Desta vez, suas mãos desceram por baixo do vestido, apertando minhas coxas com precisão, e seus beijos tornaram-se urgentes. Coloquei uma das mãos em apoio assim que senti meu corpo quase deitar sobre a mesa e escorregar em alguns papéis. Tae-Moo interrompeu o beijo, empurrando todos os objetos que nos atrapalhavam e derrubando-os no chão. Eu podia ouvir lápis e papéis se espalhando ao caírem, junto a outros itens de papelaria. Comecei a abrir alguns dos botões de sua camisa, retirando-a por completo quando descia por seus braços, voltando a tocar sua pele e abdômen.
Embora estivesse escuro, as luzes dos prédios vizinhos contribuíam para que eu pudesse admirar um pouco daquele corpo que logo estaria em cima de mim. Alguns flashes da nossa última noite juntos vieram à tona — ele iria me enlouquecer.
Tae-Moo acompanhou meu olhar em minhas mãos, que pararam em seu abdômen. Ele pegou uma delas, beijando-a antes de deitar meu corpo sobre a mesa, continuando em pé entre minhas pernas. Sua mão desceu por meu pescoço, entre meus seios, causando-me arrepios quando passou o polegar por cima de um dos mamilos. Continuou a descer por minha barriga e agora entre minhas pernas, alcançando minha buceta e massageando-a por cima da calcinha. Ele não tinha limites. Em movimentos circulares, senti-o pressionar de forma contínua, sem cessar, fazendo-me soltar um pequeno gemido enquanto encarava o teto. Logo, minha calcinha foi puxada para baixo, perdendo-se entre os papéis. Podia vê-lo abrindo seu cinto e a calça, sem desviar o olhar do meu. Eu o queria dentro de mim o quanto antes.
Quando vi sua cueca branca, quase molhada, ser baixada, revelando seu pau sedento e úmido esperando por mim, mordi meu lábio com força, abrindo um pouco mais as pernas para dar-lhe passagem. Tae-Moo, no entanto, segurou minhas pernas, fechando-as e deitando-me de lado. Pousou uma de suas mãos em minha coxa e a outra ao meu lado, fazendo-me virar o rosto para encará-lo. Senti seu pau me invadir aos poucos — eu estava molhada o suficiente para recebê-lo de todas as formas.
Seu rosto estava a centímetros do meu. Não perdi a oportunidade de beijá-lo e arranhar sua pele com minhas unhas. Ele me fodia com desespero e vontade. Segurei seu braço, que estava ao meu lado em apoio, enquanto a mesa balançava à medida que seu corpo batia contra o meu em movimentos rápidos.
Mordi seu lábio inferior com força, e alguns dos objetos que sobraram na mesa caíram no chão conforme suas investidas se tornavam mais intensas. Minha respiração estava ofegante, assim como a sua. Passei uma de minhas mãos por seu rosto, deixando meu polegar encostar em seu lábio. Seu olhar expressava dominação, e meu corpo já não obedecia ao meu comando. Eu podia ouvir a chuva cair lá fora, molhando os vidros. Não me importava nem um pouco se fôssemos pegos por alguém dos prédios ao lado, caso a energia voltasse de surpresa.
A sala estava quente agora, e o único barulho que podíamos ouvir eram nossas respirações e o choque de nossos corpos, enquanto ele me fodia gostoso, como apenas ele sabia fazer. Com a mão livre, procurei apoio na beirada da mesa para não escorregar.
— V-você vai me enlouquecer — falei, sentindo meu corpo estremecer por completo à medida que seu pau roçava meu clitóris entre uma investida e outra.
— Eu já estou ficando louco — Tae-Moo respondeu, ofegante, apertando minha coxa com força e estocando pela última vez. Ele grunhiu baixo, apertando os olhos e inclinando seu corpo sobre o meu. Estávamos prestes a gozar quando ouvimos um pequeno barulho vindo da mesa, seguido de uma rachadura. Encarei-o, assustada e sem entender o que havia acontecido, até que pude sentir Tae-Moo gozar. Seu olhar era de desejo.
