Segunda opção...

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Notas:. preciso acabar logo com essa história lklkllkklkl já está no capítulo 42... virou uma novela mexicana o negócio...

Pra quem viu potencial em um trisal (kkkkkkk) lamento dizer mais nunca foi minha intenção... quem sabe na próxima... 

o tanto de comentários q eu tinha nessa história sem responder era absurdo... tive q tirar um tempo hj pra responder (pq eu amo conversar pra saber oq vcs estão pensanpensando)

Tenham um boa leitura... beijinhos 😘 

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P.O.V Porchay...

Eu... - Kim diz, ainda parado com as mãos em minha cintura. Seus pés não faziam mais os movimentos de antes - Eu não posso Porchay. Eu não posso fazer isso. Eu apenas queria acabar com esse papo de maldição dos primos. Macau é tão fissurado nisso, ele realmente pensa que isso é verdade. E isso tem me deixado louco porque você estava apaixonado por mim, mas é tão óbvio o jeito que você olha para o Macau, então eu só quis que ele visse que não existe nenhuma maldição, então foi por isso que te convidei para o baile. Mas não pensei que vocês dois seriam tão cabeças duras. Você aceitou e ele não fez nada pra impedir - Kim respira fundo, suas mãos saindo de minha cintura. Seus olhos que normalmente não se expressam muito, agora só transmitem um pedido de perdão - Eu sinto muito. Mas não existe nada aqui - Kim diz, e eu entendo que nesse momento, ele está falando de nós dois. Não existe nada entre nós dois.

Kim me deixa no meio da pista, com uma música melancólica de fundo que eu não conheço. A dança que começamos nem mesmo terminou. As pessoas dançando ainda abraçadas na pista me fazem pensar se eu fiz a escolha realmente certa.

Desde aquele dia em que desmaiei, tenho recebido sinais e em todos eu sempre ignorei.

Meu coração bateu forte ao olhar para aqueles olhos que me encarava quando estava prestes a convidar outro para o baile.

Meu coração bateu forte quando eu o vi na sala de enfermagem. Bateu forte quando Win me mostrou o vídeo em que eu desmaiava e Macau me segurou firme.

Bateu forte quando ele me pediu desculpas naquela arquibancada e quando ele sorriu tão lindamente para mim dentro do ônibus depois de quebrarmos o silêncio que havia se instalado entre nós. Meu coração até mesmo errou as batidas com o nosso primeiro beijo, e o segundo, e o terceiro, e todos os outros que aconteceram.

O meu coração bateu forte simplesmente em todos os momentos em que eu estive com Macau.

Mas ainda sim, eu preferi negar todos os sinais. Porque fiquei orgulhoso demais. Porque me apaixonei por Macau não só uma vez, mas todas as vezes em que bati meus olhos nele. E não ser correspondido me feriu. Feriu meu orgulho.

Um covarde.

É dessa forma que me sinto.

Nunca expus verdadeiramente meu amor para Macau e agora obviamente não sou digno de qualquer coisa entre nós dois.

Você deveria dançar comigo nesse momento, ou prefere continuar parado e sozinho em uma pista de dança? - Macau diz de frente para mim. Seu sorriso grandiosamente galanteador está direcionado para mim. Suas mãos vão de encontro às minhas e me puxa levemente para a sua direção.

Não quero ser sua segunda opção e também não quero que você seja a minha - digo de forma melancólica, meus dedos querendo apenas se deslizar daquelas mão aquecedoras e sumir daquele baile.

Na verdade, apenas eu seria sua segunda opção, a minha parceira está exatamente daquele lado da pista - Macau disse apontando com a cabeça para a garota que sorria do outro lado da pista conversando com as amigas - Eu estou apenas sendo solidário com um amigo - o sorriso ladino rondando os lábios.

Tsc...- estalei a língua - Eu falo sério Macau.

Macau respirava fundo, focando o olhar em qualquer ponto à sua direita. E quando eu termino de falar ele volta seu olhar para mim novamente.

Não é ser segunda opção se queríamos fazer isso antes - decretou Macau com a voz soando rouca e perto demais de mim - Você queria isso antes Porchay? - acabo engolindo a seco. E de repente minha mente parece confusa demais, embaralhada demais e por conta disso eu não soube responder, apesar de já saber a resposta, ao garoto a minha frente que parecia ansioso demais por uma resposta.

P.O.V Autora...

Os segundos que se seguiram foram completamente tortuosos para o mais velho. Que decidiu interpretar o silêncio de Porchay como a pior das hipóteses, Sim... ele era a segunda opção. Nunca foi do feitio de Macau implorar por algo e quando fazia, surpreendentemente era relacionado à Porchay. Mas Macau sente que agora não pode implorar ou esperar mais para uma resposta, porque o seu orgulho, os seus costumes, porque o jeito que sempre lidou com a vida e seus sentimentos, foram feridos demais pelo mais novo.

De forma lenta Macau foi retirando as mãos de Porchay e se afastando lentamente. E antes que começasse a caminhar para uma direção oposta do mais novo, sentiu a necessidade de externar, pois Porchay por vezes podia ser um pouco lerdo.

Você nunca foi a minha segunda opção Chay - as palavras de Macau acertaram em cheio seu estômago, assim como os olhos que recebeu do mais velho.

—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vixi.... momento tenso.

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