[20] Em busca do cão fujão

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ㅡ Jimin

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Jimin.

Eu gostava dos aromas de comida que minha avó fazia. Principalmente dos bifes acebolados, com cheiro doce, apetitoso, deliciosos, aquele aroma que dá pra sentir o estômago roncar, a boca salivar, o gosto na ponta da língua, você fecha os olhos e consegue sentir a hipnose como nos desenho do Pica-Pau. Mas havia algo mais que eu gostava além do cheiros de comida de vó, de observar e sentir. De sentar do lado de fora da varanda e ouvir os pássaros em algum lugar das árvores, de senti o frio gelido da brisa e de ver as formigas trabalhando em conjunto para levar o inceto morto para o formigueiro. Gostava de fechar os olhos sentado na cadeira de bar branca com as mãos nos joelhos cruzados e sentir como se tivesse no meio de uma floresta com o córrego passando na minha frente, quase podia sentir o cheiro de terra molhada e as sombras das folhas das grandes copas atravessando minha pálpebra fechada, sentir a areia em meus dedos e os troncos de árvore ásperas que davam frutos e alimentavam os animais da floresta.

— Jimin! Tá me ouvindo? ㅡ abri os olhos, vendo a figura de minha avó ㅡ tá dormindo de novo? Vai levantar garoto, passear lá fora, pegar vitamina do sol, tá pálido, parece um vampiro.

E lá de vai meu dia de paz e de imaginação, consegui ver a floresta da minha imaginação murchar como uma flor.

ㅡ Já tô indo vovó.

Eu amava minha imaginação, e a capacidade que ela tinha de visualizar as coisas quase literalmente.

Me levanto, e esbarro no caderno que estava ao meu lado, nas folhas abertas e caneta preta. Ele cai no chão, aberto em uma das páginas quase solta.

 Ele cai no chão, aberto em uma das páginas quase solta

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