Antes que a mesa se partisse conosco, ele me pegou no colo, deitando-me na poltrona próxima à janela de vidro, e jogou seu corpo ao meu lado. Podia ver seu peito subir e descer com rapidez — ele ainda não havia recuperado o fôlego, assim como eu. Baixei meu vestido em seguida, enquanto Tae-Moo fechava o zíper da calça, jogando um dos braços sobre os olhos.
— Agora terminamos — falei, por fim, sentando na poltrona de costas para ele.
— O quê? — percebi que sua voz agora era de dúvida.
— Não podemos fazer mais isso. Não é certo — ergui meu corpo enquanto procurava meu telefone, ligando a lanterna para procurar minha calcinha.
— O que não é certo? A gente foder? — Ele arqueou a sobrancelha quando direcionei a lanterna para seu rosto, fazendo-o apertar os olhos.
— Sim. Não estamos aqui para isso — entreguei meu telefone para ele enquanto vestia a calcinha. Tae-Moo observava cada movimento meu com atenção.
— Já passamos do horário de expediente, se é isso que quer dizer — peguei meu telefone de volta, procurando minha bolsa.
— Se Young-Seo suspeitar que tivemos algo, ela vai pensar que estou tomando partido nos acordos por ter me envolvido pessoalmente com um dos nossos clientes. Isto se sua ex-namorada paranoica não tenha falado — encontrei minha bolsa enquanto tentava ajeitar meus cabelos.
— Isso não temos certeza — Tae-Moo ficou de pé enquanto colocava o cinto, e, rapidamente, as luzes voltaram. Isso me deixou aliviada.
— Me responda uma coisa — arqueei a sobrancelha, vendo-o ainda vermelho e com alguns arranhões no braço, antes de vestir sua camisa. — O senhor Cha sabe de algo? — Ele hesitou em falar, desviando o olhar do meu.
— Em partes, sim. Como sabia? — Ele pegou a chave do carro e encarou a mesa, que estava com uma pequena rachadura, sorrindo de forma disfarçada.
— Você não faria toda essa investigação sozinho, faria? — Cruzei os braços.
— Ele está me ajudando a obter informações que estão fora do meu alcance — logo, ele caminhou em minha direção.
— Até quando devo esperar? Até quando não poderei resolver tudo isso por conta própria? — Aproximei-me dele, encarando-o nos olhos de forma desafiadora, e fui surpreendida por sua mão em minha nuca, segurando meus cabelos, seguida de um beijo nos lábios, que me deixou em silêncio. Não demorou muito para que eu saísse do transe e o afastasse devagar. — O que está fazendo?
— Você me deixa impaciente e inquieto — ele suspirou. — Por que não utiliza essa energia com outras coisas no momento? Estou resolvendo da melhor maneira possível. Peço apenas que espere um pouco mais.
— Não gosto de depender de alguém, principalmente quando esse alguém é você — ele retirou sua mão da minha nuca e a colocou no bolso.
— Não entendo a relutância. Acabamos de foder, nos beijar, e você diz que não quer minha ajuda?
— Acha mesmo que vai me convencer do que quer através de uma simples transa? — Arqueei a sobrancelha e ri com ironia. — Você precisa aprender como funciona a hierarquia das coisas. Eu transei com você porque eu quis, e não em troca de informações. E, mesmo se fosse, não seria essa a resposta que eu estaria procurando — aquilo pareceu deixá-lo com uma certa raiva. — Ah, e antes que eu esqueça — andei em direção à porta, parando apenas para encará-lo. — Eu não preciso da sua pena ou amizade. Se realmente quer me ajudar, fale tudo o que sabe e não esconda mais nada. Caso contrário, será difícil manter o ritmo do que nem começamos.
— Amanhã — ele falou, por fim, enquanto eu caminhava em direção à saída.— Amanhã, então — falei, saindo e fechando a porta de sua sala.
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Sparks Office
FanfictionDestinado a fechar uma parceria de valor no mercado farmacêutico, Kang Tae-Moo está convencido de que terá maior chance de lucratividade na produção de medicamentos, ele só não imaginava que Alice a sócia majoritária da Golden faria questão de trata...
