Capítulo 15🌻

885 81 1
                                        


Jimin narrando.


Ainda nos escontravamos no hospital, meu benzinho está ótimo novamente já me fez correr dentro dessa sala umas cinco vezes, o mesmo sentiu tudo isso por conta do nosso cio que aconteceu recente e estavamos distante um do outro, e por sermos lúpus tudo ficou pior.

— Jiminzinho, vamos fazer amor quando chegarmos em casa? Eu quero tantoo.... - estreito os olhos pro mesmo.

— Nem se recuperou e já quer meu pau te abrindo? Ainda está no cio por acaso meu bem? Quer sentar gostoso no pau do seu homem? - cheiro seu pescocinho e dou uma lambida em sua marquinha.

— Lógico, acha que eu estou vazando atoa? Isso é pra facilitar quando seu pau for entrar em mim. - sorriu safado, meu ômega é um dos piores quando quer me provocar.

— Eu te darei então. - puxo-o pela cintura capturando seus lábios, adentro minha língua na cavidade do mesmo nos fazendo gemer entre o ósculo.

Nos beijamos até nos faltar ar.

— Jimin...- chamou-me ofegante.

— Eu vou acabar com você quando chegarmos em nossa casa e aí de você se reclamar depois. - dou uma bela palmada em sua coxa, se minha palma pegou fogo imagina a coxa do mesmo.

Acabei descubrindo que o safado do meu ômega gosta de apanhar, de ser domado.

Desde a nossa primeira vez eu percebi que a cada tapa ele fica ainda mais manhoso e querendo mais.

— Gostoso. - sussurrou em meu ouvido.

— Vá provocando....- selo seus lábios algumas vezes. — Mudando de assunto meu bem, e sobre termos nenêm?

— Quando eu terminar os estudos, certo? Daí seu ômeguinha te dá um bebezinho, viu? - rio de canto.

— Seus pais acham que você não dá conta de ter um neném nessa idade sabe? É muito bom meu bem, mais também já sabe não é? Nada fácil. - tento explicar.

— Você gosta de nenêm amor?

— Eu tenho um se esqueceu? Coisa gostosa. - chupo seus lábios. — Seu homem gosta meu bem, e tudo fica perfeito se esse neném for nosso sim?
- aliso sua cinturinha por cima das veste.

— Jiminzinho, vamos conversar quando estivermos em nossa casinha meu amor, eu quero namorar agora.
- fez um biquinho.

— Vamos embora então... Irei chamar um médico certinho? Espere-me aqui em seu cantinho, seu homem têm que tomar um belo banho. - murmuro já que eu estava todo sujo de sangue.

Caminho para fora da sala e procuro um médico, ao encontrar o que nos atendeu, saio puxando o mesmo até nossa sala.

Fizemos algumas coisas e nos liberaram para irmos embora, peguei minha coala nos braços e saimos do local.

Entramos em nosso carro e seguimos para mansão, meu ômega não achou o que fazer, e optou por me masturbar enquanto não chegávamos em nossa casa.

— Amorzinho... assim não querido. - gemi ao tê-lo esfregando a cabecinha do meu pênis. Ele fazia um vai e vem tão gostoso que estava difícil de me concentrar em dirigir.

— Quem manda sou eu... - ditou todo mandão, adorei...

— Isso caralho, amor do céu... puta merda. - solto um rosnado estridente fazendo tudo estremecer dentro do veículo.

— O banco do carro está molhado amor, seu ômega está vazando. - segurou meu pau com mais firmeza me levando no céu e ao inferno tudo ao mesmo tempo.

— Oh amor... meu ômega.- gemi rouco e me desfiz na palma do mesmo.
—Segure firme. - murmuro ao sentir meu nó.

— Seu pau é bonito, e fica mais ainda todo sujinho e molinho. - gargalhei alto.

— Oras seu safadinho, amor deixe de coisa. - digo ao vê-lo balançando meu membro.

— É engraçadinho. - riu escandaloso.

— Ômega, eu te amo meu bem.
- declaro enquanto aliso sua mãozinha.

— Seu ômega também ama você meu amor. - ganho um selar carinhoso na bochecha.

Meu pitico safado.

Continua...

SOULMATEHistórias para pegar e não largar. Descubra agora