15. Execução

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Marisa Xavier Gregório, tem apenas uma determinação, a lealdade a organização. Ela passou a vida determinada a executar as vontades do Marechal, quando contratou Akashiro ela esperou que o plano ocorresse como o planejado, independente do fato dele não ser convencional. Quando o Sargento duvidou de sua lealdade, foi a garganta dele que ela quis rasgar, mas ela tinha ordens a seguir. E agora ela tinha o necessário para executar a visão do Marechal.

- Tudo como planejado?
- Sim, estou com ele na minha mão.
- Ótimo. Sabe o que fazer?
- Sei.

Ela desliga o comunicador e encara os painéis a sua frente. Ela ergue o coração negro a sua frente e fala como foi ensinada.

- J'VEIF! A QY PÜNNYT YŮÄ! T'IJ IWÖME VYC FEIF! IPÜME VYC FIVDIPPÜD! INÜD JHYÜSJV IJV JDEISC! FIIG PÜ IPÜASIWI! Ö V'PÜF LTE SÜG JDYN PÖ PSYVIS! VTYK IWÖH IN PE ANSE MEAÜM ÜV IN!

O órgão vibra em sua mão e ela sorri. Por toda sua vida, ela esperou por esse momento e finalmente está acontecendo. Do coração, como um furacão diversas ondas de escuridão se erguem em um pilar, rodando em alta velocidade e então se espalhando, através das telas, das paredes e do teto, por todos os cômodos das dependências.

Ela ri, ao ouvir os gritos de agonia e entende aquilo como o sinal de saída. Ela sai do local sem olhar nem ao menos uma vez para trás.

- Capitã!
- Sim, sargento? -ela olha para trás e vê o mesmo estirado no chão.
- O que você fez?
- Segui ordens.

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