sempre duro

944 41 65
                                        

RAPUNZEL

Eugene sorri se levantando e se inclinando para ficar com seus olhos no mesmo nível dos meus.

-- Nao grite princesa. -- ele dá um sorriso malicioso e sai fora da banheira me deixando ali de pé com cara de tacho, saindo do quarto sem dar a resposta a minha pergunta.

-- EUGENE! -- Eu grito chamando por ele.

O silêncio me deixa nervosa e saio irritada da banheira pegando em minha toalha, a toalha de Eugene está do lado da minha, seguro nela e a atiro para o chão molhado ficando toda encharcada, o pensamento de Eugene vendo a sua toalha naquele estado acalma um pouco a minha irritação com ele.
Talvez seja um pouco infantil a minha ação... que seja! Ele merece!

Me embrulho em minha toalha cobrindo de meus seios a meus joelhos e saio do banheiro indo em direção a meu quarto.

Eugene está ali de pé, sem roupa nenhuma ainda molhado exatamente como saiu da banheira, segurando sua mochila que ele sempre carrega para todo lado.

-- você foi um amor em me trazer minha toalha? -- ele sorri ironicamente como se ja soubesse o que aconteceu.

-- tivesse pego voce mesmo! Nem mesmo respondeu ao que lhe perguntei! -- respondo sem medo.

-- Ratinha... -- ele começa vindo em minha direção abrindo a mochila com um olhar que me dá medo.

Ele está perto, muito perto de mim, o medo que ele me me passa deixa meu corpo vibrando por ele, ficando em um transe de vontade por ele, porque eu sou assim? Desde quando medo me excita?

-- feche seus olhos.-- sua voz rouca aumenta ainda mais minha vontade.

Eu obdeço fechando e ele coloca algo em minha cabeça, segurando em minha bunda e minha perna ele me levanta e eu envolvo minhas pernas em volta de seus quadris.

-- o que você colocou em minha cabeça?-- toco no objeto frio que ali esta fazendo algum peso, é duro e bicudo.

Ele me solta deixando minhas pernas deslizarem soltando seu quadril e pousando no chão.

Estamos na frente do espelho novamente, esse homem tem mesmo um fetiche com espelhos.

Eu encaro meu reflexo vendo aquele objeto brilhante e lindo, olhar aquilo me deixa sem palavras, parece que foi feito para mim... parece que ja vi em algum lugar...

-- Eu lembro! -- eu exclamo me lembrando de tudo antes de Gothel.-- porque nao lembrei antes quando ela me deu o antidoto?

-- Talvez demore a fazer efeito nas memorias mais antigas.-- eugene sabia disso tudo e não me disse nada.

-- Porque você nunca mencionou se você sabia? Desde quando voce sabe?-- faço a pergunta esperando uma resposta honesta da parte dele.

-- porque eu sabia que Gothel tinha usado a poção do esquecimento em você, de que outra maneira a chamaria de mamãe tão carinhosamente?

-- mas poderia ter dito...-- estou um pouco desiludida com ele.

-- De que adiantaria?

-- Adiantaria que ao menos tentou!-- estou bufando, quero gritar com ele, quero bater nele, mas não tenho forças, mais de metade da minha vida foi uma mentira...

-- vai fazer o que agora? -- mudando de conversa quando não lhe convém...

-- Sobre o que?

-- Sobre ser uma princesa, ratinha! -- ele encara meu reflexo no espelho, como se lesse todos meus pensamentos.

Me viro, o encarando frente a frente.

-- Primeiro vou me vestir, não quero conversar sobre isso com uma toalha me cobrindo e você todo nu... com essa coisa sempre dura...-- essa coisa nao fica mole nao?

Eugene me dá um sorriso preverso me segurando com firmeza em minha cintura.

-- esta coisa só fica assim por você!-- depois dessa sua frase com a voz rouca ele tira uma mão de minha cintura e segura firme a minha nuca me dando um beijo... um beijo cheio de paixao, de desejo, desejo por mim, sua lingua lambe a minha como se estivesse lambendo a melhor coisa que ja provou, ele quer mais e mais e eu vou ficando sem ar.

Ele pára o beijo me virando de costas para ele, se encostando contra mim até eu ficar entre ele e a parede, tirando a toalha que separava minha pele nua da dele, aquele aperto firme deixa minha respiração descontrolada.

Ele puxa meu maxilar inferior para cima e afunda sua boca em meu pescoço. Dentes dando mordidas que me fazem dar gemidos de dor e prazer misturados, lambidelas que me dão arrepios por todo meu corpo me fazendo suspirar por mais e chupões que me fazem perder o controle, ainda bem que ele está me presionando contra a parede, meu corpo perdeu todas suas forças.

-- Por mais que eu te foda, não fico nunca satisfeito.-- sua boca suspira em minha orelha com uma voz profunda. -- quero mais!-- ele rosna entrando de uma vez dentro de mim.

Um grito de dor, de susto e de prazer intenso me faz querer mais também, e ele nao pára, para minha satisfação.

Rapunzel (+18)Onde histórias criam vida. Descubra agora