos no banheiro do quarto de Macau.
Macau me colocou no balcão de mármore da pia sentado e agora está colocando gelo no meu tornozelo com um leve bico.
— Me desculpe - ele diz baixinho. E eu até o provocaria se fosse em outro momento, mas apenas decidi puxar ele pela mão e dar um beijo em seu rosto.
Ele ainda está com um leve biquinho nos lábios. Vejo que ainda está chateado.
Beijo sua outra bochecha e olho em seus olhos. Beijo a sua testa. Beijo em seus dois olhos quando ele os fecha. Beijo seu queixo e seu nariz. Eu quero beijá-lo na boca, então é isso que eu faço.
Encosto meus lábios sobre os dele, apenas para ver sua reação. Quando me afasto ele está me olhando. Eu consigo decifrá-lo. Eu consigo entender nesse exato momento o mistério que Macau Theerapanyakul é. E eu sei que ele quer isso. Ele quer tanto quanto eu quero.
Beijo seus lábios novamente com intensidade.
Suas mãos vão para minha coxa me puxando para si.
Nosso beijo é ávido e apressado.
Ainda que eu tenha o beijado na sexta-feira, eu me sinto totalmente necessitado de ter nós dois assim colados. Nos beijando, nos pegando, ficando nessa bolha de intimidade que estamos criando agora.
Levo minha mão para a nuca de Macau, puxando levemente os fios ali. Ele aperta uma de minhas coxas e sua outra mão adentra a minha blusa, acariciando as minhas costas. As mãos de Macau são quentes e o seu toque me causa arrepios.
Nossa boca está em um ritmo constante de línguas e estalos, mordidas e chupadas.
Macau me pega no colo, me tirando da pedra de mármore. E no outro segundo estou deitado em sua cama. Nossos beijos ainda são intensos e me sinto prestes a morrer nesse beijo arrebatador.
Quando a respiração realmente se fez necessária, nos separamos e encostamos a testa um no outro.
Macau está entre minhas pernas, uma mão em meu pescoço e a outra em minha barriga que está descoberta. Minhas mãos estão firmes na nuca de Macau, assegurando que ele não seja um sonho.
Nossos olhos estão fechados e a boca levemente aberta em busca de ar.
Quando abrimos os olhos, fizemos isso juntos. E foi impossível não cair na gargalhada quando nos demos conta do que estávamos fazendo.
Nossos risos se espalharam pelo quarto junto com a respiração ainda pesada.
Macau jogou seu peso em cima de mim e eu não pude evitar um gritinho.
— Macau. Você é pesado.
— Deixa eu descansar um pouquinho. Isso me cansou - ele diz com uma voz manhosa, o que foi muito gostoso de ouvir.
— Tão precoce - digo rindo. E Macau levanta o rosto que estava enterrado em meu pescoço me olhando sério.
Um tapa foi desferido na lateral da minha coxa. E Macau riu do grito que dei.
— O precoce te fez gritar, é ?! - ele disse rindo um pouco mais.
Indignado, empurrei Macau com o pé. E o mesmo caiu da cama.
Uma parte da noite se estendeu com Macau tentando fazer com que eu pedisse desculpas usando o truque da cosquinha. O que depois de um tempo acabou funcionando.
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Te amar novamente
Fan-FictionPorchay sente que apesar do desfecho da história com sua antiga paixão não ter sido uma das melhores, o universo quer fazê-lo se apaixonar de novo. E pelo visto, pela mesma pessoa. Versão Macau e Porchay.
