Papai sempre disse que a culpa é semelhante ao luto, você nunca tem boas palavras para explicá-la e não há uma forma certa de consolar, é como se estivéssemos de mãos atadas, porque nada é bom o suficiente.
Juntei as sobrancelhas me encolhendo, meu corpo estava cansado e anestesiado pelo prazer. Eu tinha gozado tão forte que naquele instante tudo que eu queria era dormir até amanhã. Resmunguei descontente sentindo quando Christopher me colocou nos braços. Não abrir os olhos, eu não tinha nem forças para falar alguma coisa, mas suspirei quando senti ser colocado no vaso.
— lindinho… — ele me chamou segurando nas laterais do rosto — acorde, hm… precisamos tirar o gozo — juntei as sobrancelhas fazendo um biquinho.
— depois… quero ir para cama — resmunguei.
— Tem que ser agora, vamos meu lindo.
Encostei a testa no seu ombro senti-o afagar minhas costas e beijar a lateral da minha cabeça.
— Ryu… não durma Lindinho — O ignorei tentando voltar ao meu sono — se não tirar você vai sentir dores, acorde.
Apertei os olhos, os abrindo contra a vontade, olhando para Christopher. Ele colocou minha franja para trás.
— está doendo? — ele perguntou preocupado e eu neguei com a cabeça — você tem que evacuar.
— hm? — resmunguei por estar quase dormindo ao invés de prestar atenção no que ele dizia.
— Meu lindo, você tem que fazer — balancei a cabeça em concordância às suas palavras.
— sozinho — disse.
— ok — assistir Christopher se levantar — não durma ainda, você pode dormir quando eu te colocar na banheira.
Mesmo sonolento, me esforcei para ficar acordado e usar o banheiro. Encostei-me no vaso encarando a parede na minha frente, minha sobrancelhas se juntaram. O sexo anal era uma pratica perigosa e o local era sensível, mas mesmo Christopher me fodendo com força, indo fundo dentro de mim. Ele me preparava tão bem antes que eu nunca senti dores, depois do sexo, e ele era grande pra caralho para que eu não sentisse. Acho que minha bunda estava acostumada a ele… Ele tinha comprado um lubrificante que era a melhor coisa da minha vida…
Quando terminei, eu me levantei dando descarga e caminhando em direção ao Box com a intenção de me lavar. As minhas pernas estavam moles e minhas costas tocaram e algo quente, no instante que Christopher me abraçou por trás.
— Eu preparei a banheira com água morna. Você pode dormir agora — não precisou que ele falasse outra vez, porque quando me colocou nos braços eu já estava fechando os olhos para dormir enquanto sentia a água quente, quando Christopher nos colocou na banheira. Suspirei em agrado porque meus músculos relaxaram.
Christopher deslizou a mão entre as minhas pernas e eu resmunguei descontente.
— Temos que lavar Lindinho — ele murmurou contra minha testa.
Foi carinhoso demais a maneira como ele me banhou e depois me carregou de volta para o quarto enquanto eu estava em um estado entre dormir e ficar acordado. Juntei as sobrancelhas tentando olhar para o seu rosto enquanto meus cabelos eram enxugados.
— Está tudo bem, pode dormir — o ouvi resmungar e isso me fazia voltar a fechar os olhos e senti-lo me segurar.
Suspirei quando ele me empurrou de leve até que eu estivesse deitado na cama de bruços. Voltei a me encolher quando o senti segurar nas minhas nádegas.
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Underground dentro do Ringue ( Original Version)
AksiSérie Mafia Portinari ( Livro 1) VIOLÊNCIA/ LUTAS/ TRANSTORNO/ LEMON HARD/+18 Min Ryung é filho do ex-lutador mundialmente famoso, o grande Zeus. Nascido no mundo do ringue,todos esperavam que ele seguisse a carreira do seu grande pai, porém quando...
